Este cara se propôs passar o mês sem rolar a tela em apps/sites de redes sociais. Ele mora nos EUA, o que explica em muito tal decisão neste momento.
Dia desses, ouvi um podcast que me chamou a atenção pelo título de um episódio: o que realmente acontece depois de 21 dias offline. (Não virei ouvinte, não é o tipo de podcast que eu curta.) Muito do que a apresentadora diz é discurso batido para quem lê o Manual, mas não deixa de ser interessante.
Alguém aqui já fez, está fazendo ou teria interesse em embarcar numa dessas?
9 comentários
Cara eu fiz isso em janeiro fiquei sem usar o instagram por um mês voltei agora dia 1 de fevereiro pra saber dos rolê de carnaval mas já excluir o app de novo não consigo mais gostar do insta perdi o tesão de postar nessa rede, vou usar assim agora só pra saber de rolê na cidade.
uma coisa que tem melhorado minha produtividade é só acessar o instagram (minha única rede social) pelo browser, nada de app, então entro aquela horinha, respondo o que quiser responder e cabou-se.
incrível como não ter o app instalado no celular faz tanta diferença (pra melhor)
eu fiz isso com twitter e facebook, faz tempo já, ajudou. Fiz tbm com instagram, mas o complicado é que hoje em dia povo usa mto mais Stories do que Feed e tem várias coisas no Stories que só funciona no app
Comecei a diminuir minha presença desde o ano passado, mas já na última semana excluí meu Facebook que já não vinha usando a tempos, e agora excluí os apps das outras redes, pretendo ficar longe por algumas semanas pelo menos. E como tive um término de relacionamento, manter distância das redes, acho que irá ajudar.
O que me incomoda em toda essa discussão sobre uso de redes sociais, é o caráter individual dela: eu vou parar de usar, para não perder meu tempo e/ou não apoiar uma empresa, quando estamos falando de um problema social.
Essas ações resolvem meu problema, mas não o dos mais afetados: eu sair do Instagram, não vai evitar que jovens fiquem viciados e doentes pelo “lifestyle” que é vendido. Eu não estar no grupo de fake news do Zap – que estavam as pessoas do 8/1 ou o cara do atentado – só torna a situação pior por não ter mínima ideia dessa realidade.
Nesse mesmo cenário, também não acho que seja um problema simplesmente de modelo de negócio. Perguntei no grupo do MdU, o que mudaria tanto em um cenário do Signal ser o padrão e não o WhatsApp: aceito que mitigaria, mas não vejo como nem próximo de solução. Eu honestamente gostaria de enxergar que tirando o “algoritmo” e a ganância das plataformas, o problema seria resolvido (ou bem mitigado)….mas não me convenci.
Acho que precisamos levar a discussão mais como a liberação de drogas e não um problema de dependência individual tipo alcoolismo.
Eu dei uma olhada na lista de posts desse blog. Foi muito interessante ver a quantidade desde que iniciou até hoje.
Mas voltando ao assunto. O que eu fiz até agora.
Facebook excluído
Instagram desinstalado
Youtube tá meio parado
Twitter excluído desde 2020
Mastodon não uso ainda.
Agora eu tô achando conteúdo que me interessa e me inscrevendo na newsletter por email.
Gostei dessa abordagem.
Eu não uso nenhuma das redes que normalmente são classificadas como redes sociais (Instagram, Facebook, Twitter, TikTok, etc). Tenho conta em algumas, mas nunca engajei muito. E atualmente estou há mais de dois anos que sequer acesso essas contas. No máximo acesso um ou outro link do Instagram que alguém manda diretamente (pelo navegador, de forma anônima). Mas não é como se fosse um teste ou qualquer coisa do tipo, eu só nunca tive muito interesse.
Mas infelizmente não posso dizer o mesmo do YouTube. Sou facilmente tragado pelo algoritmo e acabo perdendo muito tempo por lá frequentemente.
Meu sonho que o Brasil dê uma de UE e projete uma integração entre todas as redes. Assim, posso falar do Signal com alguém que está no Whatsapp, sem precisar de conta lá e sem ter que interagir com a patifaria que aquilo virou.
Precedente pra (quase) isso já tem (PIX).
Hoje em dia, consegui me livrar das redes. Uso o que preciso, mas não tenho conta nelas.
Não acho que um “basta” repentino é a solução para quem está viciado ao extremo. Isso gera uma abstinência absurda na volta.
No caso dele, não me parece que ele tenha uma vida completamente virtual. Nesses casos, pode ser uma experiência boa. Vou acompanhar e ver o resultado. Obrigado pela indicação.