Isto aqui é das melhores coisas que já li que explicam por que soluções individuais — do “é só não usar” à alternativa paga e inacessível para remover práticas comerciais abusivas — não são respostas a grandes problemas sistêmicos.
De lá:
Nossas vidas modernas são construídas a partir de cadeias de suprimentos em todo o mundo que exigem vastos sistemas de logística e incrível velocidade de comunicação para fazer sentido. Cada tecnologia não apenas libera um novo estado de aceleração expandida (que será codificado em nossas vidas como a nova base para nossa sobrevivência), mas também será usada como base para que novas tecnologias continuem esse processo. A maioria das pessoas não experimenta essa tecnologia como “libertando-as”. Em vez disso, experimentam-na como algo que se propaga em torno delas e algo que elas devem correr para acompanhar para não serem “deixadas para trás”.
O exemplo do carro é muito bom, o alerta da inteligência artificial, idem — exatamente o que tentei articular neste podcast.