O assunto é interessante e aponta bem para o que acontece em muitos cantos do país. Já cansei de presenciar parentes e amigos que se reúnem apenas de corpo presente, com olhos e atenções apenas nos celulares. Mas não sei se reflete toda a realidade brasileira.
Me incomodou a quantidade de clichês e jargões e revoltas progressistas no texto (não sou de “direita”, antes de jogar pedra), que serviram mais para distrair do problema apresentado pelo texto do que para acrescentar. Existem formais mais elegantes de se manifestar e de apresentar fatos/opiniões.
Gostei do seu texto. Queria complementar aqui a minha resposta ao “não tão relevante” onde disse que no fim era uma fuga da realidade. Mas também é uma glamuralização e propaganda de uma realidade inalcançável e insalubre. Gerando um circulo vicioso. É triste. Mas muitas pessoas que adquirem condições econômicas adquirem hábitos que não vão refletir numa vida mais saudável e sim com mais vícios. Aqui entra também um aspecto político mencionado no comentário do André.
Eu entendo e acredito em vários dos problemas citados no artigo, porém acho que não é tão simples linkar com a conectividade online.
Alguns pontos de atenção:
1. O conceito de Brasil é complexo, temos muitas realidades diferentes da grande São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Onde a realidade do transporte público da uma boa inflada nas médias de uso.
2. É relativamente questionável essas pesquisas. Se for olhar direitinho, elas inclusive tem dados conflitantes. O Brasil em
Geral tá no top 10 de usuários de redes sociais mas abaixo da média mundial no uso. Segundo a primeira pesquisa edição de 2025 citada no artigo da USP.
3. Essas pesquisas que generalizam Brasil podem ser utilizadas num contexto onde queremos aplicar algo pra média, tipo vender coisas. Mas dificilmente são boas pra trazer causas raizes que possamos endereçar e melhorar, um bom exemplo é a Prova Brasil ou o exame Pisa. Ambos não servem pra adotar medidas genéricas que melhores a educação no Brasil como um todo, principalmente pq temos muitos Brasis.
O texto está bem alinhado ao um outra postagem daqui: https://manualdousuario.net/orbita-post/ia-esta-nos-tornando-mais-idiotas/
Ou seja, escapamos da realidade, acabamos mais burros e consequentemente temos menos ferramentas para escapar da realidade, acabamos mais burros e…
Só posso esperar que no pouco tempo de vida que me resta eu não seja tragado pela onda de ignorância que surge no horizonte.
Idiocracy tá se tornado real :(
Mas não do jeito que o filme teoriza, está vindo de onde menos se esperava.
Comecei a usar internet creio que por volta dos 16-18 anos, não me lembro exatamente. Até porque eu ia em bancas comprar revistas antigas de informática (como a Info e a PC Magazine ou algo assim). Comecei nas lan houses simples. E buscando entender o mundo digital. Mas como eu sou pobre (não que eu era, ainda sou), tipo, então não tive acesso ao antes (como as BBSs) e ao tempo suficiente para inteirar com chats e afins.
Na época da minha juventude, tentei fazer amizades em fóruns por uma indicação de um conhecido pessoalmente. Mas como sou chato para amizades – virtuais ou não -, com isso sempre desconfiava das coisas. Fiz mais amizade com grupos na época de anime e mangá, que estavam começando a se organizar. Tentei com isso também aproveitar para aprender lendo matérias sobre informática e tudo mais, tentando achar uma trilha para meu futuro (spoiler – nenhum bom).
Hoje, mais velho, vi que apesar de muita coisa ter ido em vão – pois não tenho as mesmas amizades de antes e minha visão relativo as amizades digitais são bem diferentes hoje – , aprendi bastante com isso tudo. E de fato sim, o rapaz de 20 anos atrás que ficava na tela de um smartfone com internet 3G e era o único da turma e da família com este vício, hoje é uma pessoa que reduziu um pouco deste vicio mas viu familiares e colegas indo pelo mesmo caminho, mas de outra forma e bem mais saturados que antigamente.
