Não sei se concordo com a aplicação generalizada dessa ideia, mas é certo que os casos em que ela se aplica são maioria e o desrespeito ao nosso tempo imbuído em interfaces ruins ou projetadas com propósitos secundários, uma lástima.
De lá:
[…] Essas coisas [celulares] que nos forçam a usar nossos cérebros para outras finalidades além de cultivar tomates ou fazer amizade com cães da vizinhança. A única razão pela qual não jogamos nossos celulares no mar é que é assim que conversamos com nossos amigos. Queremos ser criativos, nos expressarmos e nos conectarmos com outros seres humanos. Não queremos usar software.