Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS

Diminuindo drasticamente o ritmo

Celular só com o essencial, no layout padrão, com apenas alguns aplicativos: música, locomoção, banco, etc.
Computador, mesma coisa. Apenas o básico, sem mais nada além.
Consumindo notícias apenas por newsletters que chegam em horários fixos, uma vez por dia. E também evitando acessar coisas demais.
Admito que diminuir o ritmo online me trouxe uma paz que tinha até esquecido que era possível.
Fazem isso também? Pensam em diminuir o ritmo?

46 comentários

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  1. Sair das redes sociais é muito bom. O sentimento lembra um pouco a pessoa largando algum vício, no início faz falta, bate aquela compulsão, mas depois é libertador.

    Outro passo que fiz foi configurar as notificações do celular para só receber dos messenger de trabalho no horário de expediente e fora dele só os dos messenger pessoais. Todos os demais apps sem notificações. A relação com o celular fica muito menos compulsiva tmb.

      1. É umas também, mas isso aí vai do perfil de vida de cada um.

        O importante é analisar o que é essencial e, tão importante quanto, em que horários do dia receber notificações daquele app é essencial.

  2. O que tem me ajudado a diminuir o ritmo é controlar as atualizações que chegam até mim. Foi importante entender, para mim, que cada fragmento de informação que consumimos no dia dia tem um preço, uma “taxa mental”. Esse conjunto de fragmentos não é inofensivo e forma um hábito profundo na nossa mente. Tanto é que se você diminui radicalmente os estímulos que consome, pode ter uma sensação de alívio momentâneo, mas provavelmente vai vir em algum momento um incômodo difícil de lidar, tipo uma abstinência.

    E acho importante considerar que esses ambientes digitais cheio de estímulos, em termos de cronologia temporal, tem pelo menos uma década que estamos presentes neles com o uso da internet e redes sociais. Reverter esse quadro não é simples e rápido.

    Mas vários avanços é possível fazer.

    Para exemplificar, duas táticas que adotei nas últimas semanas que estou gostando muito (funcionando na minha experiência particular, claro).

    Em relação ao whatsapp descobri que posso ocultar grupos, eu já arquivava eles, mas sempre aparecia um número de alguma atualização e lá estava eu checando, muitos vezes de forma inconsciente inclusive. Conversas ocultas somem mesmo e não tenho mais uma relação compulsiva de verificar grupos.

    Outra coisa, amo RSS, para mim é a melhor forma de acessar conteúdo na Internet. Mas infelizmente é uma fonte de atualizações passiva que me dá ansiedade e gera comportamento compulsivo de verificar as novidades chegando. Em substituição, tenho usado o o bom e velho “read it later”, no caso o Instapaper. Tenho que entrar nos sites que gosto e selecionar textos para o instapaper. O Instapaper é uma realidade estática, não tem nada pra chegar ali, as informações tem fim e você que tem que fazer uma busca ativa para levar novidades pra lá, o que não me vicia.

    1. Eu utilizo muito o Instapaper porque ele tem a opção de criar uma “revista” dos posts salvos para ler mais tarde. Tem ferramentas mais interessantes como Readwise Reader, mas essa função é importante pra mim.

    2. Me identifico bastante com esse depoimento, eu gosto de pensar que a informação jorra pra nós por uma espécie de cano, e o que eu tenho feito é deixar esse cano mais estreito pra informação chegar filtrada, só aquilo que é importante mesmo. Eu também tive o mesmo problema com o RSS e a ansiedade, mas resolvi reduzindo o número de fontes do que eu sigo, ficou só aquilo que realmente é imprescindível. E tudo que preciso ler com mais calma depois também uso agregador de links para ler depois, uso o Omnivore.

