7 comentáriosO Ministério da Cultura planeja lançar uma plataforma de streaming gratuita para filmes e séries nacionais no segundo semestre de 2024. A iniciativa, ainda sem nome divulgado, visa facilitar o acesso público a obras culturais brasileiras e fortalecer a educação e a identidade nacional através do audiovisual.
Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS
Existem várias iniciativas de streaming dos governos estaduais: SPcineplay, o EMCplay de Minas Gerais, sei que o RS tem algo semelhante. Caso seja feito um esforço de unificação, pode virar algo bem grande e com ótimo acervo.
O que comentei é exatamente o final da matéria. Facepalm cinematográfico para mim,
Legal. O Estado investindo no espalhamento da indústria cultural do próprio país. Como a França fez com o cinema francês, que não teria a visibilidade que tem sem isso. Como a Coreia faz com manifestações culturais do próprio país (taí o K-pop fazendo sucesso pelo mundo). Isso pra não falar da música e do cinema americanos capturando as nossas cabeças há tanto tempo. Isso se chama soft power, tão essencial na geopolítica quanto as guerras e a economia, mas geralmente bem mais sutil.
Acho uma boa iniciativa. Se der mais espaço pra circulação do cinema independente, isso pode ser essencial pro trabalho de uma galera caminhar.
Pra falar a verdade, até entendo as críticas técnicas, mas estão se antecipando demais. Valorizar a cultura nacional é essencial, e articulada à educação, então, sucesso!
Imagina isso rodando nos servidores do SERPRO pq o governo não quer mais usar AWS ou outra cloud, sem usar um player global de CDN pra distribuir o conteúdo globalmente. Mais dinheiro do contribuinte indo pro ralo.
É para isso que a gente paga imposto, se o governo não incentivar a cultura, quem vai?
E outra: por que o governo vai dar dinheiro para a amazon – isso sim é jogar dinheiro no ralo – quando tem a estrutura e profissionais para fazer o serviço?
Dizer que um serviço é ruim sem conhecer os bastidores da operação é uma crítica superficial e leviana.
Trabalho no serviço público e não raramente precisamos tirar leite de pedra para o serviço sair, sem hora extra, sem comissão e nem tapinha nas costas.
Você achar que eu não conheço os bastidores é uma suposição sua. Você achar que estou sendo leviano também é uma suposição sua :)
Pegue por exemplo o SPcine Play da agência SPCine de São Paulo. Roda na AWS. Poderia ser feito pela PRODAM? Não. E AWS é um exemplo somente.
Mas a questão de usar o SERPRO é uma suposição. No final creio que o governo vai lançar uma licitação, uma empresa vai ganhar e no final das contas essa empresa estará “hosteada” em uma cloud X.