Carleigh Beriont é candidata nas primárias do Partido Democrático para o distrito 1 da assembleia estadual do estado estadunidense de New Hampshire.
Também não posta nada nas redes sociais desde 2020.
E uma parte importante da sua mensagem de campanha é estar não nas redes sociais, mas nas ruas.
Mesmo em um país onde a população, ao contrário de um país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza, ainda não está na cracolândia das redes sociais, será que ainda é possível disputar e vencer uma eleição sem redes sociais?
4 comentários
Uma candidatura distrital dos EUA? Talvez. No Brasil nem pra vereador.
Possível é, mas as redes tem um papel importante na transparência e divulgação de propostas.
Mesmo assim, acho que a bandeira que ela defende é muito importante para mostrar que a vida não acontece on-line.
Política é o agir com o outro, é a soma da população e suas atitudes.
Se um político age sem internet e faz o seu trabalho – intermediar ações entre pares e direcionar verbas para itens públicos como serviço e infraestrutura, é óbvio que ela ganhará atenção, e de quebra, não importa se on ou off line, terá seus votos.
Isso claro em uma visão utópica de certa forma.
A resposta para essa pergunta varia conforme a sociedade e sua condição. Se a gente questiona o Brasil, só lembrando que tem gente que pega o voto do “lixo”, no caso do santinho jogado nas ruas no dia anterior da eleição. Se bem que teve candidato que passou a eleição inteira dando a potenciais eleitores folhas caídas que ele recolheu e pôs a propaganda dele.
Ano que vem é deputados, senadores, governadores e presidente. Pensemos sobre e boa sorte para nós…
No cenário atual? Acho difícil, porém não impossível. Mas fica bem difícil msm. Pq querendo ou não, rede social é a forma rápida/barata de ter alcance massivo nos dias de hje.