Os anúncios no YouTube estão meio insuportáveis — pelo volume, repetição etc. A solução “oficial” para evitá-los é pagar o YouTube Premium, mas não me parece uma troca justa. O Google continua me monitorando e, sei lá, sou meio avesso a dar dinheiro a uma empresa que já lucra tanto.
Encontrei uma solução com o Jellyfin e o yt-dlp: baixo os vídeos que quero e depois vejo na TV, via Jellyfin rodando no computador. Funciona maravilhosamente bem. Eu só estou um pouco incomodado com o “modelo de negócio” dos canais, que dependem de visualizações. Sei que sou só uma que deixa de contabilizar, mas… o que vocês acham: é imoral baixar vídeos do YouTube para ver offline?
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Os criadores de videos geralmente possuem outros meios de monetização sem ser os anuncios, é meio que necessário porque o que eles recebem deles é uma mixaria no melhor dos casos. Então para mim não tem problema moral algum, como já disseram abaixo, ter o video offline disponível para voce adiciona muitas funcionalidades e segurança.
Em vez de assinar youtube ou assinar canal (que ainda vai um imposto pro youtube), eu acho que seria muito melhor pra economia politica do negocio todo se :
cada canal tivesse um padrim – catarse – etc ou melhor ainda um qr code Pix exibido para os consumidores poderem doar fora do youtube, pra ir quase tudo ou até tudo com pix para os criadores.
Os consumidores ( que ganhem salário e não estivessem passando necessidade claro ) tivessem o costume de , escolher uns 3,4,5 canais que fossem os seus preferidos, os que veem todos os videos, que divertem e-ou informam muito, e doassem 1 ou 2 reais para cada um, todo mês. só isso. Se quiserem doar 5 reais ou mais, pode ser também.
Assim, os criadores iam ganhar muito mais grana se pelo menos 10% dos assinantes fizessem isso, talvez 5% já fosse fazer muito dinheiro, muito mais do que botando anúncio, fazendo marketing no meio do video, ou abrindo uma loja para vender caneca e camiseta (mas ainda pode fazer esta opção também)
Uma vez que tivesse escala mínima, os criadores deveriam ir colocando os videos no Peertube junto do youtube, e com alguma esperança, talvez o Peertube sem anuńcios e sem merchandizing e sem algoritmo insano e destrutivo ia comer a audiencia do youtube e substituir o modelo centralizado por um modelo descentralizado e gratuito para todos (custos de informatica deve ser grande, mas como disse, uns 5% da audiencia doando 1 real por mes ou mais já deve cobrir tudo, e não me incomodaria se as instancias peertube abrissem uma pagina de mecenato especifica disso também).
Gostaria que a audiencia seguisse os seguintes critérios de mecenato: pequenos criadores antes dos grandes, país da mesma condição economica ou abaixo (brasileiro entre doar para criador argentino ou canadense, escolhe o argentino).
Eu pago o YouTube Premium com muito gosto. É de longe a melhor assinatura que tenho. Mas eu sempre penso em baixar os vídeos para ter em meu sistema de arquivos. Vídeos de shows, cursos, aulas, vídeos de referências profissionais, por uma questão de medo deles sumirem do nada da plataforma. E isso já aconteceu várias vezes. Mas não conheço uma maneira prática de fazer isso.
Hoje é seu dia de sorte 😄
Já baixei muitos videos que depois foram sumidos da plataforma mesmo.
Unica maneira de preservação para o futuro garantida mesmo é voce mesmo baixar os videos (e outros artefatos tipo legenda ou audio) e guardar em um hd próprio.
A maneira mais prática que permite escolher parametros é usar um programa chamado Jdownloader (https://jdownloader.org/) , que fuciona com interface gráfica e baixa videos de quase todas as plataformas, inclusive facebook etc. É visualmente uma pegada anos 2000, mas funciona e é muito poderoso.
Nas configurações, no plugin do youtube, voce pode escolher se quer por exemplo: baixar só audio, baixar legendas, escolher resolução do video (720pixels ocupa metade do espaço de 1080p, que ocupa metade de 1440p, que ocupa metade de 4K eu acho), escolher formato do video (o youtube geralmente baixa mp4 ou mkv, mp4 é mais compatível com dispotivos mas mkv já é bem compatível e ocupa menos 15% de espaço ou mais), escolher codec de audio (AAC quase sempre, mas tem outros), etc.
