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Bicicleta elétrica: alguém aqui tem?

Algum colega aqui do órbita usa bicicleta elétrica como meio de transporte no dia a dia? Em caso positivo, qual modelo?
Faz um bom tempo que pesquiso sobre esse tipo de bike mas não sinto muita firmeza nas bikes disponíveis no mercado, isso pensando em garantia e durabilidade.

Recentemente peguei uma bicicleta dobrável e tenho usado durante parte do meu trajeto. Achei até que prática para carregar no metrô mas com uma elétrica, poderia fazer todo o trajeto sem depender de outro modal.

24 comentários

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  1. Contexto
    Moro a 6.5km do trabalho, 70% do trajeto tem ciclovia. Passa pela Faria Lima (ciclovia cheia de obstáculos e paradas). Impossível usar carro em horários de pico o que é quase todo horário comercial.

    O que eu fiz
    Aluguei uma da e-moving, 350 por mês mais ou menos, 3 meses.
    O motor da uma empurradinha, ajuda bastante nas subidas, não tem acelerador como essas mais modernas, e também não acelera rápido igual as muito boas.
    Tô fazendo o trajeto e curti, com exceção da poluição que tá matando heheh

    O que eu vou fazer
    Curti bastante a experiência mas quero uma que eu nem pense em não usar, mesmo em um dia cansado.
    Tô namorando essas no estilo moto, queria até poder levar outra pessoa. Não tenho carro e não tenho coragem de pegar moto nessa loucura de sp.
    Tô comparando pra ver tudo, mas eu ainda tô em dúvida justamente se tem que ter uma manutenção boa ou não.
    No futuro vou comprar aquelas que tem o pedal só de enfeite, tipo uma mini moto, tá uns 4.5k, impressionante como tá ficando acessível.

  2. “Bicicleta elétrica” não existe. São scooters. Usam o nome bicicleta como forma de ganhar acesso a espaços para veículos de pedal. Estou em campanha para mudar a terminologia :)

    1. Assunto polêmico, com pedal assistido e limite de velocidade dentro da resolução do CONTRAN. Não seriam consideradas como bicicletas elétricas?

      Sei que existem aquelas aberrações que parecem scooters, igual o comentário do Pedro abaixo que fala das que parecem uma Biz.
      Sem pedal e com acelerador, não considero como bicicleta mesmo.

  3. Oi, Jeff!

    Eu tenho uma Lev e gosto muito. Comprei em 2019 e a única coisa que precisei fazer até agora foi trocar a bateria. Não penso em trocar tão cedo. O único contra, na minha opinião, para não dizer que tudo são flores, é que eu comprei um modelo de ferro. Ela é muito pesada e eu não consigo andar só no pedal se eu quiser. Dá pra “pedalar” com ela usando a ajuda da bateria. Mas hoje os modelos já são de aluminio e esse problema deve ter acabado. É isso. Bem-vindo ao time.

    1. Que legal, Antonio
      Você usa bastante a bike em seu dia a dia?

      Volta e meia vejo alguém pedalando com bicicleta da lev em São Paulo. É uma das marcas que estou considerando, pensando em garantia e assistência técnica.

      1. Boaa! É isso! Faz um test-drive com as marcas que você está namorando. Com certeza você vai sair com uma preferida.

  4. Jeff, qual dobrável você pegou? Está satisfeito?

    Estou pensando em pegar uma, pois os trajetos que faço no dia a dia (trabalho, academia) são próximos, mas por outro lado, moro em prédio sem elevador e apartamento pequeno.

    Estou de olho numa Durban Sampa Pro (por ser alumínio) ou Durban Eco+ (pelo preço).

    Tem alguma indicação?

    1. Oi Kadu,
      Peguei uma Blitz Alloy, comprei usada mas fiquei surpreso com a qualidade. É bem prática de dobrar e carregar no metrô.

      Sobre os modelos da Durban, procura no canal do Antonio Mafra, tem vídeos sobre vários modelos de bicicletas dobráveis: https://www.youtube.com/@AntonioMafra/videos

      Entre os dois modelos, iria de Sampa Pro caso a diferença de valores não seja um impeditivo. Mas o legal seria testar as duas, para ver qual te atende melhor.

  5. Tenho uma Oggi E Big Wheel 8.0 (2022). Comprei ela em 2023 pq moro em BH e aqui tem muito morro e sempre me estressava em ter q descer da bike para fazer uma subida difícil e para realizar trajetos mais longos.

    A bicicleta resolveu todos esses meus problemas. Na época estava terminando a faculdade e passei a realizar o trajeto só com a bike, oq gastava 30 min de ônibus passei a fazer em 15 com a bike. Mas já cheguei a fazer trajetos de 30Km com ela sem ter nenhum problema.

    Uma das razões de ter escolhido a Oggi é pq a roda da bike é maior, mais larga e portanto mais tranquilo de passar em buracos e se locomover no trânsito no geral. Ela tem amortecedor na frente, freios a disco e a bateria dela é bem disfarçada no canote, então só quem entende de bike vai saber q ela é elétrica, é um veículo muito discreto.

    Pra trajetos rápidos, se locomover no centro, ou alternar entre rua, passeio, estacionamos, é o veículo ideal, recomendo demais.

    1. Que legal seu relato! Nas pesquisas cheguei a olhar a E Big Wheel e a Lite Tour E-500.

      1. Entre as duas, a E BW tem o amortecedor na frente. pneus maiores, mais largos e a bateria é removível. Se for rodar na cidade, é uma opção bem melhor e mais confortável para passar em buracos, subir e descer passeios. Além disso tem 1 ano de seguro grátis, isso é mto bom.

