deixando de lado algumas platitudes históricas e sobre saúde mental (que podem facilmente cair num papo meio autoajuda), tendo a concordar: desenhar é um excelente ritual de desaceleração
e aí, gente, como andam os caderninhos de desenho de vocês?
14 comentários
Curiosamente eu comecei a desenhar recentemente por causa dos meus filhos. Eles ganharam aqueles “quadros mágicos” e começamos a passar tempo offline desenhando nesse quadro as coisas que aconteceram no dia. Isso tem exercitado a capacidade de memória das crianças, assim como a coordenação motora e afins. E de quebra me ajuda a “desligar” do mundo online.
Uma curiosidade: assim como com o desenho, eu também nunca fui uma pessoa de jogar futebol. E “tive” que começar a jogar também por causa das crianças.
Nunca consegui desenhar, mesmo quando criança: sempre detestava o que via de resultado. Minha caligrafia sempre foi péssima também.
Aceito dicas de por onde começar.
rabisque, sem pensar no resultado nem julgá-lo
desenhe o que você vê (e o que você não vê)
acostume-se a movimentar a mão sobre o papel, é muito agradável
De fato eu desenho quando estou meio mal, é uma terapia e infelizmente faço pouco. Tenho algumas incursões digitais no meu perfil do Pixelfed, mas ando precisando desenhar mais.
Voltar a desenhar tá entre os meus projetos de 2024. Desenho desde criança, mas com a “rotina de adulto” perdi o hábito com o tempo. Porém, eu tô sentindo dificuldade de como voltar, será que eu “copio” desenhos? Será que devo desenhar da cabeça mesmo? O que fazer para não tornar isso chato? (tenho uma tendência a me cobrar demais até nisso para fazer desenhos melhores)
começa desenhando o que você vê
Tem umas listas que dá pra procurar, tanto uma de algum Inktober ou outra qualquer. Deve ter alguma pra quem tá (re)começando!
Lembrei que o Brad Colbow tem um curso que deve ser interessante:
https://www.bradsartschool.com/learn-to-draw-in-60-days
Meio salgado, mas parece bacana.
Eu trabalho com ilustração digital e sempre que começo um novo desenho corto meu acesso ao navegador para simular o trabalho analógico. Quando entro em estado de Flow nem música quero escutar de tão concentrado que fico.
Quem quiser começar nesse mundo recomendo os canais Proko, David Finch e Marco Bucci no YouTube, vão ter desde os fundamentos básicos do desenho até o avançado de anatomia. Assim como qualquer habilidade seu cérebro vai evitar no inicio por conta do esforço de aprender coisas novas, mas mantendo a frequência se torna recompensador fazer obras com as suas mãos.
Taí uma resolução legal pra esse ano. Fico só na promessa de voltar a desenhar 😅. Gostava de desenhar muito quando era mais novo.
Curiosamente, voltar a rabiscar está entre as minhas resoluções para esse ano. Já faz tempo que quero retomar esse hobby, que de fato me dava uma boa tranquilidade longe de telas
Desenhava muito quando era mais jovem, atualmente, estou retornando com o hábito, em parte, por voltar a ter (criar, na verdade) um tempinho livre, e também por “culpa” da Olivia Maia(uma das inspiradoras do meu sitezinho); até um dia desses, ela transmitia lives de desenho as 11 h, nos domingos, apreciava muito.
O que gosto de desenhar é ter que parar, observar, tentar replicar o que foi observado e ir repetindo o processo. Poucas vezes parei para pensar sobre esse efeito (terapêutico?) de desaceleração, mas refletindo agora, me parece que a maioria das atividades manuais porta(m) essa sensação (seria a coordenação motora fina a responsável?)…
Não sei, mas ainda pretendo criar uma sessão no sitezinho para postar as artes lá…
Muito legal o estilo de desenho dela.
Morreu!