A vida real dependendo de onde a pessoa mora pode ser um porre, isso varia conforme a comunidade e familia onde está. Uma família minimamente estruturada e que tenham mais entendimento emocional entre seus pares provavelmente tem menos chance de ter as pessoas enfiadas no celular (digo porque vejo isso com alguns dos meus familiares). Famílias com mais conflitos ou problemas é bem maior a chance de ver as pessoas até tendo problemas digitais, como vícios ou risco de estarem em comunidades tóxicas.
Muito bom seu comentário. No fim é um reflexo da fuga da realidade.
(…) Uma família minimamente estruturada e que tenham mais entendimento emocional entre seus pares provavelmente tem menos chance de ter as pessoas enfiadas no celular (…)
Vou ler essa frase em voz alta no almoço de amanhã.
é triste. o cara levanta o ponto de que os brasileiros têm mais tempo de tela porque a realidade social do país é insuportável para a maioria, mas é curioso que, embora cite a “extrema direita” como beneficiária desse escapismo, ignora que é justamente a esquerda a culpada, já que há décadas comanda boa parte das políticas públicas. o jovem periférico enfurnado no celular não está assim só porque o sistema falhou com ele, mas porque políticas assistencialistas, aparelhamento da educação e desprezo por mérito e segurança pública (bandeiras da esquerda) criaram esse ambiente onde, conforme o próprio autor diz, fugir da realidade por meio de telas se torna preferível.
mas, como diz o outro, não vamos reclamar: o brasil está melhor hoje do que amanhã.
Mostre-nos meia dúzia de indicadores sociais dos últimos 30 anos que provem que o Brasil não vem evoluindo socialmente. Sem esses dados essa conversa faz sentido. Lamento.
Defendo ainda que o progresso só não é maior porque infelizmente não há mais presença da esquerda no país (vide prefeituras, governos de estado, câmara, senado, etc).
Na verdade “esquerda” per si (socialistas e grupos de pessoas pró-comunidades) estão mais “escondidas” – o MST em si (apesar de seus avanços no mercado), as ONGs mais simples (que vivem de trabalho de bairro), e claro, nas cidades onde há alguma noção de progressismo, e que o mesmo tenta caminhar entre por alguma pauta humanitária (políticas de proteção ao ser humano) no meio de pautas individuais (como projetos de condomínios fechados ou privatizações).
Só lembrando que houve barulhentos / notórios políticos eleitos ao menos nos útlimos dois ciclos eleitorais – o rapaz do 6×1 que peço desculpas por não decorar o nome, mas é bem engraçado que ele entrou como vereador mas faz ação mais nacional; e claro, os “medalhões” do PSOL que são Erika Hilton e Guilherme Boulos.
Mal é que infelizmente, somado a visão (que também acho equivocada) do André – tal visão geralmente alimentada seja pela mídia tradicional quanto pelos grupos de (extrema-)direta e “investidores” (cof… cof…), parte da população tenho notado bastante cinismo e apoio a políticos mais corruptos – isso não nego que é mais um ponto de vista pessoal. De fato a política brasileira acabou sempre elegendo alguém com dinheiro suficiente para bancar algo; temos que ser francos conosco e admitir que muitos votam por um interesse cínico e individual, seja por cargos ou até mesmo dinheiro. E quem tem dinheiro para bancar isso? Bicheiros, grileiros de terra, dentre outros tipos de criminosos. Me lembro de ter um caneco em casa (Ganho por um familiar) de um vereador que depois desobri que era bicheiro no bairro…
A “esquerda” não comandou o país entre 2016 e 2023, melhorou algo em termos de políticas públicas?
