3 comentários

  1. Souberam vender a ideia mas para a pessoa errada.
    A coisa foi bizonha de torta e ridícula… e então: “esse movimento é tão estranho que poderia ser aplicado em jogos de zumbi”, e nesse ponto seria uma implementação interessante. Tu pode evoluir desse ponto para algo mais interessante – OU NÃO. Mas não precisa abandonar ainda.

  2. Eu sempre acho esse vídeo bem pesado. Eu não gostei do resultado e do experimento do projeto, mas acho que a crítica do Hayao Miyazaki poderia ter sido um pouco mais leve. Em nenhum momento eles tiveram a intenção de ofender – pelo menos é o que eu acho -, pessoas que apresentam algum tipo de deficiência. Estava apenas apresentando o projeto deles. Isso acaba me lembrando um pouco o ambiente Acadêmico que às vezes acaba indo pelo mesmo caminho. Sou um privilegiado de nunca ter passado por algo assim na Academia, mas já ouvi histórias de pessoas que foram humilhadas quando estavam defendendo as suas dissertações e teses. Crítica é diferente de humilhação e, quando ela vem com uma preocupação com outro, é sempre muito válida e agrega muito. No entanto, quando a crítica se torna apenas uma forma de humilhar ou desmerecer alguém, aí eu já acho que as coisas não vão bem e ela pouco ajuda. Desculpa por ter fugido da temática do vídeo, mas eu realmente acho que o Miyazaki poderia ter sido um pouco mais humano na sua crítica.

    1. O Hayao Miyazaki tem mesmo essa postura rigorosa e opiniões fortes, que ele costuma dar sem fazer muito rodeio. Eu vi um documentário, não lembro o título, em que ele mostra bem esse lado, e chega a tacar sem dó uma crítica negativa no filho Goro Miyazaki logo depois de assistir Contos de Terramar (muito bom, tem na Netflix), que o filho dirigiu. Coisas de gênio, fazer o que….