14 comentários

  1. Na minha inútil opinião, por mais que a campanha possa ser bonita pra muitos e “autorizada” pelos filhos, eu não acho que ninguém pode dar direito de criarem novas imagens de pessoas que já se foram.

    Se não, quem coloca o limite? Agora podem estar associando a imagem dela a de uma empresa que ela poderia ser contra, no futuro pode ser algo bem pior. Se o filho autorizar podem fazer um pornô com a cara dela?

  2. O marketing da VW tá excelente!
    Primeiro fizeram todos falarem do Polo.
    Agora todos falando da Kombi.
    Equipe de parabéns!

  3. O filho da Elis falar “Se a gente for fazer essa revisão muito, muito apurada, vão sobrar quantas empresas?” é o ó do forrobodó.
    Por ele as pessoas jurídicas podem fazer o que quiserem!!! O cara é muito alienado.

      1. Pensa um pouco antes de falar, cara. Eu juro que não dói.

  4. Entendo que o uso da IA é o único “gancho” que sobrou para tentar enquadrar o comercial, mas isso aí é menos problemático da peça.

    Adicionalmente, questiona-se a possibilidade de tal uso causar confusão entre ficção e realidade para alguns, principalmente crianças e adolescentes.

    Façam-me o favor 😄🫠

    1. Na boa, Véio.

      Hoje o pessoal reclama muito (e com razão) que as propagandas de hoje estão muito sem graça, sem sal, tudo mais do mesmo. Aí quando surge uma propaganda genial, O CONAR manda tirar do ar.

      E outra coisa: A própria filha aprovou essa homenagem.

      1. O conar investiga qualquer denuncia…. No fim não vai dar em nada. Além do mais eu concordo, a filha permitiu. É muito mimimi por causa de uma propaganda.

        1. O Conar não tem força legal, é um órgão dos próprios publicitários para autorregulação. Obedece quem quer, mas a maioria obedece porque é menos pior do que judicializar.

      2. poxa, genial?
        com toda a incompatibilidade entre a música, a pessoa e a empresa?

        1. É como dizia o Ariano Suassuna: “a palavra genial é muito vulgarizada. Se eu chamar o Chimbinha de genial, que palavra me sobra pra me referir a Beethoven?”

      3. “Genial”
        “Porque a prepotência ganhou outros nomes: ‘marketing’, merchandising’ —ganhou nomes ingleses, quando na realidade o que existe é prepotência e exacerbação.” – Elis Regina em sua última entrevista, no programa “Jogo da Verdade”, da TV Cultura, duas semanas antes de morrer.