Matéria com gráficos interativos bem legais.
Não conhecia esse site. Segundo um informativo no rodapé, é do Nubank.
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Matéria com gráficos interativos bem legais.
Não conhecia esse site. Segundo um informativo no rodapé, é do Nubank.
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O que eu queria mesmo seria um plano de mobilidade com trens e ônibus para poder usar menos o carro e mais transporte público, mas infelizmente sofremos muita influência norte americana, o próprio tecnocracia abordou isso no episódio das SUV, enquanto os EUA forem uma influência forte, dificilmente chegaremos perto dos europeus e chineses no quesito de transporte urbano.
Com relação às baterias, muitas pesquisas estão sendo feitas para a reciclagem e aprimoramento das baterias e os avanços são nítidos de uma década para cá. Carros iguais ao Byd dolphin mini usam bateria de sódio, que é mais volumosa, porém melhor para o ambiente. A china acabou de lançar carros híbridos com até 1000km de autonomia. Aliando essas tecnologias com o uso de energia solar, eu consigo visualizar um futuro mais sustentável que o atual com os carros a combustível, mas se isso realmente acontecerá só o tempo irá dizer.
PS: eu duvido que boa parte de vocês gostam de dirigir e estacionar carro, essa “paixão ” que o brasileiro tem por carro é pura jogada de marketing, depois que o meu encanto foi quebrado, eu percebi que detesto dirigir e podia estar gastando o dinheiro do carro com outras coisas mais legais pra mim.
Eu gosto de carro e moto, gosto da engenharia do negócio, adoro pegar rodovia e conhecer lugares, mas detesto essa cultura ‘petrolhead’. E realmente detesto dirigir na cidade, muitos não entendem como é muito mais perigoso do que pegar rodovia.
Trabalho em uma concessionária de veículos que não vende carro elétrico mas vende carros caríssimos. A montadora da qual vendemos esses veículos sempre falou com desdém de carros elétricos: no Brasil não pega, brasileiro não gosta, etc. Praticamente todos os clientes que chegam na loja (e que tem um bom poder aquisitivo) perguntam de carro elétrico ou de carro híbrido, contrariando as besteiras que a montadora pensava.
A queda das vendas aqui já é razoável e, segundo as pesquisas internas da montadora, mais de 60% dos clientes que não compram da marca escolheram um elétrico/híbrido. Pode não parecer, mas é um número altíssimo. O que vai ser de um carro elétrico daqui 10 anos? Não sei, não vejo muito gente que compra um carro zero ficar com esse carro por 10 anos. O que vai acontecer com a bateria do carro? Também não sei, vamos descobrir depois. Mas as pessoas vão continuar comprando e vai ser cada vez mais normal.
A gente tem outros exemplos de descaso, como os Trolebus que funcionavam sem a necessidade de uma bateria e tiveram as linhas desativadas em várias partes do país. E as ferrovias também, que poderiam ter sido modernizadas e eletrificadas ou no mínimo mantidas.
Transporte eficiente não vai dar certo no Brasil não por falta de verbas ou geografia, mas por questões culturais.
O cidadão almeja um padrão de vida importado dos USA que consiste em bens materiais como medida de sucesso.
Cara, me peguei refletindo isso, ao meu redor todos pensam assim, quando digo que gostaria muito de viver numa cidade onde poderia ter uma mobilidade melhor, com possbilidade de integração entre diferentes modais, por exemplo bike e ônibus, pessoal cai matando até minha namorada kkkk Todos querem ter um SUV ou Sedan (barca) pra mostrar que agora pode se locomover no transito infernal com conforto, e o restante que se f**. Bem triste isso..
o que fizeram com as ferrovias no Brasil foi um crime
não me lembro se foi a ditadura militar, ou os governos seguintes (Sarney, Collor, FHC)
perto de casa tem uma linha de trem, que é usada apenas para transporte urbano
me lembro de quando era criança, era usada também para transporte de carga
eram uns trens enormes, com um número imenso de vagões
imagine quantos caminhões isso eliminava
mesmo as viagens por trem à média e longa distância praticamente acabou
torcendo aqui para que saia o TAV Campinas/São Paulo/Rio, quem sabe dê uma revitalizada nas viagens por trem
Eu cresci em uma cidade de interior que tinha trens de passageiros para a capital diariamente, na época do meu pai. Segundo ele, era muito confortável e prático. Hoje essa mesma ferrovia é usada somente para transporte de cargas e a estação de trem está em ruínas. Para fazer o mesmo trajeto só pela rodovia, dividindo o espaço com muitos caminhões.
Assim como ocorre com a Cannabis, por falta de investimento e de políticas públicas o Brasil será apenas um consumidor quando poderia estar na vanguarda de veículos elétricos.
No Documentário Gurgel Motores – “Sonhos Enferrujam”, em 16m21s, é mostrado o “Itaipu”, da Gurgel. Carro elétrico que podia chegar a 60 Km / h com 100 Km de autonomia. Isso em 1981…
Infelizmente, hoje sei que o as baterias utilizadas nos carros elétricos atuais poluem bastante na fabricação e no rejeito. Ainda assim, como a materia mostra, são um dado da realidade e, mais uma vez, o Brasil fica para trás.
