Interessante essa reportagem, remanescente da época em que havia várias plataformas competindo pelo mercado corporativo, ao invés de computadores “commodities” como hoje em dia.
5 comentáriosBluesky, Mastodon, Telegram e RSS
Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS
Interessante essa reportagem, remanescente da época em que havia várias plataformas competindo pelo mercado corporativo, ao invés de computadores “commodities” como hoje em dia.
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Excelente artigo
Mainframes viraram o equivalente a maquinário pesado para perfuração de poços de petróleo ou de precisão para litografia de chips: só fazem sentido para pouquíssimos negócios enormes e estão num nível de especialização tão avançado que é praticamente inviável (e potencialmente não rentável) para empresas entrantes.
A questão que fica é: até quando serão necessários?
Acredito que seja um cenário das indústrias especializadas, porque os mainframes são um fardo do passado. Empresas novas, mesmo que sejam gigantescas em orçamento e necessidades de processamento, não usam mainframes.
Inclusive, para as fintechs é considerada uma vantagem competitiva: os bancões estão presos em uma plataforma antiga e difícil de evoluir/manter, enquanto o NuBank trabalha com plataforma “commodity” moderna e atende volume similar de usuários.
Difícil prospectar um fim deles, especialmente sistemas com baixo investimento, como é o caso do governo e empresas menores. Imagino apenas sendo migrados em caso de crise: algum problema de evolução ou sustentação insolúvel, sem pessoal para resolver.
Empresas grandes estão substituindo aos poucos, mesmo que ainda sejam muito utilizados, aos poucos vão se reduzindo.
Deixo como complemento esse podcast que abordou o tema de forma bem didática: https://changelog.com/podcast/524
Vida longa aos mainframes. Tenho vários amigos “coboleiros”.