Expectativa: mais espontânedade, mais socialismo, mais respeito.
Realidade: mais “seleção artificial”, mais “burrice artificial”, mais “tentativas de refazer o mundo ao bel prazer”, como se tudo isso redimisse as pessoas ou fizessem “pessoas melhores”.
(Engraçado pensar que só daqui a 20 anos vamos por exemplo saber se uma pessoa geneticamente modificada ou escolhida será melhor ou pior que todos os outros e se isso no final não é a realidade de “Admirável Mundo Novo”, e agora todo mundo vai ser feito “in vitro” e categorizado…)
Quanta lorota
É… né? Estações espaciais para turismo daqui a seis meses? (Foi o que consegui ler antes de bater no paywall.) Acho que não vai rolar.
Expectativa: mais espontânedade, mais socialismo, mais respeito.
Realidade: mais “seleção artificial”, mais “burrice artificial”, mais “tentativas de refazer o mundo ao bel prazer”, como se tudo isso redimisse as pessoas ou fizessem “pessoas melhores”.
(Engraçado pensar que só daqui a 20 anos vamos por exemplo saber se uma pessoa geneticamente modificada ou escolhida será melhor ou pior que todos os outros e se isso no final não é a realidade de “Admirável Mundo Novo”, e agora todo mundo vai ser feito “in vitro” e categorizado…)
Quanta lorota
É… né? Estações espaciais para turismo daqui a seis meses? (Foi o que consegui ler antes de bater no paywall.) Acho que não vai rolar.
“Embryo scoring” soa muito como eugenia…
Penso o mesmo. AVISA!!