“Barbie” e “Oppenheimer” nos mostram como, no coração das realidades mais sombrias, tropeçamos em fantasias.
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“Barbie” e “Oppenheimer” nos mostram como, no coração das realidades mais sombrias, tropeçamos em fantasias.
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gostei bem de como ele encontrou um ponto em comum entre essas obras
tá foda mesmo aguentar a realidade, ou como ele diz “lidar com a verdade”
O Žižek conta o final do Indiana Jones desnecessariamente e praticamente declara críticas de conservadores reclamando de uma personagem feminina forte e ele parece concordar com eles. Isso não é crítica cinematográfica, é babaquice.
Li a parte do Oppenheimer, não acrescentou muito mas não tá ruim.
Agora a partes sobre Barbie e I’m a Virgo eu pulei porque notei que ele já ia comentar o final de cara. Coisa de quem não sabe escrever crítica de filme que acabou de ser lançado.
Pô, que sacanagem, começa falando do Indiana Jones. Ainda quero assistir, não quero spoilers, hahaha!
Salvando todas as críticas de Barbie e/ou Oppenheimer que quero ler para depois de assistir aos dois filmes. (Hoje é dia de Oppenheimer!)
de volta aos anos 2000 com crítica cinematográfica do zizek :)