  3. Tenho assistido coisas sobre um guarda roupa mais minimalista para facilitar a vida. Não necessariamente aquela coisa de só 30 pessoas pretas e branca. Mas sim coisas que realmente eu use, que sejam confortáveis, gostosas de usar. Isso me fez pensar porque não fazer com outras coisas da vida. Me peguei ficando irritada nas redes sociais porque as pessoas mostram coisas que não são(pq eu julgo que não são). Ai entro num looping de julgar pessoas, mas ai tô ali consumindo e quando vejo me sinto pressionada a postar algo também. Algo que nem vai agregar em nada pra ninguém.
    Resumindo… exclui o facebook, estou dando um bom tempo do instagram e linkedin e já me sinto com menos informação. PORÉM, meu dedo vai automático no celular. Não consigo ficar no tédio. Baixei um joguinho pra suprir a necessidade de fazer algo. E fico com uma sensação que estou perdendo informações sobre meus amigos, porque sempre alguém próximo diz “viu o que o fulano postou?”.
    Enfim, ainda no processo de viver sem postar e não me achar um alien por não saber o que todos postam rs

  4. Eu só penso nisso!!!a vida agitada cobra e muito qdo estamos em uma crise de ansiedade:/

  5. Aqui eu saí das redes sociais no geral, e desde que tomei essa decisão, tem sido maravilhoso. Consumo notícias pelo youtube e newsletters, apenas na hora que sento na frente da tv no final do dia.

    Preenchi o tempo com estudo de música, tem sido uma maravilha.

  6. OBS.: Engraçado que esse assunto surgiu de forma diferente em outro tópico, sobre o Low Profile. Então vou replicar meu comentário aqui porque faz sentido:

    Engraçado que estou lendo um livro não relacionado a redes sociais, mas fala sobre como é o nosso comportamento diante do consumo de informações (o que não deixa de passar por esse tema). É um livro relativamente antigo entitulado de “A Dieta da Informação”. Ele associa dieta alimentar com a visão da tecnologia da informação não é atoa.

    Tenho gostado do livro, porque traz o fato de que na visão do autor não existe sobrecarga de informação, mas sim um excesso de consumo, o que potencializou quando começamos a usar redes sociais.

    Por exemplo, eu preferi não consumir o Tik Tok porque a forma de consumo por lá não é tão diferente de um fast food ou ultraprocessado. Mas infelizmente essa forma de transmissão virou moda em tudo que é lado, e acabei utilizando o Reels porque estava do lado, ou seja, troquei “seis por meia dúzia”.

    Hoje estou buscando evitar as redes como um todo, porque o conteúdo nela já não é mais entretenimento, se tornou mais banal e de baixa qualidade. Dessa forma busco alternativas como o próprio Manual do Usuário e a Órbita, ou tentar tornar meu feed o mais enxuto possível, o que não é fácil porque o sistema de recomendação controla praticamente tudo.

    Não é fácil, mas é um começo.

    Link do livro: https://www.amazon.com.br/Dieta-Informa%C3%A7%C3%A3o-Clay-Johnson/dp/8575222775

  7. Cara, minha pesquisa do mestrado demandou uma imersão desgraçada nas redes. O resultado foi muita crise de ansiedade, dificuldade de concentração e paranóia. Mas o processo de análise disso também foi bastante terapêutico: o reconhecimento de quais mecanismos ali exercem quais papéis nessa captura.

    Da minha parte, quando a pesquisa acabou, passei alguns meses remoendo o que tinha vivido. (Mudei de tema radicalmente no doutorado, para que a vida seguisse suportável).

    Na vida, essa última reflexão me fez buscar ferramentas de desaceleração, que têm me servido bem. NewPipe, em vez do app oficial do Youtube. O Órbita, em vez do Reddit. A fuga de qualquer feed de vídeos curtos e a atenção pra quando ele invade minha relação com o tempo.

    Mesmo a música, ela como forma de ambiente (jazz, nu-jazz) tem servido pra me ajudar a suportar o cotidiano em sua lentidão. Há pouco tempo, era impossível não estar consumindo algum conteúdo que tornasse, a qualquer custo, a atividade cotidiana em algo elétrico. Não como quem toca um funk na faxina, não é isso, mas como quem não consegue suportar o ritmo próprio das coisas sem sentir uma irritação profunda.

