4 comentários

  1. Sinto falta de ensaios críticos que relacionem o quanto as características psiquiátricas criminosas desses artistas compõem as obras de que gostamos.
    No mais, que se aplique a lei com o mesmo rigor que se imputaria a qualquer pessoa.

  2. Concordo. Acho a política do cancelamento uma bobagem sem fim, mas eu mesmo ainda.não consigo ouvir Michael Jackson ou ler Neil Gaiman sem deixar de ter aquele sabor amargo na boca. Espero um dia.conseguir voltar a curtir as obras independentemente da vida pessoal do artista, mas por enquanto, não consigo.

    Alguns erros acho até compreensíveis, como o caso da Winona Ryder, mas outros são, como você fiz, indefensáveis. Abuso sexual, por exemplo.

  3. Pô, vi o pianista esses dias e no final tá lá, polanski :(

    Eu acredito que as pessoas são feitas de muitas camadas mas elas se correlacionam, não tem jeito

    Eu não acho que dê de separar obra do artista mas acho que dá pra aceitar que a gente gosta de coisas feitas por pessoas que cometeram escrotices… Mas uma vez que se sabe o que essa pessoa fez, aí acho que é uma escolha que vai bater no calo de quem vai continuar apoiando, ao meu ver, tinham que cair no esquecimento mas com as referências de cada pessoa, a decisão acaba sendo, de certa forma, individual

    Porém, DEFENDER o indefensável, aí complica.