Publicações estrangeiras, incluindo a Wired e o Business Insider, tiraram do ar artigos escritos por um(a) freelancer que teriam sido escritos por uma IA generativa. O alerta veio de uma ONG, a Index on Censorship, que, por sua vez, foi avisada do caso pelo editor de uma publicação independente, a Dispatch.
No lugar dos textos, as empresas colocaram avisos genéricos de que os artigos “não atendiam aos padrões editoriais”.
É difícil mesmo fazer valer os “padrões editoriais” hoje, com a pressão por informação rápida (embora fossem conteúdos de fôlego) em redações enxutas e sobrecarregadas. O problema é que quando são ignorados, veículos que se dizem profissionais viram apenas versões em textão e mais chatas de vídeos curtos de redes sociais.
(O menor dos problemas aqui é os textos terem sido gerados por IA. Pelo contrário, parecem bons o bastante para serem publicados pela Wired e pelo Business Insider…)