    Sem me estender muito, e tentando não cair nos conceitos abstratos, dá pra dizer que foi bastante caro ouvir os meus pensamentos no tempo deles de novo. Ler um livro, suportar o silêncio, e lutar pelo direito de uma tarde de domingo livre.

    Olhe, tudo isso tem muito a ver com a internet.

    1. Essa relação de consumo com os vídeos curtos, cheguei a citar em outro tópico, mas inicialmente fugi do Tik Tok, mas infelizmente esse modo de consumo tomou conta de toda a Internet, tanto que hoje consumo o Reels.

      Eu estou buscando usar menos Instagram por isso, já não tenho mais Twitter (valeu pela motivação Musk!) e busco usar plataformas que buscam trazer a Internet como era antes, como o Órbita.

      Vídeos curtos gera cada vez mais conteúdos dispensáveis e ultraprocessados, que quando termino de consumir acabo saindo meio mal porque fica nítido o tempo perdido ao usar esses aplicativos.

      1. Usaram uma metáfora alimentar acima. Como imagens são um pouco etéreas, prefiro a imagem do cigarro. A gente pode até fumar, mas tem que estar ciente que é uma das drogas mais complicadas de manejar. Se vacilar, você nunca fica “cheio” de verdade. No máximo, saturado.

        Tenho buscado apps para ver conteúdos de forma mais orgânica. A regra é simples: eu devo ser capaz de deixar o celular “descansar sobre si mesmo” sempre que quiser. O sentimento de ser compelido a usá-lo é sempre uma luz vermelha.

        Como falei, serviços de RSS são bons companheiros (AntennaPod, NewPipe). Eles te permitem acompanhar os conteúdos (o NewPipe fornece até recomendações!) sem te capturar. Às vezes me pego atualizando várias vezes para achar algo interessante? Sim. Velhos hábitos, nada é mágico.

        Para os serviços mais fechados, como o Instagram, optei por mantê-los somente no notebook, ainda que no speed dial. Assim, de vez em quando abro, leio as mensagens, vejo algumas coisas, mas os Reels não ficam à mão.

        Tem me ajudado… Os últimos 4 meses foram dezenas de vezes mais leves que os últimos anos.

    2. Desde que o youtube lançou o shorts no aplicativo, eu busco um substituto, vou testar o newpipe.

      Eu não tenho instagram/tiktok/facebook desde 2017 +-. Uso o twitter, mas apenas web, e a escolha de sair das redes como um todo foi basicamente por fomo e ansiedade.

      1. Eu odeio aquilo existir kkkk
        Ele deixa explícito que é o formato, não o conteúdo, que vicia. Aquele algoritmo te prende, mas é ridiculamente equivocado sobre os interesses do usuário. Pelo menos comigo, era muito aleatório.

        1. Google já refinou, não no nivel do tiktok, mas hoje tem muito mais conteúdo no shorts e ele acerta bem mais.

          Eu cheguei a deletar o app do youtube do celular, mas a versão web não tem chromecast, e me gerou dificuldade no meu dia a dia.

          Sabe se o newpipe tem chromecast funcional?

          1. Infelizmente, não tem. Alguma questão com a ideia do projeto de ser software livre e alguma API do Google, se não me engano.

            Mas talvez dê para usar em conjunto, recorrendo ao app do Youtube nos momentos de “chromequestar”, acho que não é tão grave kk

          1. Eu que agradeço o interesse ❤️

            Às vezes os artigos são mais palatáveis, mas estão saindo aos poucos, a coisa da análise da revista sempre atrasa alguns meses kk