Nos 13 anos do PT, somando Lula 1 e 2, mais Dilma 1 e 2 (este último mandato golpeado) os indicadores foram estes aqui…
Lembrando que nunca tivemos uma congresso majoritariamente progressista, pelo contrário. Este atual então, quer governar no lugar do executivo, com emendas impositivas que cada vez abocanham mais o orçamento. Um parlamentarismo ilegal sendo colocado em prática. Isso que o povo escolheu o presidencialismo. Sem falar que o governo teve que articular uma PEC antes de tomar posse para ter orçamento para o básico, tamanho o desmonte promovido nos anos do Bolsonaro.
Quem sabe um dia a gente tenha um congresso progressista e um governo progressista para as mudanças serem mais expressivas (infelizmente estamos longe desse cenário).
Não vai ter congresso progressista enquanto a esquerda cirandeira estiver mais preocupada em lacrar do que dialogar com o trabalhador médio.
O correto é dizer não vai ter nunca. Boa parcela do brasileiro médio é conservador até a medula (mas só se diz “de direita” porque é a “direita” que vocifera o moralismo que ele gosta de ouvir).
O problema é que hoje temos uma legislatura apinhada de influenciadores e produtores de cortes, que parecem faturar mais com a atividade das redes sociais do que com o mandato parlamentar.
A isso se juntam os parasitas de sempre, o Centrão, que, empoderado pelo sequestro do orçamento, manda e desmanda no país sem assumir um nada de responsabilidade pelos próprios atos.
bandeiras da esquerda são desprezo por mérito e pela segurança pública? o que seria o aparelhamento da educação? essa conversa tangencia aquelas teorias da conspiração de “doutrinação nas escolas”. como que a esquerda comanda boa parte das políticas públicas???
Também percebi isso, parecem informações tiradas de qualquer vídeo raso, ou que de tão repetidas soam como verdade.
“É triste. Mas muitas pessoas que adquirem condições econômicas adquirem hábitos que não vão refletir numa vida mais saudável e sim com mais vícios … ” …
O assunto é interessante e aponta bem para o que acontece em muitos cantos do país. Já cansei de presenciar parentes e amigos que se reúnem apenas de corpo presente, com olhos e atenções apenas nos celulares. Mas não sei se reflete toda a realidade brasileira.
Me incomodou a quantidade de clichês e jargões e revoltas progressistas no texto (não sou de “direita”, antes de jogar pedra), que serviram mais para distrair do problema apresentado pelo texto do que para acrescentar. Existem formais mais elegantes de se manifestar e de apresentar fatos/opiniões.
Gostei do seu texto. Queria complementar aqui a minha resposta ao “não tão relevante” onde disse que no fim era uma fuga da realidade. Mas também é uma glamuralização e propaganda de uma realidade inalcançável e insalubre. Gerando um circulo vicioso. É triste. Mas muitas pessoas que adquirem condições econômicas adquirem hábitos que não vão refletir numa vida mais saudável e sim com mais vícios. Aqui entra também um aspecto político mencionado no comentário do André.
Eu entendo e acredito em vários dos problemas citados no artigo, porém acho que não é tão simples linkar com a conectividade online.
Alguns pontos de atenção:
1. O conceito de Brasil é complexo, temos muitas realidades diferentes da grande São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Onde a realidade do transporte público da uma boa inflada nas médias de uso.
2. É relativamente questionável essas pesquisas. Se for olhar direitinho, elas inclusive tem dados conflitantes. O Brasil em
Geral tá no top 10 de usuários de redes sociais mas abaixo da média mundial no uso. Segundo a primeira pesquisa edição de 2025 citada no artigo da USP.
3. Essas pesquisas que generalizam Brasil podem ser utilizadas num contexto onde queremos aplicar algo pra média, tipo vender coisas. Mas dificilmente são boas pra trazer causas raizes que possamos endereçar e melhorar, um bom exemplo é a Prova Brasil ou o exame Pisa. Ambos não servem pra adotar medidas genéricas que melhores a educação no Brasil como um todo, principalmente pq temos muitos Brasis.
