Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS

[en] Um mercado de meninas influenciadoras gerenciadas por suas mães e stalkeadas por homens sem paywall traduzir nytimes.com

Reportagem espetacular do New York Times. Mais uma vez, a Meta coloca lucro antes da segurança*, mas a questão aqui vai muito além da Meta. Tem a ver com exposição sem limites, pressões do capitalismo tardio e outros tantos problemas que, no fim, estouram nos mais vulneráveis.

* Esta outra reportagem paralela, do Wall Street Journal, detalha melhor o descaso da direção da Meta com receios manifestados de que o recurso de assinaturas pagas estava sendo usado para essa finalidade horrível.

PS: Aqui no Brasil, o Núcleo encontrou um perfil de exploração sexual infantil com quase 50 mil seguidores que ficou meses no ar. Só foi derrubado depois que a reportagem entrou em contato com a Meta.

PS2: Ontem (22), o Aos Fatos publicou uma denúncia de grupos no Telegram que vendem conteúdo de exploração sexual infantil.

3 comentários

3 comentários

  1. O que você vê de perfil criança de biquíni e gerenciado pela mãe no Instagram com aquela opção de assinatura ativada não está no gibi. Isso não seria exploração de menor?

  2. Telegram é a deep web às claras. Tem um cara oferecendo armas, drogas, passaportes – o que você quiser – nos comentários de vários perfis de notícias. Eu mesma já denunciei vários perfis vendendo drogas. Tem um que vende receitas médicas para o que você quiser.