O que a matéria, que tem vários personagens, evidencia é que está cada vez mais difícil se blindar da IA. Seja porque as ferramentas que usamos no dia a dia as enfiam goela abaixo, seja por pressão do mercado.
Nunca é fácil ser um (neo)ludita… ☹️
2 comentários
Eu gosto de ler textos contrários mas esse não consegui terminar de ler. Me parece mesmo um novo movimento ludita mas pra mim acaba sendo um discurso muito purista. Antes da AI tinha o Google, antes do Google, o alta Vista, antes do PC, a máquina de escrever e por aí vai.
As ferramentas estão aí para serem usadas como ferramentas. Ali ela diz sobre não ter histórias para contar para o filho. E sre a pessoa não tinha antes, recorreu ao chat e agora tem mais tempo de qualidade com a criança?
Quando se fala de “conexão” parece um olhar que beira à fantasia ao que nos torna humanos. Sabe, a gente é feito de referências, esse é o momento do mundo agora. Honestamente, essa resistência pra mim parece aquele outro tipo de resistência antagônica à revolução: o reacionarismo.
Nunca é uma boa ideia deixar ferramentas tecnológicas nas mãos dos mais ricos, mas se as pessoas das artes, do progressismo dar as costas, me parece um cenário bem pior. Em troca de que? Um “orgulho” que não usou chatgpt? Tá mas e aí?
E ainda tem o termo mercadológico de chamar de AI. Quanto menos quem crítica não aprender sobre pra desmistificar esses discursos, mais o hype se alonga.
Troquei de teclado, meu corretor tá horrível. Argh