35 comentários

  1. Tanta comemoração por estes 30 anos de Debian, e elogios a este lançamento me influenciaram. Fiz mais uma distro hopping e troquei o Manjaro pelo Debian. Estou gostando muito! Sei bem das diferenças de filosofia destas distros e este foco em estabilidade, com poucas atualizações do Debian me deu uma certa paz. Usava Ubuntu no final dos anos 2000 e dá um conforto nostálgico voltar para o sistema apt de pacotes deb.
    Acho que agora posso passar mais uns bons anos no Debian.

  2. Parei no Debian depois de usar por muito tempo o Slackware e o FreeBSD (e experimentar por um bom tempo e também gostar do Nixos), mas o Debian continua sendo meu sistema principal, gosto muito!

    1. FreeBSD? Há muitos entraves para o uso do Linux em PCs, me pergunto quanto ao FreeBSD… Como fazia?

      1. Acredito que os “entraves” sejam questões de usos mesmo, tudo que eu precisava (editores, navegadores, players…) para usar bem um computador quando comecei a usar esses sistemas, eu tinha; e ainda temos. Conheço pessoas que só usam o OpenBSD (bem mais específicos)…

        1. Entendi. O Linux seria viável para mim se não dependesse do Microsoft Office. Venho me esforçando com o LibreOffice e tenho o Ubuntu em dual boot, mas…

          1. Cara, eu trabalho basicamente com escrita de texto: prontuário, relatório, trabalho acadêmico, revisão de texto (nem parece, dado meu comportamento de publicar sem pensar aqui no MdU), etc. E hoje, talvez, estranharia completamente fazer isso no Word. Personalizei a interface do LibreOffice pras minhas necessidades há muito tempo e é o que uso até hoje.

          2. Não se trata de preferência minha, mas de necessidade de compatibilidade com .doc(x) e .ppt(x).

        2. Estou de olho no HyperbolaBSD. Ainda em fase final de desenvolvimento, estão fazendo a transição do Linux-Libre para um kernel baseado no OpenBSD. A proposta é ser 100% Free Software.

  3. Meu preferido para servidores também! Muito estável!

    E a versão 12 o Kernel ganhou suporte a transcode em processadores da Intel da linha N100, ou seja h264 e h265 sendo convertidos beeeeem rápido!

  4. Tenho a mesma instalação do Debian aqui desde o começo de 2021. Só fui migrando entre as versões. Comecei com o Bullseye, depois migrei para o testing (que era o bookworm) e agora que ele virou stable, vou segurar um pouco e depois migrar para o testing novamente.

    Gosto de usar o nome das versões no sources.list (e não testing, stable etc.). Isso é apenas uma preferência minha, acho mais fácil saber e controlar em qual versão estou.

    Para mim o Debian sempre funcionou bem. Se você entender o “jeito de ser” do Debian, dificilmente terá problemas. O Bookworm (Debian 12) tá bem bom mesmo. Redondinho. Sem qualquer problemas por aqui. E o i3wm tá na última versão, o que é ótimo!

    1. E não deu problema? O testing é quase uma rolling release, com atualizações de pacotes e novas versões chegando o tempo todo. Imagino que habilitar o testing e voltar à stable deva fazer um estrago, não?

      1. Não. Vou tentar explicar o que costumo fazer e porque não tive problema.

        Como disse, gosto de deixar o sources.list com o nome da versão e não stable/testing/unstable. No caso dessa instalação “longa”, eu instalei o bullseye (debian 11) e atualizei ele para o bookworm (que na época era o testing) e agora próprio o bookworm virou stable. Ou seja, eu só alterei meu sources.list uma única vez para renomear de bullseye para bookworm. Agora, quando for migrar para o novo testing, eu trocarei o bookworkm para nome da versão que está como testing.

        Ah, eu tive também que adicionar, como todos os usuário que precisam, o novo repositório non-free-firmware.

        Uma vantagem de usar o nome da versão e não testing, é que, caso você não tenha mais vontade de usar o testing, é só ir atualizando que ele irá se transformar no próximo stable sem precisar fazer nada, só mantendo o sistema atualizado.

        Obviamente, isso não é recomendado para uma máquina de produção. Faço isso nos pc’s aqui de casa. No caso de máquinas de produção, o pessoal faz o procedimento padrão mesmo, que é migrar de um stable para o outro.

