não que seja um movimento de agora, mas é triste acompanhar o declínio do torcedor/fã como principal figura do estádio e a ascensão do consumidor.
Tenho sentimentos mistos com matérias desse tipo, apesar de achar importante as pessoas poderem desfrutar de mais possibilidades dentro do seu hobby, não vejo com bons olhos esse tipo de iniciativa, pois a sensação que a matéria deixa é a de que as empresas (clubes) só estão interessadas em renda, de sugar ao máximo o dinheiro do torcedor e isto não vem, necessariamente, com um aumento na qualidade dos serviços e produtos ofertados ao torcedor.
Eu já passei uma grande frustração com um cardgame que eu adorava, até tomar um baque e perceber que a empresa não ligava o mínimo pra mim jogadora e, hoje em dia, tenho ódio da mesma. O jogo que me trazia alegria, hoje só me decepciona a cada lançamento de produto da mesma.
Mas é por aí mesmo. Otimizar é extrair o máximo possível com o mínimo necessário. Claro que esse mínimo pode variar de 0 a 10, mas tirando pelas diretorias que temos dos clubes, sabemos que provavelmente esse nível não será muito alto, principalmente nessas questões menos mercadológicas e mais subjetivas (identidade, paixão pueril, tradição)
não que seja um movimento de agora, mas é triste acompanhar o declínio do torcedor/fã como principal figura do estádio e a ascensão do consumidor.
Tenho sentimentos mistos com matérias desse tipo, apesar de achar importante as pessoas poderem desfrutar de mais possibilidades dentro do seu hobby, não vejo com bons olhos esse tipo de iniciativa, pois a sensação que a matéria deixa é a de que as empresas (clubes) só estão interessadas em renda, de sugar ao máximo o dinheiro do torcedor e isto não vem, necessariamente, com um aumento na qualidade dos serviços e produtos ofertados ao torcedor.
Eu já passei uma grande frustração com um cardgame que eu adorava, até tomar um baque e perceber que a empresa não ligava o mínimo pra mim jogadora e, hoje em dia, tenho ódio da mesma. O jogo que me trazia alegria, hoje só me decepciona a cada lançamento de produto da mesma.
Mas é por aí mesmo. Otimizar é extrair o máximo possível com o mínimo necessário. Claro que esse mínimo pode variar de 0 a 10, mas tirando pelas diretorias que temos dos clubes, sabemos que provavelmente esse nível não será muito alto, principalmente nessas questões menos mercadológicas e mais subjetivas (identidade, paixão pueril, tradição)