Algumas práticas interessantes para manter sites duradouros. Parece um pouco com a proposta do MdU.
Acha as sugestões aplicáveis? Pensa sobre isso?
Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS
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Algumas práticas interessantes para manter sites duradouros. Parece um pouco com a proposta do MdU.
Acha as sugestões aplicáveis? Pensa sobre isso?
Eu gosto de ler essas dicas, mas as vezes essa aversão a fonte personalizadas como apenas firula faz com que boas dicas passem batidas. Pra mim é tão bobagem dizer que você não de precisa de fontes diferentes quanto que você precisa, acho que vão ter contextos para cada uma das coisas. Algumas coisas que eu acho bacana pensar sobre fontes nesse sentido:
1 – Crie seu próprio CSS para utilizar as fontes, assim evita depender de serviços terceiros e você tem maior controle sobre a versão que está usando.
2 – Se otimização for uma questão:
2.1 – Se você utilizar mais de um estilo de fonte (bold, itálico, semibold, etc) verifique se existe uma versão variável da fonte. Geralmente esse arquivo contém todas as variações de estilo da fonte em um único arquivo e pode ser menor do que as fontes separadas.
2.2 – Restrinja o conjunto de caracteres das fontes. As vezes algumas fontes possuem suporte pra escrever em várias línguas, se você escrever apenas em português reduzir o conjunto de caracteres para apenas latino pode ajudar com o tamanho. O FontSquirrel (https://www.fontsquirrel.com) oferece diversas opções para isso.
Claro, que o contexto que estou falando aqui é de um site que é não apenas focado em texto e que tem outras necessidades além da transmissão da informação textual.
Boas orientações, mas senti falta de um comentário (ou até uma solução) para o domínio. É um negócio “alugado”, e não dá para pagar mais do que 10 anos à frente. (Sem falar que, mesmo no teto de 10 anos, é um valor pesado para bancar numa tacada só.)
Realmente…
Aqui no Brasil, o registro.br tem um plano para domínios com a extensão nom.br (nome.sobrenome.nom.br) a partir de R$ 40,00 por 3 anos até R$ 124,00 por 10 anos.
Me identifiquei muito! Vou aderir oficialmente (uma vez que já cumpro algumas das recomendações).
Quando decidi publicar meu sitezinho, primeiro experimentei HTML e CSS puros, depois passei pelo jekyll, hugo, pelicano, zola (gostei muito desse), mas sentia falta de algo (curiosidade felina): saber o que estava acontecendo por baixo dos panos (pelo menos a maior parte). Eu queria simplicidade, entender coisas que essas ferramentas omitiam.
Foi quando encontrei geradores de sites estáticos baseados em bash e me lembrei da Solene, que escreveu o próprio gerador do site dela (que também exporta para gopher! Ainda pretendo publicar neste formato também).
Usei muitas dessas ferramentas até encontrar o vídeo do rwx ensinando como converter arquivos no formato Markdown para HTML usando o Pandoc (o jeito atual que atualizo o sitezinho).
Meu primeiro site oficial foi para um professor que dizia: “aqui é uma extensão virtual de minha mente analógica” (já vi essa referência antes, mas não lembro onde). Ele realmente tinha muito conteúdo de qualidade para compartilhar e por isso, aceitei o desafio (isso me ajudou a aprender muitas coisas na época, incluindo o senso de manutenção e preservação a longo prazo).
Eu queria um site duradouro como os de RMS e lxoliva, mas com uma apresentação mínima (rs) e recentemente, me preocupo muito com acessibilidade. Por isso voltei ao HTML e CSS puros.
Quero deixar disponível as coisas que aprendi, meus melhores textos, minhas melhores aulas, etc. para que outros tenha acesso da mesma forma que tive num passado recente (quase remoto), ao vimtutor, ao tutorial do emacs, as RFCs, enfim, sobre tudo de bom acessível nessa utopia perdida que chamamos de Internet.
Hmm, parece-me que geradores de sites estáticos cumprem essa função, não? Na real, eles facilitam e automatizam alguns processos — por exemplo, a conversão de Markdown para HTML. A “saída” é, como diz o nome, um site estático, muito similar ao que você faria na mão, só que automatizado.
Isso mesmo Ghedin. Mas, na minha experiência de uso, os geradores convencionais parecem limitar alguns ajustes finos, o que acaba retirando a praticidade deles quando precisamos fazer algumas dessas revisões (pelo menos nas esquisitices do CSS). Por enquanto (não aprendo), o que pude fazer (aquele improviso permanente), foi automatizar as gambiarras (bem documentas lá no repo rs) do processo para gerar as páginas estáticas do sitezinho.