  8. Eu tenho muita preocupação em filtrar a quantidade de informação que chega em mim pela internet. Esse ano dei uma boa diminuída em podcasts, feeds RSS e canais de YouTube que eu acompanho, fiquei só com aquilo que é realmente essencial e importante de verdade pra mim. Não assino nenhuma newsletter (nada contra quem assina) e me descadastro de listas de e-mails automáticos. Durante um tempo parei de usar o Telegram, mas agora voltei com uso bem minimalista, só bots e grupos que são realmente essenciais pra mim. No celular eu consegui desinstalar os bloatwares e aplicativos inúteis e ficar só com o que uso de verdade. Não tenho Facebook, Instagram, Xwitter e nem Tiktok. O maior vilão contra o meu minimalismo atualmente é o WhatsApp. Eu tenho muita vontade de sair de alguns grupos, mas como não tenho as principais redes sociais comerciais, fico com receio de perder o contato com algumas pessoas, mas quero dar alguma solução pra isso, talvez agora na pausa de fim de ano. Enfim, não to cagando regra, apenas compartilhando minha experiência.

  9. Aqui a minha redução de ritmo se deu em não me sentir mais obrigado a ler todos os itens dos feeds que eu assino, abrir todas as newsletters e ter minha lista do Instapaper sempre zerada aos fins de semana.

    Me dei conta de que eu não posso simplesmente absorver tudo. Passei a deixar passar muita coisa. Limpo feed quando sei que não conseguirei acompanhar, deleto emails de newsletters que não me apetecem no momento e minha lista do Instapaper já nem sei mais o tamanho, deixo ela ali como referência para quando quiser consumir algum conteúdo nas minhas férias / feriados.

    Agora o Instagram e Twitter ainda são problemas. Abro frequentemente, quase como um espasmo… Para esses, preciso fazer um tratamento de choque mesmo! Deletando os apps e deixando de usar completamente (pelo menos no primeiro momento)

    1. Uma coisa que deu super certo pra mim foi limitar o tempo de uso do app. Meu Instagram é limitado em 5 minutos por dia. No início pode demorar um pouco pra acostumar, mas vale a pena.

      Eu gostaria de deixar de usar por completo, mas, como eu moro fora do Brasil, o Instagram me ajuda a manter minimamente conectado com pessoas da minha vida. Acho uma forma saudável de usar o app, ajudou a reduzir minha ansiedade.

      1. Eu cheguei a colocar esse limite, mas comecei a liberar mais 15 minutos sistematicamente…
        Meu caminho será desinstalar mesmo, pelo menos num primeiro momento

    2. Comecei a fazer isso também com newsletter e e-mails no geral. As vezes tem dias que estou muito ocupado com compromissos aí a caixa acumula dezenas de newsletters e e-mails em geral, então saio arquivando tudo sem dó agora. Desapeguei. Ou se for algo que não quero perder mas não quero ler de imediato, adio (procrastino) uma semana.

  10. Não posso usar o celular na empresa, então a maquina da ansiedade fica em casa e minha qualidade de vida melhorou muito.

  11. Nunca fui de exagerar no uso de nada. A única coisa que me incomodava/incomoda muito, era o exagero dos outros. Por exemplo, diminui radicalmente meu uso de whatsapp porque as pessoas ficavam reclamando que eu demorava para responder. O que foi me enchendo o saco. Porque se criou uma “obrigação” de responder rápido. E as pessoas acham que você tem que responder na hora que elas querem e não quando você quer ou tem tempo.

    Sobre o ritmo frenético da internet em si, nunca fui muito adepto não. Porém, nunca fui um usuário assíduo de redes sociais. Só tiver Orkut e depois, acompanhei uns perfis no twitter. Facebook e instagram etc. nunca tive. Hoje uso o Mastodon e tenho tido uma boa experiência.

    Um hábito que sempre tive foi não ficar entrando em sites, serviços, redes sociais etc. toda hora. Separo um tempo, normalmente de manhã e de noite, e dou uma passada em geral pra ver o que tá rolando. Feed do mastodon/reddit, newsletter no email etc. Assim não fico misturando essas coisas com afazeres do dia. Facilita bastante porque dedico um tempo específico para cada coisa.

