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[en] Exportar PDF CMYK no Inkscape está praticamente ao nosso alcance traduzir davidrevoy.com

Artigo em inglês sobre o trabalho fantástico do Martin Owen, desenvolvedor que tem produzido melhorias brilhantes no Inkscape, bancado por financiamento coletivo de usuários. Foi um dos responsáveis pela recente implementação das “múltiplas páginas” (sonho de quem foi privado pela Adobe do saudoso Macromedia FreeHand). Eu sou fã dele, recomendo a leitura, e, se você tiver condições, apoio.

5 comentários

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  1. Fico contente, pois migrei do Corel Draw para Inkscape recentemente.

    Inkscape não possui todas as funções oferecidas pelo Corel, isso é fato, mas creio que com a combinação Inkscape + Scribus, dá pra fazer praticamente tudo que eu fazia no Corel.

    Ainda estou aprendendo usar essas novas ferramentas.

  2. Me surpreende o Inkscape não ter um recurso tão básico. É um sinal que ainda está muito longe dos softwares livres da área criativa (design, fotografia e vídeo) chegarem ao nível de recursos de suítes como as da Adobe da Serif.

    1. Pois acredite, esse não é um recurso básico e requer uma infraestrutura nada trivial. Convido você a olhar com mais cuidado o Inskcape que tem sido usado profissionalmente por muita gente (em combinação com o Scribus para saída CMYK). Não vejo da mesma forma que você o nível das ferramentas livres em relação às proprietárias, em especial tendo em vista ferramentas como GIMP e Blender (esse último é considerado um dos “padrões da indústria”).

      1. Já usei GIMP e Inkscape; são fraquíssimos comparados ao Photoshop e Illustrator. O Blender é exceção. A filosofia do software livre é bonita, mas temos que ser realistas: quem ganha dinheiro com isso precisa de ferramentas que aumentem a produtividade, e não que precise ficar fazendo gambiarras ou moldando sua entrega porque o software escolhido não tem os recursos necessários.