Depois que a capacidade do meu repositório do Google ficou perto de saturar, eu apaguei todos os emails que eu tinha entre 2004 e 2017. Eu vou apagando aos poucos dando uma revisada no passado até para ver como eu usava o e-mail naquela época. Minha ideia é manter só os últimos 5 anos. Se tem algum arquivo importante, eu salvo no G-Drive.
No pessoal: Arquivo e separo por pastas, o que for realmente inútil (newsletter de notícias, tokens etc..) eu deleto.
Regras de encaminhamento para uma conta na aol pra fazer uma cópia online (já me salvou quando perdi acesso ao email acadêmico). Uma vez por ano faço backup local dos e-mails.
Eu nunca aprendi a usar email dessa forma “certa”, porque só fui entender o que era uma caixa de entrada bem depois que já usava PC há muitos anos, então meu mal hábito sempre foi deixar tudo na caixa de entrada, só movendo alguns para pastas ocasionalmente. Inclusive, acho que isso é um grande *gap* de UX lá dos primórdios da internet, porque muita gente leiga em informática também nunca entendeu essa questão de que os emails devem sair da caixa de entrada depois de tratados.
O “Arquivar” é de 2004. Surgiu com o Gmail. Antes disso, o espaço para e-mails era tão apertado (2 MB no Hotmail!) que o comportamento padrão era apagar tudo, menos o que era importantíssimo. A menos que você usasse um cliente de e-mail com o protocolo POP3, que baixa transfere os e-mails do servidor para o computador, abrindo espaço no servidor.
Sim, você tá certo Ghedin, nessa época eu excluía emails com anexo e spam pra não lotar a caixa, mas já mantinha o resto na inbox. Depois do Gmail que passei a manter tudo, só fui parar pra entender o arquivar mais tarde.
O ex-CEO do Google, Eric Schmidt tinha uma prática de apagar praticamente todos os emails assim que os lia.
Excluo quase tudo. Só guarda notas fiscais, recibos e documentos importantes. O resto vai tudo fora.
E não só e-mail, mas para qualquer coisa na vida sou assim, tanto digital quanto físico.
Arquivo só os importantes, ou que vou precisar em algum momento. Do resto, mando direto para lixeira.
O email corporativo é limpo automaticamente a cada nãolembroquantos meses, então deixo tudo na caixa de entrada mesmo
No email pessoal eu:
Arquivo: Notas fiscais, recibos, documentos em geral ou os (hoje tão raros) raros emails escritos a mão por algum amigo ou conhecido
Excluo: o resto (acho que só sobrou mailmarketing). Não entrei na moda das newsletter por email, mas acredito que se assinasse alguma iria excluir depois de ler também.
Já fui mais acumuladora de e-mails, mas a regra que tenho em mente é todo o fim de ano fazer uma limpeza, seja mas gavetas e prateleiras de casa, seja no notebook. Então, eu doo roupas (ou separo o que dá para negociar no brechó) e livros, apago e-mails e pastas que não vou usar mais, principalmente com imagens arquivadas. Essa sensação de dar espaço para o novo me traz uma alegria e a certeza que vou acumular coisas novas por mais um ano. Só fica o que for essencial mesmo. Desapeguem, gente!
Se eu pudesse Ignorar emails no outlook mas mandando a outra pasta, salvaria muito mais emails.
Sou acumulador e a mentalidade de “espaço infinito” do Gmail me contaminou. Desde sempre eu só arquivo.
As vezes, raramente, resolvo buscar por algum tipo de e-mail específico (remetente, assunto, data ou algo assim) e excluir alguns lotes. Mas no fim não me importo, porque o espaço em si é absolutamente irrisório e não torna nada mais pesado.
Se fosse me preocupar com algo, seria com privacidade, e daí nem tem mais a ver com os dados históricos em si.
A questão para mim nem é a ocupação de espaço (embora isso conte também), mas a organização. Com menos “matéria-prima”, os resultados de pesquisas ficam menos poluídos e é mais fácil encontrar alguma coisa.
É em em ocasiões de pesquisa que as vezes faço algumas exclusões em massa pontuais! hehehe
Costumo guardar os e-mails do ano anterior em uma pasta específica por um ano, depois disso excluo sem dó.
Uso a estratégia de arquivar e/ou encaminhar em pastas específicas. Eu sou meio que um acumulador no meio digital, não costumo deletar as coisas que recebo, mas gosto de deixar as coisas separadas por categorias (quando possível e quando tenho tempo).
Leio e apago.
