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Entre 2022-2023, governo pagou R$ 286 milhões à Microsoft na compra de licenças bolha.us

‘As especificações da Microsoft são as piores e os servidores não conseguem entendê-las para poder comparar com outras ofertas nas licitações.

A Microsoft se aproveita disso para vender serviços que vão além do necessário, em prejuízo aos cofres públicos.’

6 comentários

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  1. https://softwarepublico.gov.br/social/search/software_infos

    O Brasil já tem alguns softwares públicos e a orientação é que, se existe uma alternativa nesse repositório, ela deve ser usada e em detrimento do software pago.

    O padrão de documentos é o ODF por ser um formato aberto e livre.

    Agora, porque não usam LibreOffice, eu não sei.

  2. Se parassem de cobrar atalhos de teclado que valem somente no Microsoft office nos concursos públicos. Já seria uma boa medida para ajudar na transição, estabilidade e eficiência do gasto público.

  3. Imagina pegar um pouco desse dinheiro, não precisa muito, e investir em projetos de códigos aberto, assim como o governo alemão tem feito em alguns projetos, como o GNOME, SAMBA, Rust Coreutils, PHP, FFmpeg, etc.

  4. Seria lindo uma transição total para o código aberto, e um esforço do governo em usar a força de trabalho deles para contribuir de volta para os projetos, como LibreOffice, Gimp, Gnome/KDE e quem sabe até o kernel Linux, etc. Mas aí não tem servidores suficientes para dar manutenção em sistemas existentes e críticos, quanto mais tirar tempo para contribuir com OSS :(

  5. Não deixa de ser uma cara nova do velho colonialismo. Se antes os países dominantes mantinham os periféricos obedientes e sem voz própria usando exércitos e cobrança de dívidas (e ainda fazem isso, mas evitando ser tão explícitos), agora usam como instrumento mais poderoso as big techs. Informação e tecnologia de ponta são as armas nessa guerra mundial em pleno funcionamento.