Eu to tentando ir nesse caminho a um tempo já, de depender um pouco menos de aplicações web. Perde-se um pouco da praticidade, mas ganha-se controle.
Eu li o texto e me lembrei do Georges Stavracas, que tem discutido em lives no Youtube o andamento do Gnome – uma interface do Linux. Ele destaca muito o fato do ambiente ser pensado para manter os arquivos com o próprio usuário, sem depender de servidores externos. Considero uma ótima ideia.
Particularmente, me parece que a nuvem, em sua aplicação para o usuário comum – Google Drive, OneDrive, Dropbox e afins – é uma estrutura de coleta de dados muito grande com só duas praticidades de fato: a conectividade e o uso como backup. E alto custo, além do monetário: qualidade limitada ao desempenho da internet, menos espaço de armazenamento, menos privacidade, pouca clareza quanto ao armazenamento dos dados e acúmulo de poder junto às big techs.
Se existisse uma maneira de transferir minhas fotos para o meu notebook e manter cópias organizadas delas em meu celular e nele, eu certamente usaria. O Google Fotos não é necessário para isso, e ainda me limita a reduzir a qualidade das imagens e a me limitar a 16 GB se não estiver disposto a gastar. Se eu conseguisse fazer o mesmo com meus relatórios e artigos, sincronizando-os com colegas de pesquisa/trabalho, não precisaria do Google Docs. Mas, no momento, é impossível abrir mão dessas praticidades. Adoraria que fosse desenvolvida essa forma de integração P2P, seria realmente um grande passo.
O mais próximo que vi do que está querendo é o Syncthing, ele permite fazer essas pontes só entre seus devices e até mesmo opções com intermediadores
Essas materias longas da Wired eram boas de ler na epoca da revista (velho? velho!). Enrolam demais colocando historinhas.
Por anos eu falava “nuvem é no nome de um computador que não te pertence”.
Insistir no erro é burrice, ou simplesmente a nuvem amadureceu.
Não tem como viver sem a nuvem, e o problema não é ela em si (g/one drive por exemplo são importantíssimos), é apenas o fato que muitas empresas vão para a nuvem sem oferecer nada de vantage, não estou citando nomes Adobe não se preocupa.
Existem uma gama de serviço que hoje é melhor por ser em nuvem. Colocar no teu link que é mais instável, em uma energia eletrica que é mais instável, e em um servidor que é mais instável, simplesmente pode não compensar.
E acima disso tudo coloca preço do hardware. E manter. E manter seguro. E ajustar tudo que sempre da pau.
Medo de nuvem para min é coisa de idealismo (uso linux pois não me rastreiam!!), pouca experiencia, ou talvez no extremo oposto onde está tratando com estruturas gigantes que a propria empresa pode ser considerada sua nuvem.
Os caras imaginam ou descobrem um “problema”.
Então criam uma solução e vendem.
Depois dizem que essa solução, na verdade é um problema.
E daqui a pouco vão vender outra solução para a solução anterior que eles disseram que na verdade era um problema (criado pelos próprios).
E vc, consumidor, ávido por tecnologias e soluções para problemas que só existem pra vc, vai gastando o seu dinheiro a cada solução/problema.
mas afinal isso sempre foi assim né? em vários aspectos da vida, não apenas informática. o mercado precisa fomentar o consumo….
Eu to tentando ir nesse caminho a um tempo já, de depender um pouco menos de aplicações web. Perde-se um pouco da praticidade, mas ganha-se controle.
Eu li o texto e me lembrei do Georges Stavracas, que tem discutido em lives no Youtube o andamento do Gnome – uma interface do Linux. Ele destaca muito o fato do ambiente ser pensado para manter os arquivos com o próprio usuário, sem depender de servidores externos. Considero uma ótima ideia.
Particularmente, me parece que a nuvem, em sua aplicação para o usuário comum – Google Drive, OneDrive, Dropbox e afins – é uma estrutura de coleta de dados muito grande com só duas praticidades de fato: a conectividade e o uso como backup. E alto custo, além do monetário: qualidade limitada ao desempenho da internet, menos espaço de armazenamento, menos privacidade, pouca clareza quanto ao armazenamento dos dados e acúmulo de poder junto às big techs.
Se existisse uma maneira de transferir minhas fotos para o meu notebook e manter cópias organizadas delas em meu celular e nele, eu certamente usaria. O Google Fotos não é necessário para isso, e ainda me limita a reduzir a qualidade das imagens e a me limitar a 16 GB se não estiver disposto a gastar. Se eu conseguisse fazer o mesmo com meus relatórios e artigos, sincronizando-os com colegas de pesquisa/trabalho, não precisaria do Google Docs. Mas, no momento, é impossível abrir mão dessas praticidades. Adoraria que fosse desenvolvida essa forma de integração P2P, seria realmente um grande passo.
O mais próximo que vi do que está querendo é o Syncthing, ele permite fazer essas pontes só entre seus devices e até mesmo opções com intermediadores
Essas materias longas da Wired eram boas de ler na epoca da revista (velho? velho!). Enrolam demais colocando historinhas.
Por anos eu falava “nuvem é no nome de um computador que não te pertence”.
Insistir no erro é burrice, ou simplesmente a nuvem amadureceu.
Não tem como viver sem a nuvem, e o problema não é ela em si (g/one drive por exemplo são importantíssimos), é apenas o fato que muitas empresas vão para a nuvem sem oferecer nada de vantage, não estou citando nomes Adobe não se preocupa.
Existem uma gama de serviço que hoje é melhor por ser em nuvem. Colocar no teu link que é mais instável, em uma energia eletrica que é mais instável, e em um servidor que é mais instável, simplesmente pode não compensar.
E acima disso tudo coloca preço do hardware. E manter. E manter seguro. E ajustar tudo que sempre da pau.
Medo de nuvem para min é coisa de idealismo (uso linux pois não me rastreiam!!), pouca experiencia, ou talvez no extremo oposto onde está tratando com estruturas gigantes que a propria empresa pode ser considerada sua nuvem.
Os caras imaginam ou descobrem um “problema”.
Então criam uma solução e vendem.
Depois dizem que essa solução, na verdade é um problema.
E daqui a pouco vão vender outra solução para a solução anterior que eles disseram que na verdade era um problema (criado pelos próprios).
E vc, consumidor, ávido por tecnologias e soluções para problemas que só existem pra vc, vai gastando o seu dinheiro a cada solução/problema.
mas afinal isso sempre foi assim né? em vários aspectos da vida, não apenas informática. o mercado precisa fomentar o consumo….