3 comentários

  1. Curti bastante essa matéria! Ela reforça algumas impressões que tenho de fora, principalmente da aura meio esotérica do mercado de SEO (alguém disse que SEO é astrologia da galera de tecnologia) e do papel duplo que o Google desempenha, desestimulando e estimulando esse mercado ao mesmo tempo.

    1. Não imagino que aconteceria de outra forma – se não fosse o Google, seria algum outro buscador dominante – mas é triste/curioso como hoje se produz “conteúdo”
      para encher a plataforma.

      Os vídeos são longos e repetitivos, porque o YouTube “gosta” de frequência e volume. Pessoas “resolvem” problemas que não existem, porque isso viraliza como vídeo curto. Há um fluxo constante de textos irrelevantes, que só re-escrevem algo existente otimizando para busca, basicamente pessoas sendo LLMs.

      Não é que a busca ficou ruim, é porque tudo é moldado para ser buscado, não para o consumidor.

      1. Talvez fosse inevitável mesmo, mas acho que a postura do Google, de incentivar SEO, de validá-lo, se destaca. E concordo com a sua última frase, uma versão alternativa do proverbial rabo que balança o cachorro.