Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS

Como funciona a TV pirata?

Hoje em dia por meros R$ 30,00 (na minha cidade) é possível ter TODAS as plataformas de streaming (Netflix, Disney, HBO, …), PPV (Premiere), além de um catálogo de filmes recém foram lançados no cinema. Tecnicamente falando, como isso é possível? Como essas TVs/ Apps piratas disponibilizam um acervo tão grande e abrangente?

20 comentários

20 comentários

  1. Eu também tenho essa dúvida, principalmente em relação aos canais ao vivo. Uma coisa que eu sei é que a pessoa que te cobra os R$ 30 não é a dona do servidor, é apenas um revendedor. O dono do servidor, que não devem ser muitos, porque a maioria dos revendedores tem o mesmo padrão de site, é que tem toda a estrutura.

    1. Desculpe a ignorância: pesquisei stremio mas o site deles explica muito mas fala nada? 🤔

      1. Não posso postar os links aqui, mas procura como adicionar adicionar extensões no Stremio.

  2. De forma bem resumida, eles fazem um scraper/download em serviços de streaming/sites, armazenam tudo em um servidor central e listam como um “m3u”, com isso, podem disponibilizar em qualquer player que suporte esse formato (revenda). Não é algo complexo de se fazer e isso apenas mostra o quanto o DRM é falho em todos os níveis possíveis.

  3. Em tese, não é difícil. Um aplicativo baseado no Strem.io da vida consegue fazer isso basicamente de forma gratuita, pegando os arquivos através de Torrent. Inclusive é relativamente fácil achar na PlayStore aplicativos gratuitos de streaming pirata, mantidos apenas por anúncios.

    Caso a pessoa não queira depender de torrents (não é raro ter um filme/série ou outro/a indisponível, ou com poucas seeds), é possível montar um servidor de mídia tipo Plex, ir adicionando as mídias nesse servidor e liberar o acesso conforme o pagamento da assinatura. A curadoria das mídias disponíveis pode até ser feita de forma automática. Os custos seriam apenas para manter o servidor online, armazenamento e tráfego.

    Quanto ao Premiere/PayPerView, creio que seja baseado mais na pirataria “tradicional” do sinal de TV por assinatura, pegando um sinal de satélite (ou de outra fonte), decriptando-o e replicando para as demais pessoas. O custo de 30 reais provavelmente é pra manter essa infra-estrutura.

  4. Uma boa pauta para o @Ghedin
    Vibes flogão dos caminhoneiros

    1. esse ano ja vi um rapaz fotografando num trevo aqui na cidade… lembrei na hora que poderia ser um assiduo usuario do flogão. kkk

  5. Mas se quer uma pista: não é muito difícil explorar a API desses serviços e montar uma forma que você acesse os arquivos e servidores de licença de DRM protegendo as credenciais

    1. Talvez o meu post não tenha sido bem claro, eu só queria saber como funciona a estrutura em grosso modo e não como construir ou configurar.