Nem todas as salas passaram para o Cinesystem. Os dois espaços da Rua Augusta (cinco salas no total), em São Paulo, ficarão somente com o Adhemar de Oliveira. Um deles (duas salas) já enfrenta um imbróglio para não ser fechado e dar lugar a um prédio. Uma pena que uma empresa que tem entre os herdeiros dois cineastas largue uma rede de cinemas com programação mais alternativa, deixando o Espaço Augusta à própria sorte no pior momento possível. https://www.omelete.com.br/filmes/espaco-augusta-cinema
Uma das coisas que mais sinto falta são os “cinemas de rua”, daqueles mais populares. Em que pese nunca os ter frequentado: desde a primeira vez que fui ao Cinema, por volta de 1995/1996, já era um famigerado Multiplex de Shopping Center.
Fora isso, só fui numa sala mais convencional, num festival chamado Anima Mundi.
Hoje em dia, não frequento mais nenhum. A falta de educação das pessoas é maior do que sou capaz de suportar, principalmente quando ficam a sessão inteira com smartphone ligado, com o brilho no 100%.
Uma pena que as pessoas deixem de frequentar o cinema por conta da folga alheia. Dúvida sincera: por acaso você pedia para desligarem os celulares? Surtia efeito? A impressão que tenho é que, como ninguém reclama, as pessoas se sentem à vontade para usar o celular, conversar etc. Quem sabe o constrangimento da chamada de atenção ajudasse a coibir tais atitudes.
Sim. Lembro de uma vez: pedi, educadamente, sem ar de repreensão, para desligar a tela do celular.
Ficou incrédulo e começou a discutir comigo, como se o inconveniente ali fosse eu, dizendo: “Assiste o filme aí!” (apontando para a tela).
Respondi algo como: “Se você deixar, eu assisto”. Ficou sem resposta.
Você tem razão, a chamada de atenção ajuda sim a coibir. Fico satisfeito em ter tomado uma atitude, mas não consigo voltar rapidamente ao estado de serenidade. Também penso: não sou pai de marmanjo para ensinar bons modos.
Falando sobre esse assunto esses dias, fiquei sabendo de um outro shopping que supostamente tem um cinema mais vazio e tranquilo, talvez eu tente a sorte nele.
Pois é, é uma situação muito chata. Perguntei porque vi recentemente umas pessoas mais famosas falando a respeito disso no Twitter e repercutindo bastante, e muitos dos comentários eram exatamente de gente que tinha desistido de ir ao cinema por conta disso. Mas é algo que fica escondido, então o pessoal se sente à vontade pra continuar desrespeitando (seria bom se os próprios cinemas percebessem como isso afeta na queda de público e fizessem algo).
Eu também fico sempre dividido entre pedir pra desligar ou não, porque também acabo me estressando com a situação, e daí você já perde toda o clima do filme. Mas, por outro lado, se não pedir também fica com aquela luz na cara. “Uma escolha muito difícil”, como diria aquele jornalão.
Quando dá mudo de lugar ou de posição; quando não, peço em voz alta para que desliguem o celular, mas sem me direcionar diretamente pra pessoa, pra evitar essas situações de confronto e stress.
Boa sorte com com essa sala mais vazia, tomara que seja mesmo mais tranquila.
Desculpa pegar um outro assunto aqui, mas esse site da Omelete tá difícil de ver, tá lotado de janelas e chamadas para outras coisas, o conteúdo tá ocupando 20% da tela.
Você não usa bloqueador de anúncios, Gabriel?
Praticamente tudo o que leio na internet é através do Feedly ou newsletters, então quase nunca entro num site que é lotado assim de anúncios etc. Por isso estranhei. E por isso nunca senti necessidade de instalar o bloqueador.
Recentemente eu encontrei uma solução. Eu uso o Edge da Microsoft e quando vejo esses sites todo cheio de coisas, olho na barra url. Se tiver um ícone de um livro a página é convertida pra modo leitura e todos esses ads desaparecem.
Será que o cachê de R$ 17 milhões da Madonna matou os cinemas patrocinados pelo Itaú? (Não deve ter relação, mas talvez tenha de modo indireto.)
Creio que não Ghedin. Moro muito próximo de um cinema Itaú e esse burburinho que eles estavam buscando um comprador já circulava há um tempo
Sim, não deve ser relacionado. O daqui de Curitiba fechou tem alguns anos.
Que notícia triste. E que notinha mais sem vergonha :(
Também achei. O texto é tão desinformativo que só ler a manchete é suficiente.
Sim. Super frio e sem graça. A informação é muito boa! Poderiam buscar mais detalhes sobre isso.