Também tem uns addons de firefox que instala um botão de baixar no youtube, que deve ser o yt-p rodando, mas eles só permitem baixar o video em umas resoluções, mas deve ser prático, eu não sei recomendar.
Obrigado, Ghedin! Já deixei configurado aqui um atalho de teclado pra abrir o terminal e colar o link do YouTube com o código de download.
Henrique, vou dar uma olhada no JDownloader tambem, principalmente para baixar de outros sites.
Vocês tem alguma sugestão para salvar junto com o vídeo a descrição do video? as vezes a descrição tem informações bem importantes. Pensei num arquivo txt mas será que existe uma forma mais inteligente?
Eu não sei se existe outra maneira mais inteligente para baixar a descrição do vídeo, mas o Jdownloader consegue sim captar a descrição e baixar como um arquivo .txt, separado do arquivo de video, e essa é a única maneira que eu faço, junto com simplesmente copiar e colar num arquivo de notas.
O jdownloader por default configura para captar video, audio, legenda, e descrição do video, no plugin do youtube.
Cara, sensacional o JDownloader, valeu pela dica!
Eu baixo desde os tempos que os vídeos ficavam numa pasta temp do linux, old times…
Atualmente baixo usando soluções como yt-dlp, newpipe e freetube que permite baixar ou ver sem anúncio.
Acho válido baixar pois assim consigo ver na estrada sem depender de cobertura da rede móvel que pode falhar ou estourar meu pacote de dados.
Baixando fora do youtube premium permite também manipular o arquivo para edição ou compartilhamento offline. Costumava usar para músicas, playlists ou ringtones.
Isso me lembra a época que eu baixava os mp3´s nos blogs e ou sites de downloads. Eu pago o YT Premium pois meus velhos assistem pela TV, impensável eles fazerem esse malabarismo pra assistir – Como fazer um bolo de queijo.
Eu uso o Youtube Premium pq não estava suportando mais tantos anúncios e sinceramente, não tenho paciência de ficar fazendo gambiarra para acessar algo de uso constante, a vantagem do Youtube Premium é nenhuma, brincadeira rsrsrs, mas é quase isso mesmo, como eu consumo muito material lá de dentro, pra mim acaba compensando pq posso baixar os vídeos ou ouvi-los com a tela bloqueada (isso aqui é ridículo ser disponibilizado somente ao premium), além de ter alguns conteúdos exclusivos que em sua grande maioria são em inglês, o que é uma bela de uma bosta também. Não acho que seja imoral baixar conteúdos do Youtube, big techs são imorais, conhecimento, cultura e lazer é direito de todos, eu tenho condições de pagar o serviço mas muita gente não tem, e eu não me importaria de continuar pagando para que outros pudessem acessar sem anúncio, mas a ganância dessas corporações é imensa, ganham muito somente para hospedar um conteúdo produzido por terceiros e ainda querem limitar o acesso.
E, não, não é imoral.
Recentemente, falei com uma renomada profissional de Tráfego Pago sobre isso, e ela me afirmou categoricamente que nennhuma campanha de clientes dela tem lucro prejudicado por conta de adblockers. A maioria dos mortais nem sabe o que é isso e, por conseguinte, não usam.
Fora que os players podem encontrar formas de marketing e monetização adicionais ou métodos para burlar esse bloqueio.
Simples: uBlock Origin + bloqueador de YouTube Ads and be happy.
Por conveniência pago o YT Premium pois a família toda pode usar, fazer downloads, ouvir músicas e podcasts no YT music (estes liberados para alguns usuários no BR). No entanto, acho caríssimo para o que é ofertado, mesmo sendo para 6 pessoas.
Meu consumo de vídeos é baixo, ouço mais músicas (YT music) e alguns podcasts (YT) com a tela desligada.
Não pretendo taxar nenhuma atitude como imoral pois nosso telhado é de vidro; somos incoerentes por natureza.
@André Gil foi muito feliz em seu comentário, acho que é por aí.
