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[en] O poder inigualável de Elon Musk sobre as estrelas sem paywall traduzir nytimes.com

Sem paywall: https://archive.is/4uTT1

Como alguém comentou no New York Times, parece o início de um filme (dos piores) do James Bond.

É igualmente alarmante que um indivíduo (ainda mais um sem cargo eletivo) tenha tanto poder nas mãos e que tenhamos deixado malucos do tipo lançarem tantos satélites na órbita baixa da Terra.

6 comentários

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  1. Comodo para min criticar pois tenho internet de alta velocidade disponível. Se eu tenho, o mundo inteiro tem, e se o mundo inteiro não tem a culpa não é minha e acho a solução deles inconveniente.

    1. Óbvio que conexão rápida e disponível é bom, e eu (e acho que todo mundo aqui) gostaríamos que todos tivessem.

      O problema aí não é nessa ponta, de quem usa, mas na de quem fornece — no caso, a Starlink do lunático do Musk. O texto cita casos em que Musk, pessoalmente, interferiu na disponibilidade da conexão quando julgou o uso pela Ucrânia “errado”.

      Acho que cabe um exercício de empatia: imagine se a sua operadora, ou melhor, o dono do provedor, não gostasse do Manual e te proibisse de frequentar aqui? Ou, para ficar num paralelo mais próximo, ainda que imperfeito, veja os casos em que só há uma oferta de provedor de internet na região. Ruim, né? Agora imagine isso em escala global, em situações extremas como guerras. Péssimo.

      1. Concordo que é horrível e literalmente a última pessoa do mundo que eu gostaria de ter qualquer coisa é ele.
        Agora a realidade é que é o que tem. Sem esse maluco francamente não teríamos nada nesse ponto. E eu iria preferir o provedor que me bloqueia alguns sites, ou que tira a internet de outra cidade, que nada.

        Xingar é fácil e eu adoro também.
        Mas qual a solução? Regulamentar ajudaria, mas como fazer isso em planeta inteiro? E como fazer isso para não prejudicar os outros 99%+ de assinates que apenas estão aproveitando?

        1. É isso que estamos debatendo e tentando entender, André :)

          Muitos erros foram cometidos lá atrás, o que permitiu que chegássemos a essa situação. Como ainda não inventaram máquina do tempo, precisamos pensar em como resolver a situação como ela se apresenta. O que não dá é embarcar nesse conformismo improdutivo, “é assim mesmo”, “pior seria sem” etc.

          Existem soluções óbvias, porém delicadas (expropriar a constelação da Starlink, por exemplo) e, com certeza, existem outras que ainda não nos ocorreu e que talvez resolvam ou melhorem essa questão.

          1. Acho que expropriar o Starlink e passar para o controle de uma ONG seria a saída ideal. Ou passarmos a ter uma legislação chancelada mundialmente pra exploração espacial (Starlink, satélites, luas, planetas) para evitar que isso ocorra daqui 100 anos com um impacto muito mais profundo na nossa sociedade.

        2. E não é isso que gostamos de fazer? Ficar sugerindo um monte de solução é fácil, vide os casos recentes da eliminação masculina e feminina de futebol nas copas, onde de uma hora pra outra todo todo mundo aponta várias soluções.