4 comentários

  1. Nunca entrou na minha cabeça que alguém teria interesse em usar o kindle pra comprar livros. Navegar pra livros sempre foi a melhor opção.

    Se é por uma questão de posse, a cópia física faz muito mais sentido do que algo virtual.

    1. Olá,
      Eu não entendi o que você queria expressar com o termo “posse”, porque no entendimento jurídico posse é diferente de propriedade.
      E também discordo sobre a diferença da sua afirmação sobre cópia física e virtual.

      Obs1: O fato de usar o Kindle para comprar livros talvez não passe pela nossa cabeça, pois o ser humano tem o hábito de procurar o melhor preço.
      Obs2: Outro objeto criado para fazer compras na Amazon que a maioria das pessoas não usa para essa finalidade é a Alexa (Echo Dot/Pop/Show).

  2. Kindle e afins, pra mim, são só uma forma de ler livros do sete mares. Para adquirir algo, prefiro pegar edições físicas.

  3. Na verdade a gente já sabia que isso vinha acontecendo, mas o cara do vídeo abordou de uma forma mais ampla.
    Sinceramente acho improvável reverter isso. Não acredito que algum governo faça algo a respeito, e nem que os consumidores mudem seus hábitos de compra.
    Mas espero estar errado..

    Para quem não puder assistir o vídeo, segue o resumo feito pelo Gemini:
    * O vídeo aborda a questão de por que apoiar a Amazon é considerado prejudicial, especialmente no contexto do espaço editorial [01:23].
    * O autor esclarece que o objetivo não é envergonhar as pessoas por usarem a Amazon, mas sim informar e potencialmente influenciar os hábitos de compra de livros [01:37].
    * O vídeo destaca como a Amazon prejudica os autores por meio do domínio do mercado, royalties abaixo dos padrões da indústria e programas de exclusividade que se tornam armadilhas [02:25].
    * Os autores que auto publicam na plataforma Kindle têm duas opções: exclusividade no Kindle ou permitir que seus livros sejam vendidos em outras plataformas online [02:44].
    * A exclusividade oferece royalties mais altos e melhor promoção, mas também incentiva os autores a investirem seu próprio dinheiro no sistema Kindle [03:03].
    * A Amazon domina o setor, forçando os autores a aceitarem acordos piores para alcançar os leitores [05:12].
    * Os leitores também são afetados, pois os livros comprados na Kindle Store só podem ser lidos em dispositivos aprovados pela Amazon e não podem ser compartilhados por meio de cabos USB [06:05].
    * A Amazon reserva-se o direito de revogar, censurar e alterar um livro que você comprou [06:48].
    * A Audible, de propriedade da Amazon, detém 60% do mercado de audiolivros, e os autores recebem taxas piores se não forem exclusivos [08:22].
    * O vídeo compara o domínio da Amazon com o da Bell System no setor de telecomunicações, argumentando que os livros precisam ser protegidos do controle de uma única empresa [10:52].
    * A Amazon tem uma influência gigantesca sobre as vendas de livros, com mais de 50% das vendas de livros impressos, mais de 60% das vendas de audiolivros e mais de 80% das vendas de e-books [12:05].
    * O vídeo sugere alternativas como comprar cópias físicas, usar leitores eletrônicos Kobo e apoiar livrarias locais [17:02].
    * O vídeo conclui que a intervenção federal pode ser necessária para resolver o domínio da Amazon no setor editorial [18:25].
    Espero que isso seja útil!