O texto está bem alinhado ao um outra postagem daqui: https://manualdousuario.net/orbita-post/ia-esta-nos-tornando-mais-idiotas/
Ou seja, escapamos da realidade, acabamos mais burros e consequentemente temos menos ferramentas para escapar da realidade, acabamos mais burros e…
Só posso esperar que no pouco tempo de vida que me resta eu não seja tragado pela onda de ignorância que surge no horizonte.
Idiocracy tá se tornado real :(
Mas não do jeito que o filme teoriza, está vindo de onde menos se esperava.
E casa com este também -das tecnologias que nos separam https://manualdousuario.net/superbloom-nicholas-carr-critica/
Comecei a usar internet creio que por volta dos 16-18 anos, não me lembro exatamente. Até porque eu ia em bancas comprar revistas antigas de informática (como a Info e a PC Magazine ou algo assim). Comecei nas lan houses simples. E buscando entender o mundo digital. Mas como eu sou pobre (não que eu era, ainda sou), tipo, então não tive acesso ao antes (como as BBSs) e ao tempo suficiente para inteirar com chats e afins.
Na época da minha juventude, tentei fazer amizades em fóruns por uma indicação de um conhecido pessoalmente. Mas como sou chato para amizades – virtuais ou não -, com isso sempre desconfiava das coisas. Fiz mais amizade com grupos na época de anime e mangá, que estavam começando a se organizar. Tentei com isso também aproveitar para aprender lendo matérias sobre informática e tudo mais, tentando achar uma trilha para meu futuro (spoiler – nenhum bom).
Hoje, mais velho, vi que apesar de muita coisa ter ido em vão – pois não tenho as mesmas amizades de antes e minha visão relativo as amizades digitais são bem diferentes hoje – , aprendi bastante com isso tudo. E de fato sim, o rapaz de 20 anos atrás que ficava na tela de um smartfone com internet 3G e era o único da turma e da família com este vício, hoje é uma pessoa que reduziu um pouco deste vicio mas viu familiares e colegas indo pelo mesmo caminho, mas de outra forma e bem mais saturados que antigamente.
A vida real dependendo de onde a pessoa mora pode ser um porre, isso varia conforme a comunidade e familia onde está. Uma família minimamente estruturada e que tenham mais entendimento emocional entre seus pares provavelmente tem menos chance de ter as pessoas enfiadas no celular (digo porque vejo isso com alguns dos meus familiares). Famílias com mais conflitos ou problemas é bem maior a chance de ver as pessoas até tendo problemas digitais, como vícios ou risco de estarem em comunidades tóxicas.
Muito bom seu comentário. No fim é um reflexo da fuga da realidade.
(…) Uma família minimamente estruturada e que tenham mais entendimento emocional entre seus pares provavelmente tem menos chance de ter as pessoas enfiadas no celular (…)
Vou ler essa frase em voz alta no almoço de amanhã.
é triste. o cara levanta o ponto de que os brasileiros têm mais tempo de tela porque a realidade social do país é insuportável para a maioria, mas é curioso que, embora cite a “extrema direita” como beneficiária desse escapismo, ignora que é justamente a esquerda a culpada, já que há décadas comanda boa parte das políticas públicas. o jovem periférico enfurnado no celular não está assim só porque o sistema falhou com ele, mas porque políticas assistencialistas, aparelhamento da educação e desprezo por mérito e segurança pública (bandeiras da esquerda) criaram esse ambiente onde, conforme o próprio autor diz, fugir da realidade por meio de telas se torna preferível.
mas, como diz o outro, não vamos reclamar: o brasil está melhor hoje do que amanhã.
Mostre-nos meia dúzia de indicadores sociais dos últimos 30 anos que provem que o Brasil não vem evoluindo socialmente. Sem esses dados essa conversa faz sentido. Lamento.
Defendo ainda que o progresso só não é maior porque infelizmente não há mais presença da esquerda no país (vide prefeituras, governos de estado, câmara, senado, etc).
