Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS

De quem é esse feed? notadiamond.bearblog.dev

Admiro o esforço de quem tenta domar o Instagram, mas acho que é um esforço em vão. A única maneira de vencer é não jogando — leia-se: não usar.

O Guilherme (autor do post), por exemplo, diz que parou de seguir perfis de empresas, grandes influenciadores e de notícias. Isso teria algum resultado em 2015, quando o feed era cronológico. Hoje faz pouca diferença. Mesmo que ele desative os posts sugeridos, essa medida só vale por 30 dias (por que será…?). E mesmo que ele se lembre de refazer a configuração a cada 30 dias, ainda tem os anúncios, esses inescapáveis.

Alguém tem uma estratégia diferente e que funcione?

14 comentários

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  1. Eu uso o SCInsta. Desativei tudo. Só deixei o feed em ordem cronológica e mensagens.

    Como sigo pouca gente, o feed não tem quase nada de novo. Só tenho pra ver os reels que minha esposa me manda.

  2. Bom, eu não uso o Instagram, mas faço como o RBerlim, acesso essas ferramentas (imginn, por exemplo), quando preciso ver uma oportunidade de trabalho ou horário de um museu. Amei as dicas do Maurício e isso serve para qualquer rede social: eu mesma sigo essas dicas de “boas práticas” em LinkedIn, rsrs!

  3. se tiver usando iOS, segura o ícone até começar a tremer, clica no sinal de menos, e depois em “Apagar App”

  4. Não há nada a perder ao sair do Instagram… É um app feito para atiçar o FOMO.

  5. Eu acho que o Ghedin tá certo. A única forma de vencer é não jogar mesmo. Quando preciso de conteúdo no instagram ou YouTube uso ferramentas alternativas, como imginn ou tubular

  6. Eu uso o instagram pelo navegador, seja no celular ou no desktop.

    Tenho um favorito no navegador que me direciona direto para a página “Seguindo” (https://www.instagram.com/?variant=following) que, como já falaram aqui, só mostra postagens das contas que você efetivamente segue.

    Também uso bloqueador de anúncios nos meus navegadores (uBlock Origin) e com isso nunca sou apresentado a propagandas, seja no feed ou nos stories.

    Acho que isso torna o uso do instagram mais aceitável para mim.

    O ponto ruim é que alguns recursos não funcionam na versão para navegador, de modo que, em algumas poucas ocasiões, ainda preciso recorrer ao aplicativo para fazer alguma postagem ou repostagem.

    1. Ele é propositalmente ruim de usar em navegador. É justamente para te fazer abrir o app.

      Outro exemplo… Ele é ruim quando você tenta postar uma foto que você tirou previamente. Ele facilita as coisas quando você vai tirar a foto com ele, justamente para te induzir a fazer tudo por ele, pra não sair do app.

      Ai você sai em passeio, gostaria de compartilhar algumas coisas, mas fica sempre pensando como é ruim fazer isso em algum momento de folga.

      Eu deixei de usar e passei a aproveitar melhor as viagens.

  7. Achei muito boa a dica que vi no Startup da Real uma vez: comece a seguir conteúdo chato, independente da rede.

    Não precisa seguir um monte de tranqueira de uma vez, vai seguindo aos poucos coisas que você não curte, pra irem aparecendo no seu feed no meio das suas preferências. Com o tempo, o algoritmo vai começar a “soterrar” seu conteúdo habitual e privilegiar os mais novos, e você vai perder o interesse em usar a rede social organicamente sem precisar se privar ou quebrar o hábito de forma abrupta.

    Isso meio que funcionou comigo no YouTube. Costumo assistir muito conteúdo de tecnologia móvel e games, e minha aba de “Recomendados” sempre trazia conteúdo interessante (e infinito). Mas, como minha conta fica logada na TV, minha esposa começou a assistir os canais de temas que ela curte usando meu perfil.

    O resultado: hoje meu feed tá dominado por vídeos de cozinha, react e true crime, e raramente assisto algum vídeo no YT – fora uns 3 ou 4 canais mais antigos – porque não tenho saco pra garimpar algum conteúdo legal no meio de tanto streamer sem graça e gente morta.

  8. Sigo exatos 201 pessoas no Instagram.
    São basicamente, perfil relacionado ao São Paulo, amigos, familiares e alguns projetos.
    Não costumo ver o feed, vejo apenas os storys. Pra mim funciona bem.

  9. Se você tocar no “Instagram” que fica no centro superior, você encontra dois feeds escondidos “Seguindo” e “Favoritos”
    Como eu sigo poucas contas, o Seguindo me satisfaz. É cronológico e sem propagandas.

  10. Seguir pouca gente, de preferência só amigo e gente do trabalho. Silenciar muita gente. Toda hora aparece que eu cheguei no final do feed e daí pra frente é só sugerido.

    É também não seguir coisas e interesses. Eu gosto muito de arquitetura, por exemplo, e não sigo nada sobre o tema. As coisas que eu gosto merecem uma pesquisa, merecem um campo de busca, merecem meu esforço.

    E usar com raiva. Passar todo o tempo lembrando “se não fizer isso, não te chamam pra trabalhar”, que tem que lembrar que você existe ou puxar saco de quem te dá trabalho. A raiva é muito importante porque é um bom caminho pra te mobilizar a agir – e usar só o mínimo desse site.

    Se abrir stories, passar de trás pra frente, voltando os usuários. Não mostra anúncios dessa forma. Acessar só no computador também não mostra propaganda.

    E nunca abrir reels, shorts, tiktok. Se abriu, não se sinta culpado, mas feche (de preferência com raiva 😉).

  11. Meu feed só tem cachorro, gente fazendo tricô, crochê e bordado, gente reformando móveis e casas, e muita arte. E é isso.