      1. Que isso!!! Lá vem textão kkkkkk

        Não que eu não reproduza um comportamento como disse o autor do tópico as vezes. Só sou mais regrado. Por exemplo, youtube e afins, só vejo de noite e quando to de bobeira. Eventualmente olho o feed do mastodon quando tenho um tempo totalmente livre no dia. Só não fico frenético em feeds e besteiras da net de bobeira. Quando tenho tempo livre, prefiro escutar música, tentar “despiorar” no violão ou ler, que são minhas três atividades, de longe, favoritas.

        Nunca vi a menor graça em redes sociais. E já sofri bullying (depois de velho inclusive) por isso. Nunca vi sentido em redes sociais, só reproduzem (sei que tem coisas boas também) na maior parte do tempo, coisas inúteis e nos ensinam que temos um longo caminho civilizacional pela frente ainda. Alias, defendo que as redes sociais foram um regresso nosso como civilização. Pode ser uma ideia impopular e, talvez, em certo sentido um pouco radical, confesso.

        Esses últimos tempos, em vista do que meu querido Botafogo fez no campeonato, to meio frenético em notícias e informações nossas, mas, confesso, mesmo após esse susto, iremos levar o caneco!!!!

        E ainda tem outra, as pessoas esquecem que o prazer e a beleza da vida está nas pequenas coisas. Vale mais sentar com uma cerveja gelada na mão e escutar uma boa música com amigos que passar horas, dias, meses conversando em redes sociais. Por mais que sejam conversas com amigos, parentes etc. são relações artificiais. Prefiro mil vezes tomar uma cerveja em um boteco com um amigo a cada 6 meses do que conversar com essa pessoas 6 meses em um cel ou rede social. As pessoas deveriam pensar mais nisso!!!!!

  12. faço isso há bastante tempo, sempre buscando consumir menos coisas, newsletter sigo poucas hoje em dia, mesma coisa com feeds.

    no aplicativo do e-mail consegui configurar para checar se tem e-mails uma vez por hora, tem funcionado muito bem.

    sobre os feeds, coloquei filtro em muitas coisas, pra receber só o que me interesso, e outros me desinscrevi, como o site da Trivela, que depois que foi vendido tem notícias de hard news e diversas outras baboseiras que mesmo colocando filtro, chegavam mais de 50 notícias por dia.

    o que eu queria mesmo era colocar filtro de recebimento em outros aplicativos, como o whatsapp, de me notificar somente a cada 15m por exemplo (caso tenha notificação nova)

    1. No iPhone existe a possibilidade de agendar as notificações de apps selecionados para horários específicos.

    2. Uma pena o que virou a Trivela. Tinha ótimos textos, história e análises mais sensatas do que costumamos ver por aí. A newsletter deles as vezes ainda saiu alguma coisa boa. Essa semana ou semana passa, não lembro agora, saiu, o que tem ficado muito raro, um texto bom. É sobre a aposentadoria do Mircea Lucescu, vale a pena ler.

      1. a news ainda acompanho, mas o site não tenho mais condições.

        a última inclusive fala do borussia, foi um ótimo texto.

    3. Agora que você comentou, realmente preciso remover a Trivela do meu feed RSS, uma pena que o site virou depois que foi vendido….mas espero que tenha sido um bom acordo para eles ao menos.

    1. Então, eu tava usando um serviço chamado Mailbrew, que você consegue programar que chegue no e-mail em determinado dia ou hora um apanhado de algumas manchetes de sites da sua escolha.
      Aí coloquei lá Folha, BBC, etc. Mas senti que não era exatamente o ideal pra mim.
      Acabei optando por assinar o the news, que chega todo dia às 06h com algumas das principais manchetes.
      Até agora, tem funcionando super bem pra mim.

      1. Uso o MailBrew também! Perguntei pra saber se havia algum outro serviço parecido, pois outro dia ele andava meio falhando no envio dos e-mails.

          1. Aqui está funcionando… O link leva para uma publicação no LinkedIn

        1. Também. Assinei e não curti muito conteúdo/formato.
          A newsletter do Meio tem o formato que me agrada mais nesse sentido. Além do posicionamento editorial.