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Como a audiência mais baixa do BBB afeta um sistema de comunicação sem paywall www1.folha.uol.com.br

[…] Em relação ao início do ano anterior, o atual programa perdeu 25% do público, ou um em cada quatro espectadores.

A má notícia produz impacto em um grande ecossistema de comunicação, que começa na Globo, passa por sua plataforma de streaming e termina em perfis de influenciadores no Instagram, que ganham para divulgar o programa, afetando no caminho centenas de sites de notícias e canais no YouTube, que lucram com os números de cliques.

2 comentários

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  1. Como leigo, acho que o BBB meio que ajudou a moldar a “era das celebs online”. Dado que na época a internet não era a mesma coisa de hoje e o domínio de mídia era televisivo, o BBB proliferou os “ídolos baratos” para as pessoas apreciarem e se alienarem.

    Hoje tais ídolos baratos não precisam mais de uma grande mídia para aparecerem. Apenas precisam de criatividade, alguma ideia que as pessoas pegam rápido e alguém com dinheiro para lavar. Muito mais fácil ganhar dinheiro sujo com tigrinho do que tentando uma vaga no BBB, diga-se.

    Quem precisa acompanhar via TV uma renca de “barraco” pré-fabricado quando se tem no celular milhões de pessoas soltando vídeos de “barracos” fabricados ou “naturais”? Brigas de bares, pessoas se matando, acidentes, histórias de traição, etc…

    Nessas horas me pego pensando sobre mecenato. Porque tipo, acho legal quem consegue aqui pagar o Manual e outros sites com informações úteis. E dado aquela reclamação passada do Normose (que até virou tema aqui um dia), a gente vê que é difícil as pessoas pagarem. Mas acho meio porre quando a pessoa gasta dinheiro com um ídolo que só faz caras e bocas, e as vezes solta o verbo recheado de preconceitos. Ou que vive fazendo besteira sem parar.

    No final das contas, a era de um programa como BBB já se encerrou, pois tal programa, por ou sem querer, moldou uma era de criação midiática.