Se tivesse (tiver?) algo malicioso nisso, meio que já era, não? A troca de mãos foi há dois meses, e só se tornou pública porque os novos donos alteraram certificados do aplicativo.
(Em uma nota incidental, nunca precisei de um app desses. Sempre que um permite, eu removo o ícone da menubar, exceto se essencial para que ele funcione. Neste momento, a minha tem cinco ícones — e um deles eu ainda não fucei para ver se dá para remover, pois dispensável.)