        Uma coisa q é importante, tente comprar a bike em uma loja da sua cidade e q lá faça a manutenção. A manutenção de uma ebike é diferente.

        Outra coisa importante é a questão do motor, tem bike q o motor é no pedal e outras q é na roda traseira. No pedal é melhor, te entrega potência mais rápido (1 – 3 segundos de diferença) e dá menos problema. A minha tem o motor na roda traseira, isso acarretou do freio traseiro desgastar MUITO mais rápido q o dianteiro. E andar dependendo de um freio só não é legal.

  6. Acho meio estranho o comércio de bicicletas elétricas no Brasil. Não sei se é falta de uma legislação específica ou outra coisa. Meu vizinho, por exemplo, vende essas bicicletas. Ele comprou um lote da China, colocou o seu adesivo e tá vendendo. Não sei quanto a legalidade disso mas não é primeiro caso, que vejo, de empresários que tem um comércio de qualquer coisa e vende bicicletas elétricas. O mais grave nisso, em minha opinião, é que, como veio em lote da China, o consumidor não tenha um suporte mínimo do fabricante.

    1. O Rafael Machado pôs um link abaixo com um texto mais claro sobre como ficou. Resumindo:

      Se é uma “bicicleta elétrica” (as pequenas com pedal) ou “scooter eletrica” (aquela de pneu grande), se ela tiver um limitador eletrônico até 32 km/h, não precisa de carta/placa.
      Se for “moto elétrica” (sem pedal) e ultrapassar a velocidade do limitador eletrônico e/ou tiver maior potência, recaí como um veículo que precisa de carta (autorização para ciclo motor ACC) e placa.
      Qualquer mobilete (bicicleta com motor a combustão) também precisa de ACC.

      Veículos que precisam de emplacamento,os veículos tenham o básico – iluminação e indicativos de seta e freio.

      Lembrando que tais veículos não podem pegar rodovias ou vias expressas acima da velocidade limite delas.

  7. Compra uma scooter

    Eu tenho a yamaha neo 125

    Faz 41 por litro

    Andar de bike em sp é ser oprimido all the time

      1. A Neo eu dei 1k de entrada + 36 de 600 reais

        Pesquisei muito

        Ela é o melhor custo benefício ❤️

    1. Até considero uma scooter mas no trânsito de SP/SP, tenho receio.

    2. Tive moto por alguns anos, mas infelizmente tive alguns problemas e a perdi. Hoje faço mais uso do transporte público.

      Na verdade toda mobilidade em São Paulo é meio que opressora, não importa o tipo de modal, seja individual ou coletivo. É uma disputa por espaço até estúpida. Se estou de automóvel, é trânsito e riscos. Se de moto, multas, assaltos e acidentes. Se é de bicicleta obviamente galera com outros veículos joga em cima.

      Agora o pior de todos é o pedestre, que sofre de ameaça do ciclista ao caminhoneiro.

  8. Eu tenho uma Skape S+ há 4,5 anos e funciona muito bem. Quase 3 mil km.

  9. Rapaz, eu tenho uma Vela.
    Infelizmente a empresa faliu, mas existe toda uma comunidade e pessoas que fazem o suporte e manutenção. Aparentemente a Lev (outra empresa de bicicleta eletrica) comprou os direitos ou algo assim e parece que dará suporte.
    Eu gosto muito e ajuda demais, fique atento na autonomia delas também.
    Pessoalmente tenho algumas questões com muita loja, explico.
    Para ser bicicleta, tem que funcionar a partir da pedalada, mesmo que ela seja apenas para manter o motor funcionando (exemplo da Vela) e muitas tem acelerador, o que já não classifica mais como bicicleta. E tem um limite de velocidade que a bicicleta elétrica deve atingir.
    Tem ainda umas coisas a venda que chama de bicicleta, mas tá mais para motos ou mobiletes (essas que parecem umas Biz da vida) essas deveriam até ser emplacadas, mas como há um vácuo na legislação, já sabe…
    Então só fica esperto nessas questões porque num futuro pode dar ruim quando as prefeituras perceberem o possível sucesso dessas coisas.

    1. Também tenho uma Vela. É uma bicicleta linda, robusta, porém pesadíssima e hoje tá nesse vácuo de manutenção (por sorte a bike shop perto de casa entende dela).

      Quando comprei, estava em dúvida entre a Vela e uma dobrável elétrica da Sense, caí pro lado da Vela em uma black friday que rolou um descontão. Cheguei a testar essa da Sense, que ao contrário da Vela tinha marchas e vários níveis de auxílio do motor. Talvez uma dobrável elétrica seja a melhor opção para o autor do tópico.

      1. Bom saber.

        Eu acabei comentando com a experiência de quem comprou a bicicleta em 2020 e nada disso tava rolando. O conceito de bicicleta elétrica precisa da “pedalada” e limite da velicidade que já tinha claro, e mesmo assim várias bicicletas tem acelerador e velocidade acima dos 30km/h e pouco.

        E agora, quer dizer 2025, quando começa a fiscalização vai dar ruim pra muita gente. E teremos uma galera que foi enganada dizendo que “Governo isso e Governo aquilo”.

        Mas fundamental essa regulamentação, as ciclovias têm muita gente com essas motos elétricas.

    2. As bikes da Vela são bonitas demais, lembro de procurar algumas usadas um tempo atrás mas praticamente só encontrava os quadros para pessoas mais altas.

      E sobre essas “bicicletas” que parecem uma Biz, já vi trafegando por ciclofaixas. Um tremendo perigo para os ciclistas.