Tem o clássico Obsidian e outros 12 exemplos.
Imagino que a audiência do Manual seja um pouco fora da curva, mas pergunto mesmo assim: a licença do software influencia na escolha? Em que medida?
5 comentáriosBluesky, Mastodon, Telegram e RSS
Tem o clássico Obsidian e outros 12 exemplos.
Imagino que a audiência do Manual seja um pouco fora da curva, mas pergunto mesmo assim: a licença do software influencia na escolha? Em que medida?
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Não entendo como o Everything e o IrfanView não têm o código aberto.
Eu prefiro softwares licenciados sob a GPL ou alguma licença aberta, mas uso proprietários também (Windows e Microsoft Office, por exemplo).
Eu sempre que posso uso open source. De todas as opções apresentadas no artigo, o único que eu uso atualmente é o Plex, por falta de alternativa. Atualmente uso uma TV que só consegui instalar o cliente do Plex para assistir conteúdos da minha central multimídia (mas já trabalhando em uma alternativa para mudar para o Jellyfin).
Ainda na lista, tenho uma história com o Discord. Uma vez, por conta de trabalho, me pediram para começar a usar. Após ler os termos de uso e discordar deles, fiz uma campanha para que a equipe trocasse por uma alternativa open source. Até hoje utilizam clientes da matrix.org :-)
Quanto a influência na escolha, pra mim além de ser uma escolha política/ideológica, tem uma parte prática: software open source tem menos chance das coisas mudarem de uma hora para a outra, por exemplo algo ficar pago, uma funcionalidade X ou Y ser descontinuada, ou alterada radicalmente, e você ter que mudar rotinas/fluxos de trabalho, ou ter que fazer um comprometimento financeiro inesperado com urgência.
Eu dou preferência pra software open source, mas não corro de software proprietário também. Gosto bastante do Vivaldi por exemplo.
E é possível ser 100% livre de software proprietário? Acho que a grande maioria dos BIOS/firmware que usamos é proprietário afinal.
Uma vez até fiz um post no Mastodon sobre isso, tem alguns softwares proprietários que são queridinhos entre a galera do opensource: Notion, Obsidian, Trakt, Vivaldi. Uma vez estava passeando pelo site AlternativeTo e vi um depoimento sobre o Soulseek, que também é proprietário, com o qual me identifiquei muito (em inglês):
“ After two years this comment is still here – and we never got to know why one should avoid it “at all costs”. Sounds really… naive? Let’s look at some facts. Soulseek is an old, straightforward network, which runs fully on donation system. It doesn’t contain any advertisement and functions which could implicate the gathering of user data – you don’t need even an e-mail to register, so if you’re effectively masking your IP (what you should do ALWAYS when using this kind of networks) – there’s nothing to fear. Also because this network is not on any radar. Mostly you find there an old/alternative music gems for freaks, not the newest Marvel movies. The server is used for group messaging and search queries – everything is P2P there. And you have many open-source client for this. Last thing, important. Not everything what’s “propertiary” it’s hundred percent bad. There’s a lot of “open-source” products with much more aggressive financial model than Soulseek, oh boy! This network is simple, works stable from 20 years (!) and actually is community-driven from the beginning. Show me 20yo network which is open-source. It’s really only up to YOU how you will use this network. Please – don’t make a religion from open-source, because it not equals security. Don’t make a “fancy fashion” from it, learn and be smart.”
Eu costumo dar preferência para softwares livres, mas não tenho problema em utilizar soluções proprietárias.