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Criadora de games fala sobre como lida com a pirataria no brasil youtu.be

Um vídeo bem interessante de uma criadora de games Pirate Software (nome bem curioso aliás) falando sobre a Pirataria no Brasil, e a estratégia dele para lidar com isso com uma estratégia de “ganha-ganha”.

4 comentários

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  1. Eu tomei conhecimento desse tipo de iniciativa pelo Wes Bos (um desenvolvedor do Canadá, que também apresenta o podcast Syntax.fm): eu ainda vivia no Brasil e queria comprar um curso dele, mas era muito caro (mesmo eu tendo um bom salário no Brasil). Esperei pela Black Friday e tive uma surpresa: o preço estava mais baixo do que eu esperava e vi esse link para explicar o “desconto” adicional no site dele: Parity Purchasing Power (Poder de Paridade de Compra – PPP).

    A ideia é simples (igual à explicada no vídeo da Pirate Software): usar indicadores (PIB per capita, Índice Big Mac, etc.) para determinar os valores justos de acordo com a realidade de cada país.

    Aqui em Portugal, por exemplo, tem muitos produtos cujos os preços (após conversão) são semelhantes aos mesmos produtos no Brasil. Porém, se calcularmos o percentual do salário mínimo de cada país para comprar o mesmo produto a diferença será notada facilmente: daí a importância das empresas adotarem o PPP como parte de suas respectivas estratégias.

    Um exemplo famoso é o Índice Big Mac (Big Mac Index): um Big Mac custa 13,7% menos no Brasil (US$ 4,81) do que nos Estados Unidos (US$ 5,58) pelo câmbio de mercado_*_. Com base nas diferenças no PIB por pessoa, um Big Mac deveria custar 17,8% menos.

    * Dados de Julho/2023: https://www.economist.com/big-mac-index

    1. Sempre peço preço por paridade aos fornecedores do Manual. Vários serviços que rodam aqui e são cobrados em dólar, consigo pagar com algum desconto, pois BRL.

  2. Acabar é forte.
    Eu não pirateio nada de android. Sei fazer, sinto-me extremamente seguro se precisar fazer e onde baixar, apenas não faço pois o valor de apps é tão baixo que realmente, se eu precisar eu pago. E isso num salario não-rico de 4k (ok, falei! serei sequestrado!!).
    Agora ao mesmo tempo vejo pessoas ao meu redor que “se recusam a pagar por software”. Não é apenas dinheiro, é também cultural.

    Com valor justo teria como diminuir e muito a pirataria eu acho (baseado nos meus ideais) mas pega um Nintendo Swith (v1) (de exemplo). Diz para o mané que um jogo AAA custa apenas, digamos, R$50. Báh, imagina, sonho!!! Mas se tu desbloquear o teu console, que não custa nada, o jogo é “grátis”.
    Penso que 9 em 10 iriam para a pirataria ainda assim….

    1. Tirando o clickbait que virou padrão no YT infelizmente (outro assunto que só de começar já me irrita rs), a atitude das empresas em mitigar a pirataria ainda continua burra.