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Estadão terá nova cobertura de tecnologia em 2026 tecmundo.com.br

Inegável que a marca “TecMundo” tenha mais apelo que o caderno Link, do Estadão, mas são (eram) animais muito distintos, não? Ainda que a produção do Link continue dentro do TecMundo, temo que ela se diluirá no meio da avalanche de conteúdo e publis (posts de “ofertas”) que o segundo publica…

7 comentários

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  1. Qual jornal hoje que compre tecnologia não é um mural de “publis”?

  2. Tou tão desligado de notícias de tecnologia no Brasil… Os canais que eu mais acompanhava viraram tudo algo ruim, esquisito. Um tinha virado antro de trolls e depois um depósito de anúncios. Outro virou fanboy de tecbros golpistas (a.k.a. turma do NFT, criptoeconomia, etc…). Sensação que o jornalismo de tecnologia não cresceu tão bem no BR.

    Lembrando que Estadão tem “Hard Paywall”. Chance alta do conteúdo virar pago totalmente.

    1. E além disso, trouxeram de volta uma prática que até achei que tinham parado com isso, mas voltou com tudo: As chamadas “click-bait”

      Exemplo: Aplicativo Tal vai disponibilizar uma função esperada, mas com um porém

      Exemplo 2: Celular de marca tal vai lançar aparelho com bateria inédita

      Exemplo 3 (Não tem a ver com tecnologia): A atitude impensável de Fulano para salvar a vida de Beltrano em “Novela das tantas”

      Exemplo 4 (Essa já é caso pensado): Fulano de Tal demitido do Time Aquilo é cogitado, mas renovação é planejada enquanto sondam Beltrano e Ciclano pra assumir cargo. (Três manchetes numa só e já é pra confundir mesmo)

    2. Agora vou fazer uma “futurologia”. Posso acabar errando mas, não ia me surpreender se isso acontecesse.

      Com a compra do grupo NZN pelo Estadão, devem fazer uma verificação dos ativos e , possivelmente, o Baixaki será fechado em breve (se não for em ’26, não vai demorar muito tbm), ainda mais no que se tornou aquilo, cheio de apps problemáticos e modificações que podem dar um BO daqueles (até apps pra IPTV tem pra baixar)

      1. Sites de Download nunca foram algo lucrativo pelo que noto. Porque no final é redistribuição de programas e as vezes tem programas cujo EULA exige alguma compensação na redistribuição. Então OK o fim do Baixaki. Quanto a programas ilegais, só digo que tem policial e membro da justiça que tolera estas coisas senão não ficava tanto tempo ativo programas como IPTV ou até mesmo de “espionagem”.

        Na verdade nunca fui com a cara da “No Zebra”. E que eu me lembre, eles sempre foram meio “clickbait” mesmo. E a cada dia o notíciario “gratuito” é click bait puro. Tenho tentado usar RSS para acompanhar algumas coisas, mas lembrando que hoje notícia razoável está por trás de paywall (que entendo, jornalista merece conta paga), e notícia ruim (que tem audiência) está no site com uma renca de propaganda, incluso de bet por exemplo.

        Uma das melhores matérias do Manual foi quando falou-se sobre o “cruzeiro dos influencers”. Acho que aquilo me abriu mais os olhos para entender como é a comunicação no Brasil. Para uma população que foi educada mais para consumir do que para construir; a comunicação vai ser sempre indutora de consumo.

  3. Na verdade já está acontecendo.

    A página inicial agora é resumido em ofertas de jogos, seção de vídeos curtos, algum conteúdo do próprio Estadão, e volta e meia algumas notícias de tecnologia.