Tinha comentado antes mas a minha internet estava oscilando. Quero só dizer que acompanho e super indico o canal dessas duas cientistas. O Nunca vi 1 Cientista. Elas fazem um conteúdo de utilidade pública.
Na verdade, pelo que vi, a condenação não foi por desmentir de fake news, mas sim pela exposição da imagem do nutricionista. Visando resguardarem-se juridicamente, as divulgadoras poderiam ter comentado do assunto sem mostrar o print do perfil do profisisonal, por exemplo, e encaminharem denúncia aos órgãos de fiscalização competente (conselho de classe, minsitério público, ANS).
A legislação brasileira reconhece o dano na exposição da imagem de maneira vexatória e elas têm grande alcance nas redes. Faltou uma consultoria jurídica, na minha opinião.
Tem razão, faltou uma consultoria jurídica. Só que mais uma vez uma fake news prevaleceu. Sem precisar de consultoria pra se espalhar.
Fiquei pensando sobre isso. Acho que o processo teve o efeito contrário, não? Se escancarou em grandes veículos que a informação é falsa. Se não tivesse processado talvez tivesse morrido o assunto com alguns dias e só…
the Streisand effect
quanto ao assunto, se a pessoa que publicava informações inverídicas sobre diabetes era um perfil público de Instagram etc, a juíza errou feio
o judiciário não tem “accountability” (nem sei qual seria a melhor palavra em português), então eles possuem liberdade total para dar suas decisões, sem preocupações com possíveis repercussões em suas carreiras
ps. isso tem precedente 1 milhão de vezes pior, o do bozo genocida empurrando cloroquina no país inteiro … eu desconfio que aquilo não foi de graça
Tá é faltando pra anteontem uma legislação séria que trate objetivamente essa disseminação livre de mentiras e barbaridades pelas redes, balizando a atuação de autoridades, juízes etc. Olhem pro século 21, excelentíssimos!
Mas o canal pra responsabilizar Fale News juridicamente não é vídeo no YouTube, foram leigas, vc junto todo seu conhecimento os vídeos e comprovantes e procura o ministério público para efetuar a denúncia aí sim, quando o MP aceitar a denúncia vc faz um vídeo dizendo porque eles aceitaram e contra quem, que nesse caso terá se tornado uma pessoa juridicamente PÚBLICA. Descaracterizando seu vídeo como uma obra de linchamento virtual e se tornando um vídeo denúncia: “Fulano aqui na foto está sendo investigado por enganar vítimas, nome completo, e endereço.
exatamente, fazem um trabalho excelente, mas E SE não fosse? E estivessem jogando um inocente para o linchamento? E SE estivessem usando provas falsas? A LEI MEU CHAPA tá aí pra ser cega e julgar por igual. Por outro lado SE tratar de alguém condenado pela justiça por fake news, charlatanismo, etc, elas podem dar até o endereço da pessoa
Tinha comentado antes mas a minha internet estava oscilando. Quero só dizer que acompanho e super indico o canal dessas duas cientistas. O Nunca vi 1 Cientista. Elas fazem um conteúdo de utilidade pública.
Na verdade, pelo que vi, a condenação não foi por desmentir de fake news, mas sim pela exposição da imagem do nutricionista. Visando resguardarem-se juridicamente, as divulgadoras poderiam ter comentado do assunto sem mostrar o print do perfil do profisisonal, por exemplo, e encaminharem denúncia aos órgãos de fiscalização competente (conselho de classe, minsitério público, ANS).
A legislação brasileira reconhece o dano na exposição da imagem de maneira vexatória e elas têm grande alcance nas redes. Faltou uma consultoria jurídica, na minha opinião.
Tem razão, faltou uma consultoria jurídica. Só que mais uma vez uma fake news prevaleceu. Sem precisar de consultoria pra se espalhar.
Fiquei pensando sobre isso. Acho que o processo teve o efeito contrário, não? Se escancarou em grandes veículos que a informação é falsa. Se não tivesse processado talvez tivesse morrido o assunto com alguns dias e só…
the Streisand effect
quanto ao assunto, se a pessoa que publicava informações inverídicas sobre diabetes era um perfil público de Instagram etc, a juíza errou feio
o judiciário não tem “accountability” (nem sei qual seria a melhor palavra em português), então eles possuem liberdade total para dar suas decisões, sem preocupações com possíveis repercussões em suas carreiras
ps. isso tem precedente 1 milhão de vezes pior, o do bozo genocida empurrando cloroquina no país inteiro … eu desconfio que aquilo não foi de graça
Tá é faltando pra anteontem uma legislação séria que trate objetivamente essa disseminação livre de mentiras e barbaridades pelas redes, balizando a atuação de autoridades, juízes etc. Olhem pro século 21, excelentíssimos!
Mas o canal pra responsabilizar Fale News juridicamente não é vídeo no YouTube, foram leigas, vc junto todo seu conhecimento os vídeos e comprovantes e procura o ministério público para efetuar a denúncia aí sim, quando o MP aceitar a denúncia vc faz um vídeo dizendo porque eles aceitaram e contra quem, que nesse caso terá se tornado uma pessoa juridicamente PÚBLICA. Descaracterizando seu vídeo como uma obra de linchamento virtual e se tornando um vídeo denúncia: “Fulano aqui na foto está sendo investigado por enganar vítimas, nome completo, e endereço.
exatamente, fazem um trabalho excelente, mas E SE não fosse? E estivessem jogando um inocente para o linchamento? E SE estivessem usando provas falsas? A LEI MEU CHAPA tá aí pra ser cega e julgar por igual. Por outro lado SE tratar de alguém condenado pela justiça por fake news, charlatanismo, etc, elas podem dar até o endereço da pessoa