Não sabia que o Proton Docs tinha colaboração em tempo real. Acho fascinante que esse tipo de serviço não seja mais difundido — às vezes o Google Docs parece ser a única opção.
Dito isso, eu tenho um pé atrás com a Proton pelo marketing deles. Alardear o e-mail como criptografado de ponta a ponta (e2ee) é meio esquisito, visto que as duas pontas precisam concordar/aderir à criptografia, o que, no caso deles, só funciona quando os dois participantes usam o Proton Mail. Corre-se o risco de que o marketing possa ludibriar as pessoas a confiarem em um recurso que não existe quando se troca mensagens com endereços de outros provedores, o que acontece o tempo todo com os Gmail e Hotmail da vida.
A “solução” apresentada pelo vídeo, de ganhar escala para que mais gente se beneficie da e2ee oferecida pela Proton, equivale a trocar seis por meia dúzia. Não precisamos de outro quase-monopólio, mas sim de mais empresas comprometidas com padrões abertos e interoperáveis.
Gostar é uma palavra forte, a gente usa os serviços por ser menos pior, todas empresas visam o lucro e na hora da verdade, vão escolher lucro (sim, uma empresa pode existir sem gerar lucros, mas isto é assunto para outro dia) sobre princípios. Qualquer princípio. Até aqueles que elas mesmo escolheram.
Não é uma ofensa ao autor da postagem, mas “realmente gostar” e “empresa de tecnologia” é uma combinação de palavras que, para mim, não faz sentido algum.
Tipo, eu prefiro tal marca, mas “realmente gostar” é demais pra mim. Eu estaria ignorando muitas discussões feitas aqui em outros lugares…
Estendo suas palavras a qualquer empresa. No máximo consigo “gostar” de cooperativas e olhe lá
Concordo demais contigo, João!
A posição política deles de apoiar o Musk na tentativa de desobedecer leis brasileiras, violando a sobreana nacional me faz não gostar nada deles.
Infelizmente é um movimento que me parece bem comum nas comunidades de privacidade/segurança. Sinto que na tentativa de defender esses valores eles acabam generalizando um discurso que dialoga muito com a “liberdade de expressão” (liberdade pra discurso de ódio) dessa galera…
Não sabia que o Proton Docs tinha colaboração em tempo real. Acho fascinante que esse tipo de serviço não seja mais difundido — às vezes o Google Docs parece ser a única opção.
Dito isso, eu tenho um pé atrás com a Proton pelo marketing deles. Alardear o e-mail como criptografado de ponta a ponta (e2ee) é meio esquisito, visto que as duas pontas precisam concordar/aderir à criptografia, o que, no caso deles, só funciona quando os dois participantes usam o Proton Mail. Corre-se o risco de que o marketing possa ludibriar as pessoas a confiarem em um recurso que não existe quando se troca mensagens com endereços de outros provedores, o que acontece o tempo todo com os Gmail e Hotmail da vida.
A “solução” apresentada pelo vídeo, de ganhar escala para que mais gente se beneficie da e2ee oferecida pela Proton, equivale a trocar seis por meia dúzia. Não precisamos de outro quase-monopólio, mas sim de mais empresas comprometidas com padrões abertos e interoperáveis.
Gostar é uma palavra forte, a gente usa os serviços por ser menos pior, todas empresas visam o lucro e na hora da verdade, vão escolher lucro (sim, uma empresa pode existir sem gerar lucros, mas isto é assunto para outro dia) sobre princípios. Qualquer princípio. Até aqueles que elas mesmo escolheram.
Não é uma ofensa ao autor da postagem, mas “realmente gostar” e “empresa de tecnologia” é uma combinação de palavras que, para mim, não faz sentido algum.
Tipo, eu prefiro tal marca, mas “realmente gostar” é demais pra mim. Eu estaria ignorando muitas discussões feitas aqui em outros lugares…
Estendo suas palavras a qualquer empresa. No máximo consigo “gostar” de cooperativas e olhe lá
Concordo demais contigo, João!
A posição política deles de apoiar o Musk na tentativa de desobedecer leis brasileiras, violando a sobreana nacional me faz não gostar nada deles.
Infelizmente é um movimento que me parece bem comum nas comunidades de privacidade/segurança. Sinto que na tentativa de defender esses valores eles acabam generalizando um discurso que dialoga muito com a “liberdade de expressão” (liberdade pra discurso de ódio) dessa galera…