Confesso que eu sempre fico fascinado com a capacidade do Tecnoblog e do 1/2 bit de se manterem na internet. Os caras são como cristais de burrice intocados. E conseguem seguir assim.
Ou o burro sou eu.
O texto traz informações históricas interessantes, mas erra em algumas conceitos tipo chamar “motion blur” de defeito quando é simplesmente uma característica da imagem, que inclusive é como nós vemos as coisas. Nós vemos coisas passando rápidamente com motion blur.
Sem contar que isso pode ser “resolvido” alterando o velocidade do obturador da câmera, você pode ter maiores fps com motion blur tb ou menores sem.
Ele fica chamando de imperfeições, quando na verdade é o inverso, nós não vemos o mundo com aquela fluidez, nitidez e sem motion blur, por isso soa falso um filme em 48fps. Não tem nada a ver com a maneira como vemos o mundo com nossos olhos.
Outra coisa é que ele passa a impressão que não se usa mais película no cinema, mas usa e usa muito.
E por último ele pega um jogo de futebol que foi feito um upscale em alguma ferramenta pra 4k 60fps, ele não foi gravado nem transmitido dessa maneira em 2002, não se usava essa tecnologia em transmissões de TV.
Poderia pelo menos ter se dado ao trabalho de pegar um conteúdo que foi realmente gerado em 60fps originalmente.
Não acho que soe falso um filme com 48fps, vai depender do contexto. Os exemplos que ele deu são ruins, filmes de herói cheios de CGI. De resto, concordo com tudo que você falou.
Ah não cara, texto desse arrogante aqui não.
Bom saber que tem mais gente que não gosta desse cidadão. Típico tiozão que quer ser edgelord e acaba soando apenas constrangedor.
Dito isto, cliquei no texto esperando ler um canavial de bobagens e encontrei informações interessantes ali, sobre qual foi o processo que levou aos conhecidos 24 quadros por segundo do cinema.
O teorema do relógio parado é real.
Muito bom. O caso dos 60 e 50 hertz também tem a ver com a frequencia da rede elétrica, pois o equipamento na época era valvulado. Isso deixou de ser um problema com a retificação da rede elétrica e hoje ainda menos com uso de fontes chaveadas, mas o padrão ficou aí… obrigado pelo link.
Tá de sacanagem! O texto é praticamente o mesmo!
Podemos adicionar plágio na lista de delitos do cidadão?
Me nego a ler qualquer merda que esse imbecil escreva. Por mais bem escrito que seja não o torna menos arrogante.
Achava que só eu não gostava do cara. Bom saber que não estou sozinho.
Acho que o Ghedin já escreveu para o Meiobit, ele deve ser chegado do Cardoso.
Confesso que eu sempre fico fascinado com a capacidade do Tecnoblog e do 1/2 bit de se manterem na internet. Os caras são como cristais de burrice intocados. E conseguem seguir assim.
Ou o burro sou eu.
O texto traz informações históricas interessantes, mas erra em algumas conceitos tipo chamar “motion blur” de defeito quando é simplesmente uma característica da imagem, que inclusive é como nós vemos as coisas. Nós vemos coisas passando rápidamente com motion blur.
Sem contar que isso pode ser “resolvido” alterando o velocidade do obturador da câmera, você pode ter maiores fps com motion blur tb ou menores sem.
Ele fica chamando de imperfeições, quando na verdade é o inverso, nós não vemos o mundo com aquela fluidez, nitidez e sem motion blur, por isso soa falso um filme em 48fps. Não tem nada a ver com a maneira como vemos o mundo com nossos olhos.
Outra coisa é que ele passa a impressão que não se usa mais película no cinema, mas usa e usa muito.
E por último ele pega um jogo de futebol que foi feito um upscale em alguma ferramenta pra 4k 60fps, ele não foi gravado nem transmitido dessa maneira em 2002, não se usava essa tecnologia em transmissões de TV.
Poderia pelo menos ter se dado ao trabalho de pegar um conteúdo que foi realmente gerado em 60fps originalmente.
Não acho que soe falso um filme com 48fps, vai depender do contexto. Os exemplos que ele deu são ruins, filmes de herói cheios de CGI. De resto, concordo com tudo que você falou.
Ah não cara, texto desse arrogante aqui não.
Bom saber que tem mais gente que não gosta desse cidadão. Típico tiozão que quer ser edgelord e acaba soando apenas constrangedor.
Dito isto, cliquei no texto esperando ler um canavial de bobagens e encontrei informações interessantes ali, sobre qual foi o processo que levou aos conhecidos 24 quadros por segundo do cinema.
O teorema do relógio parado é real.
da uma olhada nesse vídeo
Muito bom. O caso dos 60 e 50 hertz também tem a ver com a frequencia da rede elétrica, pois o equipamento na época era valvulado. Isso deixou de ser um problema com a retificação da rede elétrica e hoje ainda menos com uso de fontes chaveadas, mas o padrão ficou aí… obrigado pelo link.
Tá de sacanagem! O texto é praticamente o mesmo!
Podemos adicionar plágio na lista de delitos do cidadão?
Me nego a ler qualquer merda que esse imbecil escreva. Por mais bem escrito que seja não o torna menos arrogante.
Achava que só eu não gostava do cara. Bom saber que não estou sozinho.
Acho que o Ghedin já escreveu para o Meiobit, ele deve ser chegado do Cardoso.
Não sou.