Os vídeos do normose são sempre muito bem produzidos e acho o tema pertinente pra trazer aqui. Mas Minha ansiedade recomenda assistir ao vídeo com a velocidade reduzida.
7 comentáriosBluesky, Mastodon, Telegram e RSS
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Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS
Os vídeos do normose são sempre muito bem produzidos e acho o tema pertinente pra trazer aqui. Mas Minha ansiedade recomenda assistir ao vídeo com a velocidade reduzida.
7 comentários
Não vi o vídeo, admito – até porque não sei porque raios não sei porque não consigo acompanhar muitos youtubers brasileiros. Mas tipo, já vinha notando reclamações do Normose e de outros BRs sobre as barreiras e não-ganhos do YouTube. E na verdade, até antes vendo comentários de youtubers estrangeiros que acabaram criando outras formas de gerar ganhos, seja no Patreon ou migrando para outras plataformas. Lembro-me bem que YouTubers como TechMoan (o Matt) sempre falavam sobre que o YouTube apesar de legal sempre não dava um grande ganho, então “pediam” (o próprio Techmoan não faz muito disso, mas eventualmente pedia) para ir para Patreon ou similares.
Ao mesmo tempo, entendo que quem produz conteúdo tem que realmente planejar para saber se atingiu sua meta ou se há outras formas de atingir. Até porque conteúdo depende de audiência, e não existe hoje só o YouTube. Está mais diluído, tanto a forma de assistir (diversas plataformas como TikTok e Kwai por exemplo) quanto de ser remunerado (pedir patronato via sites especializados, doações – como a do Manual – , revender conteúdo ou gerar “exclusivo” em sites especializados, ou até mesmo gerar conteúdos em espaços fora dos padrões para uma mídia “aberta” (como tipo quando se faz conteúdo no OnlyFans).
Para um padrão do “mercado liberal”, o ideal deles é tentar atingir o máximo de público possível, e talvez isso só seria mais possível se ir para todo o tipo de plataforma, inclusive as que não são ou tem como base a língua portuguesa / brasileira. Até porque com isso ampliaria o escopo e a fonte de usuários, que muitas vezes podem ser pessoas no exterior que sejam ou brasileiros que não tem acesso a canais ocidentais, estão sob “firewall” ou mesmo estrangeiros que buscam curiosidades sobre o país.
O caso do Normose é foco, então seria mais voltado para brasileiros e pessoas que buscam informação sobre política e relações sociais. Uma ideia de “cooperativa de conteudistas” é ótima, pois pode centralizar produtores que tenham relações entre si em um serviço só, assim por exemplo juntando diversos canais que pessoas seguem em comum. E com isso quando for necessário pedir assinatura, pode fazer planos unificados. Salvo engano Nebula e Floatplane são meio que este tipo de serviço.
Talvez serviço de “micropatrocinio comercial” ao invés de só doações e patronatos de pessoas físicas pode ser um caminho, mas depende muito da ética tanto do gerador de conteúdo quanto do patrocinador.
Nossa, que vídeo prolixo, além de uma clara autopropaganda.
Até entendo o ponto do cara e tenho empatia, mas, pelo amor, né? Dava pra ter dito aquilo muito bem em 10 ou 15 minutos.
‘I’m sorry I wrote you such a long letter; I didn’t have time to write a short one.’
(Blaise Pascal)
Passou da hora dos criadores começarem uma cooperativa e migrarem para servidores próprios. Não dá para os caras falarem das mazelas do liberalismo montados em uma máquina capitalista. É chato dizer, e talvez isso se encaixe naquele tópico das opiniões controversa, liderança se faz por exemplo e não só por discurso.
Até o Brasil Paralelo percebeu isso e tem um streaming próprio.
Concordo com seu comentário. não sei se seria possível se manter com assinaturas em uma grande cooperativa. Mas acho que uma interação e união maior entre canais. Promoção de eventos por exemplo já da uma bela ajuda.
Formas de marketing, aplicativo e um site próprio para poder fugir do algoritmo já seria uma boa também.
“Até o Brasil Paralelo”
Como se o orçamento fosse semelhante…
Po, montar um site num servidor próprio já não é algo simples, que qualquer um faz. Uma plataforma de streaming, pra bater de frente com o YouTube, então?!?!?!
São outros tempos mas a comparação é válida, o Elo7 começou sendo hospedado no apartamento dos donos, assim como o próprio youtube, se ninguém se mexer coisa alguma sai do lugar, o que eu disse é óbvio mas ninguém lembra.
Não diria que qualquer um faz, mas é longe de ser impossível, é longe de ser difícil.
Mais: não precisa bater o youtube, basta arrastar os próprios seguidores.
No fim do dia acho que falta coragem.
Comentando pelo título do vídeo, não consigo não dizer que a hora de desistir (do YouTube) já passou faz muito, mas muuuito tempo, né?
Claro que o caminho disso não é óbvio e simplesmente equivalente a ser demitivo, mas escrevendo com frieza: renda de internet e YouTube é algo comprometido faz tempo; o aviso prévio está aí.