Acho que carta, cheque e fax são algumas das “tecnologias” que presenciei mas nunca fiz.
Na verdade lembrando bem fiz umas trocas de figurinhas de alguns álbuns a muitos anos atrás, através do site troca figurinhas.
10 comentáriosBluesky, Mastodon, Telegram e RSS
Acho que carta, cheque e fax são algumas das “tecnologias” que presenciei mas nunca fiz.
Na verdade lembrando bem fiz umas trocas de figurinhas de alguns álbuns a muitos anos atrás, através do site troca figurinhas.
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Muito bacana! Há algum tempo o Ghedin indicou o Letterclub.org e eu montei um grupo com 6 outros desconhecidos de um clube de leitura. Trocas de cartas (digitais) uma vez por semana. Tem sido uma experiência deliciosa. O clube tem grupos também no Telegram, mas simplesmente não dá pra acompanhar. O ritmo das trocas com calma é muito bom, recomendo.
participo de site de trocas de cartões postais (postcrossing) e troca de cartas (carteada), eu adoro, mas ultimamente tenho focado só nos postais. Pessoal dos postais faz encontros presenciais em muitas cidades pelo mundo, aqui no Brasil tem vários encontros em São Paulo, Curitiba, Porto Alegre…
Carta já fiz na minha infância, fax eu presenciei e cheque eu usei uma folha em 2018 para dar entrada na moto (ainda tenho umas 3 folhas restantes hahhaha)
Presentes de aniversário tenho acompanhado com o bilhete por escrito, uns doodles e tal, acho legal
Eu tbm escrevia muitas cartas, mesmo que fosse a carta social, para as amigas da escola, a gente tinha um grupo e no final do ano todas escreviam para todas. E uns anos para cá, retomei com uma amiga do antigo trabalho. Era legal saber que viria a carta pelo correio, e mesmo demorando um tempo para chegar, sabendo que a pessoa morava super perto, só de receber via correios era emocionante. Escrita a mão, com canetas coloridas, papel de bloco de fichário (atual caderno argolado ou “inteligente”), selos e envelope lacrado com selo de cera. Claro que colocava dentro de outro envelope para não correr o risco de romperem o lacre antes. Eu caprichava e confesso que gostaria de retomar esse hobby. A amiga ainda existe e ainda gosta de receber cartinhas.
Não necessariamente é enviar uma carta nas datas comemorativas eu gosto de escrever uma cartinha e entregar pra pessoa.
Acho que tem mais impacto do que mandar um textão numa rede social.
Como alguém que viveu isso – saudade zero. Inclusive participei de grupos de penpal (google it). Era o que tinha na época pq as ligações telefônicas eram caríssimas e o penpal permitia trocar idéia com que era de fora do país.
Hoje tem email, tem mensagem, tem zoom, etc. Simplesmente não faz sentido ir ao correio e pagar pra mandar uma carta que vai levar 30 dias pra chegar.
Não é para fazer sentido. O meio é a mensagem. É nostalgia pura, não é para ser prático ou rápido.
Exatamente. Quem se propõe a escrever uma carta nao está pensando em praticidade, eficiência, está pautado por outros valores, sentimentos e memórias afetivas, significados, etc. Eu não voltaria ao passado, mas acho bacana demais quando alguns hábitos resistem ou voltam, porque a velocidade da comunicão hoje, muitas vezes é só isso mesmo, velocidade, vazia e sem afeto nenhum. O ser humano nao deseja eficiência em todas as esferas da vida ou em todas as relações que estabelece. Algumas necessidades humanas dialogam com valores de outra natureza.
De fato. Mas por ter vivido o tema, não tenho essa nostalgia.