Tem toda essa discussão sobre a remuneração dos canais e blá blá blá… e na boa, assim como Uber não deveria ser modo de ganhar a vida o youtube também não é.
Se a pessoa coloca o youtube como o centro da sua remuneração está bem equivocada. A plataforma deveria ser usada como divulgação do trabalho e não “o trabalho”.
Assim como é errado comparar produção de vídeos com livros, nada em comum. A remuneração do autor de um livro vem da venda, já remuneração do produtor de um vídeo de youtube vem da publicidade. Por isso que a gente acredita muito mais nos livros do que nos vídeos.
Baixe os vídeos sem dó e nem dor no coração. Não é imoral. Pode até ser ilegal, não sei. Mas não engorda, olha que beleza!!!
Em qual livro de regras universal está escrito que a pessoa não pode botar o centro de sua remuneração no YouTube?
Também discordo do Juarez nisso aí. A pessoa pode muito bem produzir conteúdo de altíssima qualidade, e com isso, conquistar uma audiência fiel e ganhar dinheiro com ela. Seja vendendo algum serviço digital, um curso, um acesso à bastidores, mas tudo está ligado ao YouTube. O ganho de Google ADS pra maioria que produz é apenas um complemento, mas mesmo que fosse o principal, não há nada de errado.
Cada um ganha dinheiro como quiser, ganhar com o youtube é tão seguro quanto fogueira no depósito de gás.
As regras de remuneração e medição mudam conforme a comodidade do google e pior que isso: podem mudar sem aviso algum, antes ou depois. Mas se as pessoas querem depender do google quem sou eu para questionar?
Youtube é um meio e não um fim.
Não sei se tem como responder isso. Sempre que você faz algo fora das regras, depende da história que você conta pra você mesmo pra justificar a ação.
É fato que isso faz os produtores dos vídeos ganharem menos dinheiro, mesmo que sejam alguns poucos centavos. Eu justifico pra mim mesmo com o argumento de estar causando um impacto pequeno. Mas várias pessoas causando um impacto pequeno cada, pode ser algo considerável. Então já pensei em pagar o Premium algumas vezes.
Bem isso. Nem adianta muito responder à pergunta dele, porque dá para ver que ele já tem (ou deseja) uma dada resposta.
https://www.youtube.com/watch?v=roNlgIY9QKw&t=2s
Ser fiel a um protesto em que os prejudicados são terceiros é muito fácil.
Eu vou deixar aqui um paralelo da indústria do livro. João Máximo levou 8 anos escrevendo os dois volumes de “Música no cinema” e quando se desdobrava no trabalho como crítico, professor e jornalista, pesquisando e entrevistando nas horas de folga.
O contrato do João Máximo (se não me falha a memória) previa o ganho de 6% sobre o preço de capa – R$100 os dois volumes (preço na Amazon). Ou seja, R$ 6. Foram impressos 3 mil “conjuntos”. Tudo vendido da primeira impressão, ele receberia R$ 18 mil.
A primeira impressão (de janeiro de 2004) ainda está à venda.
Aí alguém escaneia o livro e joga na rede porque “cultura deve ser para todos” e “a Rocco é uma empresa com muita grana”.
Como disse o sol que já vive em 2070, deixa rodando, com anúncio e tudo, e vá assistir sem anúncios em outro dispositivo. Todo mundo feliz.
Uhuuu Moralidade, ética, capitalismo e consciência de classe no almoço de domingo!
Quero propor a desconstrução do problema e tentar refazer a questão de outro aspecto mas vou dar uma volta pra chegar até lá. Guenta firme!
O que temos no Youtube? Uma ferramenta para compartilhar vídeos. O que o Google sacou? Onde tem muita gente assistindo, há muito dinheiro pra ser feito vendendo tempo de quem assiste para marcas que querem anunciar. Google virou um vendedor do tempo de quem assiste. E daí paga a quem publica com parte do dinheiro de quem anuncia seguindo alguma lógica de porcentagem e contagem de visualizações e mais um tanto de algoritmia financeira.
A moralidade de obter aquele conteúdo por outros caminhos além dos pretendidos pelo Google é a moralidade dentro do paradigma do capitalismo. Dentro desse paradigma, quem obtém aqueles conteúdos de formas não oficiais está ferindo os direitos da plataforma de cobrar pelo serviço de entrega.
