Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS

[en] O futuro é fácil demais traduzir defector.com

Autor foi à CES e constatou que a indústria de tecnologia está numa fase de criar “necessidades” absurdas e vendê-las sem um pingo de vergonha. Textão bem bom.

4 comentários

4 comentários

  1. Exatamente o que eu percebo há uns bons anos, mas como minha retórica e escrita são horríveis, não consigo exprimir isso. IUAhsIUhsIHAUSIa

    Enquanto as pessoas acharem que a felicidade está em possuir esse monte de bobagens (ia dizer abobrinhas, mas abobrinhas são tão gostosas…) a gente caminhará sempre para isso. Sad but true.

    Tenho um colega de trabalho que é fascinado com essas coisas. Tudo isso deixa ele maravilhado, quando converso com ele passa até um sensação de ser um bobalhão. Vê esse monte de ideias e acha genial, a única coisa que eu consigo pensar é “que bosta”.

  2. Não consegui ler o texto todo, meio chato. Mas captei a ideia.
    É como dizem: nada de novo no front. Então a gente tem que inventar algo.
    Acho que batemos no teto, não tem nada para inventar. Vejo o mercado de jogos, os gráficos são, praticamente, fotorrealistas há uns bons 5 anos, ou mais. Mas a indústria de hardware continua jogando mais poder de processamento nas placas de vídeo e aí inventaram que precisamos de mais fps, precisa justificar a placa nova de algum modo!
    Os celulares não tem mais para onde ir, enquanto as telas dobráveis não colarem vamos ver apenas melhorias supérfluas, baterias, câmera e coisa assim.
    Assim caminhamos para o abismo.

    1. É um texto meio rabugento mesmo, mas escrito com propriedade 😁

      Pelo que entendi, na real há, sim, algo de novo no front. As mesmas empresas que hoje tentam empurrar tecnologias que a maioria não pediu nem quer, como a IA generativa, se fizeram grandes com tecnologias que todos queriam, que era revolucionárias, de fato: o Google com a pesquisa, a Meta com relacionamento no ambiente digital, a Amazon com a loja de tudo que entrega na porta de casa.

      1. IA é algo novo, mas a China mostrou que não é tudo isso.
        Do meu ponto de vista de consumidor, tudo parece só mais do mesmo vezes 2.