Nem todas as salas passaram para o Cinesystem. Os dois espaços da Rua Augusta (cinco salas no total), em São Paulo, ficarão somente com o Adhemar de Oliveira. Um deles (duas salas) já enfrenta um imbróglio para não ser fechado e dar lugar a um prédio. Uma pena que uma empresa que tem entre os herdeiros dois cineastas largue uma rede de cinemas com programação mais alternativa, deixando o Espaço Augusta à própria sorte no pior momento possível. https://www.omelete.com.br/filmes/espaco-augusta-cinema
Uma das coisas que mais sinto falta são os “cinemas de rua”, daqueles mais populares. Em que pese nunca os ter frequentado: desde a primeira vez que fui ao Cinema, por volta de 1995/1996, já era um famigerado Multiplex de Shopping Center.
Fora isso, só fui numa sala mais convencional, num festival chamado Anima Mundi.
Hoje em dia, não frequento mais nenhum. A falta de educação das pessoas é maior do que sou capaz de suportar, principalmente quando ficam a sessão inteira com smartphone ligado, com o brilho no 100%.
Uma pena que as pessoas deixem de frequentar o cinema por conta da folga alheia. Dúvida sincera: por acaso você pedia para desligarem os celulares? Surtia efeito? A impressão que tenho é que, como ninguém reclama, as pessoas se sentem à vontade para usar o celular, conversar etc. Quem sabe o constrangimento da chamada de atenção ajudasse a coibir tais atitudes.
Sim. Lembro de uma vez: pedi, educadamente, sem ar de repreensão, para desligar a tela do celular.
Ficou incrédulo e começou a discutir comigo, como se o inconveniente ali fosse eu, dizendo: “Assiste o filme aí!” (apontando para a tela).
Respondi algo como: “Se você deixar, eu assisto”. Ficou sem resposta.
Você tem razão, a chamada de atenção ajuda sim a coibir. Fico satisfeito em ter tomado uma atitude, mas não consigo voltar rapidamente ao estado de serenidade. Também penso: não sou pai de marmanjo para ensinar bons modos.
Falando sobre esse assunto esses dias, fiquei sabendo de um outro shopping que supostamente tem um cinema mais vazio e tranquilo, talvez eu tente a sorte nele.
Pois é, é uma situação muito chata. Perguntei porque vi recentemente umas pessoas mais famosas falando a respeito disso no Twitter e repercutindo bastante, e muitos dos comentários eram exatamente de gente que tinha desistido de ir ao cinema por conta disso. Mas é algo que fica escondido, então o pessoal se sente à vontade pra continuar desrespeitando (seria bom se os próprios cinemas percebessem como isso afeta na queda de público e fizessem algo).
Eu também fico sempre dividido entre pedir pra desligar ou não, porque também acabo me estressando com a situação, e daí você já perde toda o clima do filme. Mas, por outro lado, se não pedir também fica com aquela luz na cara. “Uma escolha muito difícil”, como diria aquele jornalão.
Quando dá mudo de lugar ou de posição; quando não, peço em voz alta para que desliguem o celular, mas sem me direcionar diretamente pra pessoa, pra evitar essas situações de confronto e stress.
Boa sorte com com essa sala mais vazia, tomara que seja mesmo mais tranquila.
Desculpa pegar um outro assunto aqui, mas esse site da Omelete tá difícil de ver, tá lotado de janelas e chamadas para outras coisas, o conteúdo tá ocupando 20% da tela.
Você não usa bloqueador de anúncios, Gabriel?
Praticamente tudo o que leio na internet é através do Feedly ou newsletters, então quase nunca entro num site que é lotado assim de anúncios etc. Por isso estranhei. E por isso nunca senti necessidade de instalar o bloqueador.
Recentemente eu encontrei uma solução. Eu uso o Edge da Microsoft e quando vejo esses sites todo cheio de coisas, olho na barra url. Se tiver um ícone de um livro a página é convertida pra modo leitura e todos esses ads desaparecem.
Será que o cachê de R$ 17 milhões da Madonna matou os cinemas patrocinados pelo Itaú? (Não deve ter relação, mas talvez tenha de modo indireto.)
Creio que não Ghedin. Moro muito próximo de um cinema Itaú e esse burburinho que eles estavam buscando um comprador já circulava há um tempo
Sim, não deve ser relacionado. O daqui de Curitiba fechou tem alguns anos.
Que notícia triste. E que notinha mais sem vergonha :(
Também achei. O texto é tão desinformativo que só ler a manchete é suficiente.
Sim. Super frio e sem graça. A informação é muito boa! Poderiam buscar mais detalhes sobre isso.