Não se enganem, manter o Youtube funcionando é caro pra caramba. Armazenamento é caro, processamento é caro, banda é caro, acordos de computação na ponta são caros… Observem o cenário do início dos anos 2000 e o de hoje: haviam várias empresas tentando fazer o que o Youtube fez, o Google inclusive era um dos concorrentes do Youtube e falhava miseravelmente. O Google foi lá em comprou o Youtube e matou seu Google Videos. Vimeo queria ser um Youtube, não deu, virou uma empresa especializada em vídeo sob demanda. Twitch queria ser um Youtube, não deu, virou um serviço especializado em streaming. Vessel tentou ser um Youtube, não deu, desapareceu. Nebula, Curiosity Stream, Floatplane já nasceram sabendo que não iam tentar competir com Youtube e têm nichos específicos.
Não há mais como competir com Youtube no que o Youtube faz dentro do paradigma do capitalismo.
Agora, tá aqui a Maria da Silva, indo pro trabalho, ônibus cheio, 2 horas de viagem, plano de dados pré-pago… tá aqui Agripina, indo pro trabalho, andando no roçado, sem sinal de internet… por que é que elas vão se sujeitar à imposição de uma empresa que não tem nenhum conhecimento da existência delas, e não vão baixar os vídeos que querem ver no tempo livre que tiverem porque alguém a 15 mil quilometros de distância, num escritório com ar condicionado, motorista particular, roupas confortáveis, decidiu que teria que ser assim. Com que dinheiro elas vão pagar o plano do Youtube Premium pra poder baixar legalmente aqueles vídeos?
Com que moral alguém pode dizer o que e como outra pessoa pode viver sua vida? Onde está a ética do modelo?
Dentro do capitalismo o Youtube não tem como ser vencido mas se nos afastarmos do tabuleiro e pudermos perceber que existem outros tabuleiros em outras mesas para jogar e outros jogos para jogar, vamos notar que o modelo do Youtube é irrelevante e que existem outros mais saudáveis e que buscam de forma equilibrada bem tratar a quem cria, a quem assiste e a quem serve.
Essa é a lógica de redes usando PeerTube, que é uma implementação do protocolo ActivityPub, o mesmo protocolo usado pelo popular Mastodon e outros serviços. Equipes montam seus pequenos servidores pra atender a um grupo pequeno de criadores que colaboram pra manutenção do serviço; ao mesmo tempo quem está querendo assistir pode ver onde quiser, como quiser, quando quiser, sem nenhum tipo de empecilho artificial e é convidado a colaborar no que puder, quando puder, como puder com o projeto daquele servidor.
Aqui no Brasil um bem conhecido é a Bolha.io que tem um monte de serviços disponíveis inclusive hospedagem de vídeos e tem sua organização financeira aberta pra que qualquer um possa entender os custos e como ajudar.
Vamo levantar desse tabuleiro de xadrez na sala fechada e jogar um gamão debaixo da árvore? E largar o Youtube no canto dele, o velho gritando contra a nuvem.
Pow, que comentário sensacional! Gostei muito de ler sua reflexão. Valeu!
Nem um pouco, com as palhaçadas da Netflix tenho feito o mesmo com a ex-conta familiar e colocado no Plex, até pela organização é melhor, só tem oque quero ou estou assistindo
Quanto a baixar aproveito pra deixar a dica do App Seal para Android (https://github.com/JunkFood02/Seal), é um baixar “tudo” opensource muito eficiente
Para mim, tão (i)moral quanto burlar paywalls. Ou não. Quero dizer: se não nos incomodamos em burlar paywalls – e até se posta artigo de como fazer – por que deveríamos nos incomodar em burlar quaisquer outros “modelos de negócio”?
ih rapaz
São dilemas morais bem similares, ainda que consiga observar algumas diferenças. Muitos canais no YouTube, ao contrário de jornais e revistas, são de uma pessoa só ou de micro empresas.
É um lance meio parecido com a pirataria de filmes: acho ok quando é de grandes estúdios ou filmes velhos em que todo mundo já morreu. Piratear filme independente, aí complica.
