7 comentários

  1. É inacreditável como no vale do silicio não tem um cara que se salva

  2. Ei, achamos que censurar nazistas não resolve o problema, então vamos dar uma plataforma para eles (enquanto lucramos com isso)

    Parafraseando, mas o CEO disse isso aí

    1. Agora que vi também que o substack, paladino da liberdade de expressão, não vê problemas em bloquear conteúdo sexual. Nazismo tá de boa, mas sexo não.

  3. No Brasil isso não se sustentaria, porque criminalizamos a apologia ao nazismo.

    Deixando esse detalhe de lado, e à luz de anos de problemas similares com outras plataformas, como o Facebook, pergunto-me que efeito essa declaração do cofundador do Substack terá junto aos usuários, gente que tem newsletter lá. Vocês acham que é motivo forte o bastante para buscar alternativas, mesmo que piores e/ou mais caras?

    1. Eu não posso dizer pelas pessoas que usam a plataforma para seus projetos. Não tenho como trabalho, não vivo disso. Então minha decisão é mais fácil de ser tomada. Uma decisão como consumidor: vou deixar de assinar as newsletters que publicam por lá. Mas não antes de informar os motivos. Creio que se mais consumidores tomem posturas assim, podem incentivar as pessoas que publicam buscar alternativas mais democráticas.

    2. Acho que não terá grandes repercussões. O próprio Spotfy bancou o Joe Reagan negacionista, mesmo com protestos de gente como Neil Young. Outro dia o Guilherme Caetano, que vem fazendo matérias mostrando como as plataformas abrigam conteúdo criminoso fez essa sobre o Spotfy. Me pergunto quantas pessoas abandonarão a plataforma. Seria bom se rolasse uma pressão dos usuários, mas o caso do Twitter mesmo parece mostrar que os mandachuva do Vale do Silício não estão nem aí: https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2023/12/22/spotify-e-outras-redes-de-musica-abrigam-cacoes-com-conteudo-racista-misogino-e-de-odio.ghtml