Depois que a capacidade do meu repositório do Google ficou perto de saturar, eu apaguei todos os emails que eu tinha entre 2004 e 2017. Eu vou apagando aos poucos dando uma revisada no passado até para ver como eu usava o e-mail naquela época. Minha ideia é manter só os últimos 5 anos. Se tem algum arquivo importante, eu salvo no G-Drive.
No pessoal: Arquivo e separo por pastas, o que for realmente inútil (newsletter de notícias, tokens etc..) eu deleto.
Regras de encaminhamento para uma conta na aol pra fazer uma cópia online (já me salvou quando perdi acesso ao email acadêmico). Uma vez por ano faço backup local dos e-mails.
Eu nunca aprendi a usar email dessa forma “certa”, porque só fui entender o que era uma caixa de entrada bem depois que já usava PC há muitos anos, então meu mal hábito sempre foi deixar tudo na caixa de entrada, só movendo alguns para pastas ocasionalmente. Inclusive, acho que isso é um grande *gap* de UX lá dos primórdios da internet, porque muita gente leiga em informática também nunca entendeu essa questão de que os emails devem sair da caixa de entrada depois de tratados.
O “Arquivar” é de 2004. Surgiu com o Gmail. Antes disso, o espaço para e-mails era tão apertado (2 MB no Hotmail!) que o comportamento padrão era apagar tudo, menos o que era importantíssimo. A menos que você usasse um cliente de e-mail com o protocolo POP3, que baixa transfere os e-mails do servidor para o computador, abrindo espaço no servidor.
Sim, você tá certo Ghedin, nessa época eu excluía emails com anexo e spam pra não lotar a caixa, mas já mantinha o resto na inbox. Depois do Gmail que passei a manter tudo, só fui parar pra entender o arquivar mais tarde.
O ex-CEO do Google, Eric Schmidt tinha uma prática de apagar praticamente todos os emails assim que os lia.
Excluo quase tudo. Só guarda notas fiscais, recibos e documentos importantes. O resto vai tudo fora.
E não só e-mail, mas para qualquer coisa na vida sou assim, tanto digital quanto físico.
Arquivo só os importantes, ou que vou precisar em algum momento. Do resto, mando direto para lixeira.
O email corporativo é limpo automaticamente a cada nãolembroquantos meses, então deixo tudo na caixa de entrada mesmo
No email pessoal eu:
Arquivo: Notas fiscais, recibos, documentos em geral ou os (hoje tão raros) raros emails escritos a mão por algum amigo ou conhecido
Excluo: o resto (acho que só sobrou mailmarketing). Não entrei na moda das newsletter por email, mas acredito que se assinasse alguma iria excluir depois de ler também.
Já fui mais acumuladora de e-mails, mas a regra que tenho em mente é todo o fim de ano fazer uma limpeza, seja mas gavetas e prateleiras de casa, seja no notebook. Então, eu doo roupas (ou separo o que dá para negociar no brechó) e livros, apago e-mails e pastas que não vou usar mais, principalmente com imagens arquivadas. Essa sensação de dar espaço para o novo me traz uma alegria e a certeza que vou acumular coisas novas por mais um ano. Só fica o que for essencial mesmo. Desapeguem, gente!
Se eu pudesse Ignorar emails no outlook mas mandando a outra pasta, salvaria muito mais emails.
https://manualdousuario.net/orbita-post/como-ignorar-e-mails-no-outlook-mas-nao-tanto/
Sou acumulador e a mentalidade de “espaço infinito” do Gmail me contaminou. Desde sempre eu só arquivo.
As vezes, raramente, resolvo buscar por algum tipo de e-mail específico (remetente, assunto, data ou algo assim) e excluir alguns lotes. Mas no fim não me importo, porque o espaço em si é absolutamente irrisório e não torna nada mais pesado.
Se fosse me preocupar com algo, seria com privacidade, e daí nem tem mais a ver com os dados históricos em si.
A questão para mim nem é a ocupação de espaço (embora isso conte também), mas a organização. Com menos “matéria-prima”, os resultados de pesquisas ficam menos poluídos e é mais fácil encontrar alguma coisa.
É em em ocasiões de pesquisa que as vezes faço algumas exclusões em massa pontuais! hehehe
Costumo guardar os e-mails do ano anterior em uma pasta específica por um ano, depois disso excluo sem dó.
Uso a estratégia de arquivar e/ou encaminhar em pastas específicas. Eu sou meio que um acumulador no meio digital, não costumo deletar as coisas que recebo, mas gosto de deixar as coisas separadas por categorias (quando possível e quando tenho tempo).