Pra mim, paywall é diferente dos outros casos pq é um modelo que não faz sentido. Eu só pagaria pra ler um site que eu realmente goste do conteúdo e faça parte da minha rotina ler esse conteúdo.
A maioria dos sites que me bloqueiam depois de 3 textos lidos, são “conteúdo descartável”, que se não ler em um lugar vou acabar lendo em outro. Só fui parar lá pq alguém compartilhou um link.
Se temos a certeza de que o “conteúdo descartável” vai acabar sendo lido em outro lugar, qual é o sentido de burlar o paywall?
Simplesmente pq eu quero e posso, heheh. Se alguém compartilhou um link e eu posso abrir e ler na hora, pq não?
Muito conteúdo que realmente me importa, eu contribuo feliz com o meu dinheiro.
Huhumm. Sei…
Na TV, use o SmartTubeNext que não mostra anúncios.
boa dica, isso no android tv?
Qualquer tv box, ou coisa parecida, com android vai rodar.
Eu hoje pago pelo Premium, mas antes, pra fugir dos anúncios, assistia os vídeos pelo Brave pra ter alguma paz. Dureza essa infestação de anúncio irritante que acabou virando
sei como é
Rapaz, que trabalheira! Eu uso NewPipe tanto no smartphone quanto na TV. No computador o FreeTube ou o uBlock origin no Firefox.
Imoral mesmo é o que a Google faz conosco.
então, entendo isso, mas alguem tem que manter a infra global dos videos que é enorme e ai só é no nosso
Não é como se o Google estivesse contando moedas para bancar o YouTube, né? Muito pelo contrário, a empresa lucra bastante com a plataforma.
Como disse alguém no Mastodon: “Se exibem anúncios em algum site, canal etc, isso é um negócio. Não é minha responsabilidade fazer o modelo de negócios alheio funcionar. Isso é responsabilidade deles.”
Se há alguma imoralidade, essas corporações sim é que são suspeitas.
Bloqueador de anúncio é uma medida de segurança e privacidade. Tenho tanto direito de usar um, quanto um site tem direito de tentar me empurrar publicidade ou rastrear.
Sempre aparece gente acusando de “freeloader” etc. Isso é replicar release de megacorporação.
Cada um faz o que quiser com aquilo que roda em seu computador. Claro que vender conteúdo pirateado, aí já é outra história…
No caso do consumo próprio está liberado? Mas o problema é onde os criadores de conteúdo fazem uploads dos vídeos e por isso é ‘justificável’ fazer o download dos vídeos e/ou assistir em um modelo de negócio, com a divisão de receita?
Concordo. Meu entendimento sobre “pirataria” envolve se alguém está tentando ganhar dinheiro com a venda da produção de outros.
Não é imoral.
Aqui eu não tenho problemas com youtube e uso ublock normalmente no Firefox… Onde você assiste?
Por isso que o Firefox é lindo. Eu nem sabia que as pessoas tinham problema com anúncio no YouTube. Faz anos que o uBlock tá lá me livrando da poluição mental de anúncio sem eu nem perceber.
Respondendo aos dois: no computador, não vejo anúncios (Safari com extensões). Meu problema é na TV, onde mais consumo vídeos do YouTube.
Tinha acabado de acordar quando li o post e minha interpretação de texto foi horrenda. Agora entendi melhor o problema. Enfim, preciso pensar pra opinar.
Mas Ghedin, fugindo do assunto: o Órbita, Manual do Usuário e Tecnocracia já são meus sites (e podcast) preferidos da internet. Você me recomendou no Reddit faz uma semaninha só e me apaixonei. Muito obrigado por trazer um pouquinho do meu encanto pela internet de volta.
É imoral e ilegal pois alguém tem que bancar a criação e incentivar que mais conteúdo que vc goste tenha disponibilidade. Sei que a divisão do YTP come muito da receita, Mas é assim que os seus criadores favoritos estão. Isso foi o lado da empresa… Mas falando do jeito nosso: baixe normalmente e dps assista no canal a playlist dos vídeos ordenados recentes no YouTube e deixe rodando os anúncios ou apoie diretamente e ficará moralmente aceitável.