No vídeo a pessoa comenta sobre a cultura de exposição e publicização (isso é uma palavra?) de cada segundo do nosso dia a dia e como o diário pode ser uma alternativa punk contracultura a esse movimento.
Achei bem interessante, apesar de que poderia ser um texto.
5 comentários
Muitas vezes começo a escrever em rede social, sinto que o tom tá subindo, solto as amarras, despejo tudo… Depois eu recorto e colo no Daylio. Às vezes vai até com print do post que desencadeou o texto.
Bem interessante, achei legal essa ideia de registrar inclusive o que instigou o sentimento
Havia um app para iOS que era um “Twitter privado”: a apresentação lembrava a do Twitter, mas os “posts” não iam a lugar algum, só apareciam para você. A proposta era oferecer um lugar para extravasar, sem as consequências de fazê-lo em público. (Há muito tempo o app foi encerrado; nem lembro o nome dele.)
Dá para fazer algo similar com aquelas conversas consigo mesmo em apps de mensagens, como Signal e WhatsApp. Às vezes uso a do Signal para registrar um evento, uma sensação, um sentimento. Depois, copio esse textinho para o meu diário, que é só um
*.txtsimples com entradas marcadas com data e hora.Nunca vi muito propósito dessas conversas comigo mesmo, mas gostei dessa ideia, até porque você meio que já tá ali numa plataforma de rede social, o ferramental vai ser bem parecido né
Massa, vi algo assim no tiktok tb (a ironia haha), é que é muito “performance” né, parece que tem q mostrar, tem que fazer pra ter um fim, é o que dá ter hobby que se cria dentro do capital, como modela o pensamento, a linguagem, normal a gente estar na fase de “compartilhar”