Resultado de um País sem projeto cuja política foi apenas a de abrigar montadoras sem exigir delas a Transferência de Tecnologia. Passadas algumas décadas, muitas delas foram embora, gerando desemprego, sem deixar nenhuma contrapartida.
A gente tem outros exemplos de descaso, como os Trolebus que funcionavam sem a necessidade de uma bateria e tiveram as linhas desativadas em várias partes do país. E as ferrovias também, que poderiam ter sido modernizadas e eletrificadas ou no mínimo mantidas.
Verdade. Tive pouca vivência com eles. Não se como seria a infra e a tecnologia empregada hoje; à época, lembro que os “engates” não eram muito bons: não era raro ver o motorista com uma vara de madeira para encostar novamente os contatos nos fios.
O que ninguém respondeu ainda é para onde vão as emissões de veículos à combustão interna daqui 15 anos.
O que ninguém respondeu ainda é para onde vão as baterias daqui a 10 ou 15 anos?
Ou ainda, o que eu farei – teoricamente – com um carro elétrico daqui a 10 ou 15 anos?
No caso das baterias, além de estudos de reciclagem dos núcleos químicos (o lítio e demais materiais mesmo, não tou falando da bateria lacrada), há de fato empresas que pegam “packs de bateria” (pois uma bateria de veículo é feito com vários módulos de bateria internos) e tentam ou revitalizar (tentar gerar mais vida útil à mesma) ou desmontar módulos problemáticos para remontar módulos saudáveis.
Uma bateria com pack que tem problemas em um único módulo acaba gerando um problema para todas as outras baterias, pois o controaldor de carga faz uma espécie de média e pega a pior bateria como base, jogando estimativa de autonomia para baixo. Há tanto empresas quanto pessoas (que até fazem vídeos sobre) trabalhando com isso.
A maior vantagem de um sistema assim é que se no futuro uma tecnologia nova de bateria pode ser aplicada, basta só trocar o pack e as vezes também “atualizar o software” para estimar autonomia e parâmetros de operação com a nova tecnologia.
(Eu espero daqui a 15 anos é melhoria na mobilidade urbana e no urbanismo em si – mas aí é utópico demais…)
Você teria indicações de leitura pra quem gostaria de saber mais a respeito (leigos)?
Das baterias acabo vendo vídeos no Youtube como do canal “Agining Wheels”, “Electric Classic Cars” e outros. O primeiro a pessoa geralmente documenta os carros que trabalha – e sempre mostra alguns veículos nas quais ele demonstra como retrabalha os packs de bateria, e o segundo é de uma pessoa que criou uma empresa que eletrifica automóveis, e sempre acaba mostrando alguma informação técnica que ilustra como uma empresa como a qual ele trabalha lida com tudo isso.
Da reciclagem de lítio em si me lembro de ter lido uma matéria no Inovação Tecnológica, além de óbviamente buscar no buscador “reciclagem de lítio”.
Então admito que meu conhecimento é mais de leigo mesmo. Peço desculpas se fui raso.
Não foi não, vou dar uma olhada. Muito obrigada!
Legal saber, mas a questão continua: o que faço com o carro? Vendo com a bateria? Quem vai comprar um carro com a bateria meia vida? Estas perguntas ninguém quer responder.
Se as baterias fossem intercambiáveis entre os carros, não haveria problema algum, mas como está estruturado hoje, será um problema sério daqui a algum tempo. Prefiro continuar sendo movido a gasolina.
Tinha um vídeo que vi no Aging Wheels que o mesmo falava da alta depreciação que veículos EVs sofrem nos Estados Unidos. Geralmente o valor caí pela metade em 1 ou 2 anos – Isso ele falando de um Polestar (da Geely/Volvo).
Pense que quaisquer veículo sofre com depreciação conforme seus problemas relatados. Isso, mesmo carro à combustão sofre.
E de fato sim, o maior problema é realmente a ausência da possibilidade de uma troca fácil das baterias. Há sim veículos que tinham projetos de baterias intercambiáveis fáceis para troca/manutenção. Mas acabou em segundo plano pois ainda veem muito um automóvel como quase descartável.
Talvez isso pelo fato também que foi mais privilegiado a durabilidade e autonomia das baterias. Quando existiu o projeto das baterias intercambiaveis isso há uns 10 anos atrás, a ideia era “alugar” as baterias, assim com isso as fabricantes poderiam lidar melhor com elas, se bem que na época as autonomias dos automóveis ainda eram baixas (na faixa de 100 km por carga). Com isso podendo criar um mercado com pontos para trocas de baterias em diversas cidades. Hoje alguns automóveis alegam ter mais de 300 km por carga, reduzindo esssa possibilidade.
Eu teria que ver como estão os projetos automotivos atuais para dar uma opinião melhor, diga-se.
na China aparentemente já existem carros com baterias intercambiáveis
https://insideevs.uol.com.br/news/718816/nio-submarca-onvo-carros-eletricos/
Jogar fora, como tudo…