No post do Ghedin pedindo dicas sobre a migração para o sistema Android, o usuário não tão relevante comentou que “Queria ter mais prática no conceito 80 – 20 (80% de limite de carga, 20% para por para carregar)”. Eu já estava para trazer essa dúvida pra cá e resolvi aproveitar o gancho: afinal, essa prática é recomendável mesmo? Ou não procede? Faz muita diferença? Fico meio assim porque: 1) você acaba perdendo 40% de tempo de uso, se usa entre 20% e 80%; 2) no dia a dia é meio complicado implementar. Às vezes você está na rua ou mesmo precisando usar quando ele chega em 20%; ou ocupado durante o carregamento, e acaba deixando carregar mais de 80%.
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Uso o procedimento 20/80, Samsung. Quando estou em casa, à noite, o Modos e Rotinas desativa o carregamento rápido e super-rápido. Mas se estou na rua, eles são ativados automaticamente de 20 até 70%. Tudo automaticamente, no Modos e Rotinas
Grato pela atenção e por trazer o assunto!
Um notebook que ganhei no passado (um Lenovo) tinha a função de manutenção de carga em um aplicativo. O ponto é que acabava sempre desinstalando o app (pois não funcionava no Windows 10) e o note sempre ficou na tomada. Hoje a bateria ainda tem uma boa vida útil aparentemente, mais pelo fato que mantinha na tomada do que pelos 80-20.
O celular que tenho hoje acabo carregando em um ciclo 40-100 ou 20-100. Não é o correto, mas já tenho um ano com a nova bateria.
Sempre li ou ouvi que o 80-20 é uma boa forma de manter a bateria. Sei que até hoje tem equipamentos que tem aplicativos próprios para manter este ciclo de carga – já mencionaram nos comentários aplicativos externos também.
Como sempre ganhei equipamento usado, no final nunca botei em prática o conceito. Mas como sempre procurei manter ciclos de carga melhores, creio que isso deu uma boa sobrevida nos equipamentos que tive, aparentemente.
O ponto também é que o ideal é que se faça mais cargas lentas do que cargas rápidas. Ou seja, um celular mesmo que tenha uma função de “turbo carga” (cargas com amperes maiores), o legal é usar uma carga de ampére menor. Por exemplo, o celular pode carregar a 5A, carregar entre 1,5 a 2 A. Demora mais para carregar, mas a carga se mantém mais e também ajuda na preservação da vida útil da bateria. Creio que há este tipo de função em apps de manutenção de energia dos celulares e notebooks, mas talvez usar um carregador com este nível máximo ajude também. Aqui uso um de 1A que era usado antes em máquinas de cartão. Botei o celular com 10% às 6h da manhã, já são quase 9h e está com 53%. Isso porque esqueci de por o celular para carregar a noite, como tenho acostumado a fazer. Não é seguro com carregadores falsos, mas já falo a seguir sobre.
A dica de ouro mesmo é também evitar carregadores falsos. Melhor comprar um carregador usado de marca e bem produzido do que novo em qualquer lugar. Geralmente sente-se no peso do carregador – pois bons carregadores tem circuitos bem melhores desenhados, enquanto que carregadores falsos são básicos e não tem nem filtragem da saída de energia, o que pode gerar picos que prejudicam o circuito do equipamento. As redes de vídeo tem gente explicando sobre esse assunto. Esse que uso de 1A até que tá quente (acabei de pega-lo para ver quantos amperes ele trabalha). Mas aguenta bem, não dá impressão que vai ferver ou derreter.
Muito bem colocado. Calor degrada bateria e recargas turbo são notórias por isso.
Eu adoto esse método nos meus dispositivos e comigo notei maior tempo de vida útil. Samsung Galaxy pode definir os limites no aparelho e no meu aspirador robô criei uma automação para ir sozinho para a base com 20% e ficar fora da base de carregamento ao completar 90%.
Enquanto a bateria do meu robô está durando bem com mais de 3 anos de uso, outras pessoas comentam na Internet que tiveram que trocar a bateria com 1 ano de uso.
Nos smartphones Samsung você define esses limites nas configurações. Quando o nível cai para 20% surge a mensagem para carregar. Colocando para carregar, ele não ultrapassará os 80%. Então é bem prático.
Sim. Ajuda muito. Evitar usar diversos carregadores também ajuda. Use o recomendado pelo fabricante mesmo que seja marca diferente.
A prática é recomendável sim, principalmente se quiser ficar longos anos com o aparelho, mas como disseram em baixo já, a vida é muito curta pra se importar com isso.
Eu tenho um exemplo do meu Macbook, em 9 meses de uso a bateria saiu de 100% de saúde para 88%, nesse momento comprei um aplicativo chamado AlDente que a função é justamente manter a bateria em 80% quando plugado, agora 2 anos depois a saúde continua em 88%, pra mim o resultado foi comprovado.
Você costuma usar muito ele fora da tomada? Por que meu Lenovo durou muitos anos com boa bateria, pois raramente deixava ela descarregar.
Eu prefiro usar o celular sem restrições, da maneira que eu preciso que ele funcione, e depois de 2 anos pagar 350 reais na autorizada e trocar a bateria.
Eu duvido que o ganho seja relevante. Pra algo marginal, o trabalho definitivamente não compensa.
Temos que ser conscientes que bateria é um componente químico com vida útil.
Claro que é frustrante não ser mais fácil de trocar, mas não vejo como ficar nesse nível de babá de bateria.
A vida é muito curta pra se importar com isso. Carrego sempre até os 100, geralmente me dura uns 2 dias de bateria, pois não uso muito.
Qual é o seu cel? Estou usando um Moto G antigo de minha esposa e o celular fica 7 dias com carga. Também não uso muito, usando mais para testar coisas no Android.
Um moto g32, não tenho Instagram ou Facebook. Só uso ele fora de expediente… Mas olha,geralmente carrego ele ainda quando está acima de 50%