Tech Altar falando sobre como o Fairphone é diferente dos demais fabricantes.
Postei no r/Android, parece que muita gente não curte: seria um “fair washing”, comprar outro telefone qualquer e manter por mais tempo, seria a mesma coisa.
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Tech Altar falando sobre como o Fairphone é diferente dos demais fabricantes.
Postei no r/Android, parece que muita gente não curte: seria um “fair washing”, comprar outro telefone qualquer e manter por mais tempo, seria a mesma coisa.
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Ótimo vídeo! Vejo o FairPhone parecido com o Manual do Usuário: só de existir e não dar prejuízo já é uma vitória e uma prova de que é possível. E certamente empurra todo o setor para práticas mais razoáveis. Tenho certeza que outros jornalistas tec vêm ver o que está rolando aqui.
Uma pena eles não terem chegado ainda ao Brasil. Sempre quis comprar, mas sem suporte local metade da graça desaparece.
Será que configura um “fairwashing”? Acho que as intenções da Fairphone são genuínas, bem como o esforço que eles fazem. (E já faziam, muito antes de reparos e longevidade virarem moda.) O fato de cobrarem mais por aparelhos medianos e, ainda assim, empatarem na contabilidade, aponta para talvez uma preocupação maior…?
Terminei o vídeo com a sensação de que a Fairphone tinha e ainda tem um papel relevante no ecossistema de celulares/gadgets.
Eu entendo que a empresa é honesta – dentro das possibilidades e muitas limitações – se esforça para fazer um produto mais justo. Parecem muito competentes, ao seguir viva e melhorando em um mercado tão competitivo, que afundou vários gigantes em prejuízo.
A questão é que eles vendem muito pouco para mover a agulha dos gigantes, o movimento recente de reparabilidade e manutenção recente é devido às legislações.
As dificuldades que eles têm com atualização – como o fato deles precisarem recorrer a um SoC de sistemas embarcado – é novamente o baixo volume limitando as boas intenções. O avanço recente do Google só foi possível por ter um SoC próprio e puxado pela Samsung, que aumentou o suporte há pouco tempo.
Assim como as questões das redes sociais, a questão ambiental precisa de soluções em escala. É importante olhar assim, porque para mim parece claro, que o caminho é seguir para regulamentação forte. Não sei na “big picture”, se Fairphone sumir amanhã, mudaria tanto assim o mercado de smartphones e seus problemas.