Na verdade “esquerda” per si (socialistas e grupos de pessoas pró-comunidades) estão mais “escondidas” – o MST em si (apesar de seus avanços no mercado), as ONGs mais simples (que vivem de trabalho de bairro), e claro, nas cidades onde há alguma noção de progressismo, e que o mesmo tenta caminhar entre por alguma pauta humanitária (políticas de proteção ao ser humano) no meio de pautas individuais (como projetos de condomínios fechados ou privatizações).
Só lembrando que houve barulhentos / notórios políticos eleitos ao menos nos útlimos dois ciclos eleitorais – o rapaz do 6×1 que peço desculpas por não decorar o nome, mas é bem engraçado que ele entrou como vereador mas faz ação mais nacional; e claro, os “medalhões” do PSOL que são Erika Hilton e Guilherme Boulos.
Mal é que infelizmente, somado a visão (que também acho equivocada) do André – tal visão geralmente alimentada seja pela mídia tradicional quanto pelos grupos de (extrema-)direta e “investidores” (cof… cof…), parte da população tenho notado bastante cinismo e apoio a políticos mais corruptos – isso não nego que é mais um ponto de vista pessoal. De fato a política brasileira acabou sempre elegendo alguém com dinheiro suficiente para bancar algo; temos que ser francos conosco e admitir que muitos votam por um interesse cínico e individual, seja por cargos ou até mesmo dinheiro. E quem tem dinheiro para bancar isso? Bicheiros, grileiros de terra, dentre outros tipos de criminosos. Me lembro de ter um caneco em casa (Ganho por um familiar) de um vereador que depois desobri que era bicheiro no bairro…
A “esquerda” não comandou o país entre 2016 e 2023, melhorou algo em termos de políticas públicas?
Nos 13 anos do PT, somando Lula 1 e 2, mais Dilma 1 e 2 (este último mandato golpeado) os indicadores foram estes aqui…
https://www.nexojornal.com.br/especial/2016/09/02/10-indices-economicos-e-sociais-nos-13-anos-de-governo-pt-no-brasil
Lembrando que nunca tivemos uma congresso majoritariamente progressista, pelo contrário. Este atual então, quer governar no lugar do executivo, com emendas impositivas que cada vez abocanham mais o orçamento. Um parlamentarismo ilegal sendo colocado em prática. Isso que o povo escolheu o presidencialismo. Sem falar que o governo teve que articular uma PEC antes de tomar posse para ter orçamento para o básico, tamanho o desmonte promovido nos anos do Bolsonaro.
Quem sabe um dia a gente tenha um congresso progressista e um governo progressista para as mudanças serem mais expressivas (infelizmente estamos longe desse cenário).
Não vai ter congresso progressista enquanto a esquerda cirandeira estiver mais preocupada em lacrar do que dialogar com o trabalhador médio.
O correto é dizer não vai ter nunca. Boa parcela do brasileiro médio é conservador até a medula (mas só se diz “de direita” porque é a “direita” que vocifera o moralismo que ele gosta de ouvir).
O problema é que hoje temos uma legislatura apinhada de influenciadores e produtores de cortes, que parecem faturar mais com a atividade das redes sociais do que com o mandato parlamentar.
A isso se juntam os parasitas de sempre, o Centrão, que, empoderado pelo sequestro do orçamento, manda e desmanda no país sem assumir um nada de responsabilidade pelos próprios atos.
bandeiras da esquerda são desprezo por mérito e pela segurança pública? o que seria o aparelhamento da educação? essa conversa tangencia aquelas teorias da conspiração de “doutrinação nas escolas”. como que a esquerda comanda boa parte das políticas públicas???
Também percebi isso, parecem informações tiradas de qualquer vídeo raso, ou que de tão repetidas soam como verdade.
“É triste. Mas muitas pessoas que adquirem condições econômicas adquirem hábitos que não vão refletir numa vida mais saudável e sim com mais vícios … ” …