13 comentários

  1. O gráfico deve ser parte do jogo, do desafio e da diversão. Ter gráficos fantásticos como meta e esquecer do real objetivo do jogo, que é ser desafiador, encantador, divertido, só leva a uma experiência falha. Os jogos parecem todos iguais: mundos incríveis, realismo ultra e um personagem vagando perdido. Eu me contento com pouco, então isso aqui, mesmo sem gráficos fantásticos, já é diversão garantida: https://experienciaodyssey.com.br/senhordastrevas_online/

    1. Concordo contigo! Quanto ao link, não consigo abrir aqui no trampo haha. Vou dar uma olhadinha quando chegar em casa!

  2. Acho que faz parte, é uma fase. Com a Unreal 5 os desenvolvedores estão explorando as possibilidades, é muito impressionante o que se consegue fazer nessa engine e é normal que haja empolgação.
    Logo a agitação passa, o preço desses jogos superproduzidos cai e os estúdios voltam ao básico. Basta ver os jogos de fim de geração de um console, são os melhores porque não tem o hype dos início e conseguem extrair o que há de melhor no hardware.
    O que me deixa triste é a moda de mundo aberto. Isto é depressivo, nem triste é.

    1. O que cê falou faz muito sentido. O hype cega muito a galera :(

  3. O console mais vendido da geração atual é muito, muito fraco tecnicamente.

    Considero quem se importa com gráfico jogadores novos – e eventualmente um desses descobre o mundo e faz um video de 11 minutos com sua epifania.
    Os antigos, da década de 90, sempre jogaram por diversão.

    1. Pensei a mesma coisa, Andre.

      Quando o autor do vídeo disse que tinha dois anos em 2004, tudo fez sentido.

      A galera mais velha já entendeu isso há tempos.

    2. Não sei se deixei de captar algo, mas eu senti mais indignação com os novos lançamentos do que “epifania”. É mais sobre os AAA não entregarem nada além do visual.

  4. Eu sempre gostei de jogos single player com uma boa história, jogabilidade e gráficos não é primordial para mim. Nessa linha curto demais os games do Playstation 5 como Last of Us, God of War, Spiderman e Horizon é uma exceção que eu gosto, apesar de ser mundo aberto que eu não curto tanto.

    Recentemente jogava todo dia até zerar os indies games Kena e Endling: Extinction is Forever que não são referência em gráficos. São jogos bonitos até, mas tinham uma história e jogabilidade que eu me fez jogar até terminá-los.

    1. Pra mim história e jogabilidade são a chave. Os gráficos algumas horas adentro, você nem liga mais haha. Vou dar uma olhadinha nesses games que você mencionou!

  5. O lance é que a maioria dos AAA são mundo aberto, focados nas porções MP, querendo ser GaaS (todos fracionados). Pra fazer isso e dar certo só com muito talento e sendo excepcional (tipo GTA, por exemplo).
    Acho que tinham que focar mais em jogos single player, mais lineares e deixar DLCs só pra coisas cosméticas ou reais expansões. Acreditam que sejam muito mais baratos pra se fazer, e sejam mais bem sucedidos.
    Por exemplo, dentre os indicados a melhor do ano no TGA só o Zelda e o Miranha 2 são mundo aberto.

    1. Inclusive falando sobre GTA, tô muito curioso pra entender o que é que vão trazer no “GTA 6”. Será que vem algo pra durar tanto quanto o V (ou mais)?

  6. Eu não sou muito de jogar, mas senti isso no ultimo Forza que saiu… faz tempo que eu tava querendo um bom jogo de corrida no xbox, ai comecei a campanha e é decepcionante, engessada, burocrática.

    1. Puts, te entendo, também larguei Forza rapidinho!