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[en] Dicas para usar desktops virtuais no Gnome traduzir blog.cemunalan.com.tr

Acho que todos os sistemas operacionais desktop modernos oferecem o recurso de espaços/desktops virtuais. Coisa que eu nunca usei, mas que fiquei tentado a experimentar depois de ler essas dicas.

Vocês usam? Se sim, como? Alguma dica para quem deseja testar esse modo de trabalhar?

5 comentários

5 comentários

  1. uso desde 1997 (!) no Linux

    sempre sempre falta no Windows, não sei como as pessoas conseguiam trabalhar sem isso

    no Windows 7 eu usava um aplicativo externo chamado Dextop
    era muito bom, tinha até o cubo!

    hoje no Windows 11 tenho 7 desktops virtuais

  2. Topei com este relato depois de postar aqui no Órbita.

    Gostei da ideia dela de usar um espaço como “âncora”. Passei o dia de hoje com quatro ou cinco espaços/desktops virtuais ativos, e me perdi em alguns momentos. Ter sempre uma âncora deve ajudar. (No meu caso, “ancorei” o app de e-mail no segundo espaço.)

    Talvez essa seja uma solução interessante: deixar o e-mail no segundo espaço, fora do campo de visão, mas sempre acessível. Às vezes eu perco muito tempo indo e voltando do e-mail.

  3. Já tentei, tanto no Gnome como no Windows. Como eu costumava fazer várias coisas ao mesmo tempo e não desligar o computador, deixava uma área de trabalho para cada tarefa. No fim isso só me atrapalhou mais e desisti. Agora tento deixar o mínimo de programas abertos quando possível, e só fazer uma coisa de cada vez. Se me pego procrastinando na internet, vendo rede social, etc ajuda ver o ícone do trabalho a ser feito gritando ali em baixo ou na aba ao lado.
    Como nota também desisti do Gnome e no Linux em geral, infelizmente. Adorava o ambiente de trabalho, mas não ter os softwares cad que dependo para trabalhar é muito ruim e o dualboot também me tirava ainda mais o foco do que precisava ser feito. Agora só rodo linux de vez em quando em máquinas virtuais para testar alguma coisa.

  4. Uso 3 telas aqui, que andam juntos no monitor ultrawide e tela do notebook:
    – Tela 1 (Pessoal): Tuta Mail e Telegram dividindo o monitor e Firefox no notebook
    – Tela 2 (Programação): PhpStorm no monitor e Edge para debug no notebook
    – Tela 3 (Trabalho): Edge no monitor e WhatsApp Business e Meet dividindo o notebook
    Qualquer outra coisa que preciso abrir costuma ser muito brevemente e só abro em qualquer lugar, por cima mesmo, e depois fecho.
    Sempre troco os atalhos para Ctrl + setas, assim troco de tela só com a mão direita rapidamente.

  5. Eu uso assim (num monitor ultrawide):

    – Tela 1: Obsidian + Slack trabalho (meia tela para cada)
    – Tela 2: Navegador com perfil de trabalho + Terminal + VSCode (todos full screen, alternando, eventualmente duplicando navegador em meia tela)
    – Tela 3, 4, etc: Navegadores com perfil pessoal, social, outros projetos, qualquer outra coisa que precise abrir (editor de texto, planilha, etc).

    Com uso de CTRL + ALT + setas passo de uma área para outra, e com CTRL + SHIFT + ALT + setas movo janelas de uma área para outra. (no Ubuntu 20.04 as áreas são na vertical, a partir do 22.04 são na horizontal, ainda não me adaptei pois meu computador principal roda 20.04 e o notebook 22.04… tudo deve se organizar no 24.04 quando sincronizo os dois).

    Como não desligo o computador, apenas hiberno, esta configuração me coloca direto no trabalho do dia anterior (Docker no terminal, projeto e arquivos abertos no VSCode, navegador na tela do projeto em que estou trabalhando).

    Tudo que é provisório eu fecho (tipo, checando emails que não de trabalho são um perfil diferente no navegador, navegador de arquivos, etc), assim administro (pouco, mas administro) as distrações.