        Ghedin, ficou claro que eu fiz? Dessa forma é quase impossível dar problema. A não ser que a pessoa faça uma zona danada nos repositórios ou nos pacotes instalados (adicionando muito .deb ou coisas do tipo).

        O testing é, grosso modo, o segundo estágio de desenvolvimento do Debian. Começa com o unstable (também chamado de sid) depois ele vira testing e depois o testing é congelado e se transforma no novo stable. Quando o desenvolvimento chega no testing ele ganha um nome, atualmente o testing se chama trixie e será a próxima versão stable.

        Enfim, esses termos as vezes confundem a gente. Consegui me explicar?

        P.S: nunca tive problemas com o debian testing, porém eu sempre espero um pouco para migrar do stable para o novo testing. O sid/unstable, de vez em quando, a galera relata algum problema. Mas, na prática, isso é esperado de ocorrer, afinal é o começo do desenvolvimento de uma nova versão e os pacotes atualizam bastante. Tem atualização praticamente todo dia.

          1. Não tem problema, dá para usar de boa também. A diferença é que usando o testing, quando sair um novo stable, você ficará sem atualizações até começar a serem lançados os pacotes do novo testing. E você sempre estará fixo no ramo de desenvolvimento testing. É por isso que prefiro usar o nome da versão no sources.list, acho que fica menos confuso e eu sei melhor em qual versão estou.

            Enfim, isso é só uma preferência minha. Eu vejo muita gente usando o testing mesmo, igual você fez.

      2. Uso o MX Linux (que bebe direto do Debian e “repacota” algumas coisas) e acho bem mais fácil fazer a gestão de pacotes stable e testing pelo ‘Instalador de Programas do MX’.

  5. Instalei num laptop Dell G3, que não uso tanto, há um tempo. Entre as distros que já passaram ali, incluindo o Ubuntu de fábrica, foi a melhor. Sólido como uma rocha.

    1. Eu testei ontem (!) por causa do podcast!
      Gostei bastante até mesmo porque a distro que uso (pop_os) é quase idêntico a experiência pura do debian.

  6. até testei, mas ainda acho o fedora melhor em tudo (pro meu gosto). no momento, testando a moda do momento com sistema imutáveis com o silverblue.

  7. Tinha instalado no lançamento, mas agora na comemoração dos 30 anos, assistindo uma live do Debian Brasil, me dei conta que não tinha criptografado minha instalação. Reinstalei mas agora com a versão testing. Está, como sempre, fenomenal.

  8. Debian é melhor que ubuntu? A integração dos jogos da steam é tão boa quanto o ubuntu e o steam OS? Posso usar os mesmos programas do ubuntu no debian? É relativamente “fácil” de usar?

    1. Partindo do princípio que o Ubuntu é baseado no Debian, o que muda são os repositórios e algumas customizações nos ambientes, então o que roda no Debian, roda no Ubuntu na maioria das vezes e vice-versa. A facilidade de uso, dependendo de sua experiência em alguma distribuição Linux também é a mesma. Só um detalhe, o hardware impacta em algumas coisas. Equipamentos com placas como NVIDIA por exemplo, geralmente são uma dor de cabeça. Não por acaso algumas distribuições disponibilizam imagens personalizadas com drives específicos para minimizar tais problemas.

      1. Muito obrigado pela resposta, Wendell! Estou planejando voltar ao mundo Linux, e o novo Debian me interessou bastante.

    2. A única parte que me incomodou um pouco (agora já me acostumei) é que a barra de aplicativos não fica fixa na área de trabalho. Pelo menos eu não encontrei como deixar. Tirando isso, que é mais um detalhe que qualquer outra coisa, recomendo fortemente.

    3. O problema é que, no Debian, você não pode usar PPAs, ao contrário do que acontece com o Ubuntu.

        1. Ghedin, se me permite, o Syncthing já está nos repositórios oficiais do Debian, não sendo necessário adicioná-lo conforme o link, que a propósito, não é um PPA propriamente e sim a maneira correta de adicionar ao source-list tanto do Debian quanto do Ubuntu o acesso ao aplictivo diretamente do desenvolvedor. Neste caso, seria prudente usar os softwares dos repositórios oficiais, justamente para evitar quebra de programas/sistema e problemas com dependências. Por fim e não menos importante, não é aconselhável em hipótese nenhuma usar PPA no Debian.